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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Adotar Amar Viver

27
Mar17

Primavera gelada


Olívia

Quando, há cerca de um mês comecei a planear uma surpresa para toda a família para celebrarmos o aniversário da Margarida procurei no mapa sítios bonitos para se viver um fim de semana primaveril, afinal iríamos nos dias 25 e 26 de março... de todos os locais escolhi a Guarda, marquei pela primeira vez dois quartos partilhados num hotel para podermos descansar sem nos preocuparmos com comidas e ainda dava para irmos ver a serra cheia de flores e de erva verdinha!

 

Mas, Deus surpreendeu-me! Quando na semana passada consultei as previsões do tempo para ver que roupas devia colocar na mala, vi que neste fim de semana ia nevar!

 

E, se foi uma grande alegria quando contámos a novidade, a alegria maior foi mesmo ver a neve que caía sobre o carro enquanto subíamos a serra devagarinho! Pequenos flocos gelados espalhavam o branco por toda a parte! Os ramos, verdes das árvores estavam cobertos com uma fina camada de neve... que bonito!

 

Já fomos muitas vezes à serra, mas esta foi uma experiência única! O trânsito estava cortado por isso descemos rumo à Guarda, por Manteigas e estacionámos na berma num local com bastante neve, não estava muito frio... deu para subir, escorregar, cair, rebolar, fazer um boneco de neve, gritar, rir, tirar fotografias e sentir a neve a cair sobre a cabeça!

 

Ao fim de algum tempo e com a roupa e as botas molhadas e geladas era altura de seguir viagem, a segunda muda de roupa deu muito jeito! 

 

 

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Apesar de nos termos divertido muito fico sempre com a sensação que podia ter sido melhor, que aproveitámos pouco. No domingo regressámos cedo a casa, chovia imenso não conseguimos ver nada de jeito da cidade...

 

Ontem à noite, já na minha casa quentinha, revi estes dois dias... e percebi que ainda preciso de descontrair, preciso de não ser tão impaciente, de levar as coisas na desportiva... dei comigo muitas vezes a pensar que nunca mais ia repetir esta "aventura"... a Lúcia não gostou da neve... chorou imenso... e isso enervou-me... e nem o facto de termos ficado num hotel me tranquilizou... não ter de lavar a loiça, nem fazer comida afinal não me fez mais feliz... estou demasiado acostumada às "casinhas" onde ficamos nas outras vezes, ter um micro ondas e poder fazer as refeições à nossa maneira e nas nossas horas deixa-me bem mais tranquila! 

 

Sim, o meu marido tem razão... não tenho estofo para férias chiques em hotéis!!!

 

 

24
Mar17

Medo de ter filhos


Olívia

Vi um destes dias uma publicidade (não sei a quê) cujo tema era o medo, mostravam várias coisas dizendo "não, isso não é ter medo" até que mostram um bebé a ser colocado nos braços dos pais e a legenda diz "Agora sim, ali está o medo" (algo no género).

 

É ou não verdade? Será que aquilo que mais nos assusta é termos alguém que dependa de nós? Alguém que nasce da nosso ser (do coração, da barriga)? 

 

Não terão os nossos pais sentido o mesmo? Sentido o peso da responsabilidade? O medo de fracassarem? E no entanto aqui estamos nós! A escrever e a ler blogues!

 

Realmente ainda me recordo daquilo que senti ao ver os dois testes de gravidez e a carta que veio da segurança social... estava ali a confirmação e não havia volta a dar! Mais do que a alegria esperada senti um medo terrível "E agora, o que é que eu faço?", "Serei capaz?"

 

Sim, o medo é uma coisa terrível, mas mais terrível do que o medo parece-me que é a opinião dos outros. Deixámos de ser capazes de assumir que queremos fazer assim porque é nisso que acreditamos, ou que educamos assim os nossos filhos porque é o que achamos melhor. Não, estamos sempre a ser medidos e julgados... toda a gente tem alguma coisa a dizer sobre os nossos filhos... e o pior é que muitas vezes nos deixamos levar e começamos a acreditar que nós é que estamos errados.

 

Posto isto, o medo nunca desaparece e não deve ser o medo aquilo que nos impede de seguir com a nossa vida! Será que não conseguimos confiar em nós?

 

Eu, que nunca pensei ter mais do que dois filhos (três? nunca, jamais... pois) venci o medo, com uma certa dose de loucura - claro - porque tenho um marido que me apoia. Nem sempre é fácil, nem sempre é simples, temos passado as mais difíceis provas, situações bastante complicadas, além das coisas simples como lanches, materiais e trabalhos da escola, roupas, médicos, inseguranças, teimosias... mas, no final do dia, continuo a sentir-me abençoada, grata e exausta, claro!

 

 

 

23
Mar17

Desafio limpeza em 30 dias #2


Olívia

Estamos praticamente no final do prazo para terminar as grandes limpezas. E o que era esperado não aconteceu. Mais uma vez fui demasiado exigente comigo mesma. Tentei copiar esta ideia de traçar uma meta e cumpri-la esquecendo-me do fator "imprevisto", esquecendo-me de que trabalho fora de casa, de que tenho obrigações profissionais cujos prazos são bem mais importantes e acima de tudo esquecendo-me de que tenho família.

 

Durante a semana o tempo não sobra, ao fim de semana preciso de fazer as tarefas básicas de quem não tem empregada doméstica e preciso de ser mãe e esposa. Já adiantei bastante na parte da zona de brincar e dos livros. Estão agora bem mais organizados por idades e tipos, os brinquedos também foram arrumados deforma a estarem acessíveis... mas estamos naquela fase em que a Lúcia pura e simplesmente pega em tudo e espalha pelo chão, gosta de brincar, entretém-se, mas não sabe arrumar - sim, eu sei, 16 meses é pouco - e ver sempre tantos brinquedos pelo chão é daquelas coisas que eu já não me lembrava!

 

A parte do "escritório" também está muito melhor, falta ainda escolher e arquivar muita coisa, mas já tenho espaço para trabalhar. Além de que resolvi aproveitar a mesa pequena da cozinha que já não usamos como mesa de trabalho para fazermos trabalhos manuais sem estarmos sempre com pressa em arrumar tudo na hora das refeições como acontecia quando usávamos a mesa onde comemos.

 

Nos quartos só falta mesmo ver os roupeiros. Vou aproveitar quando estiver o tempo melhor e precisar de escolher umas roupas mais "primaveris" para retirar tudo e só arrumar o que nos fizer mesmo falta. As roupas da Lúcia que já não servem estou a dá-las todas a uma prima que vai ter uma menina, sacos e sacos já foram despachados! No meu quarto coloquei um móvel com os meus livros, reorganizei as gavetas da cómoda e das mesinhas de cabeceira. 

 

Tenho ainda os posters para colocar nas paredes e a montagem que vou fazer com as fotografias que tirei das molduras que andavam espalhadas pela casa, assim, aproveitando os meus quadros vou fazer várias montagens por temas: família, festas, acontecimentos marcantes, passeios e expor nas paredes. Muito mais fácil de limpar!

 

A cozinha foi alvo de uma grande escolha no ano passado, por isso apenas a despensa está uma tragédia... mas lá chegarei. 

 

Não vou cumprir os 30 dias, está visto. Mas, mais importante do que as arrumações e as limpezas, escolhi aproveitar melhor o tempo em família, logo escreverei sobre isso!

 

Há sempre uma grande lição de humildade a retirar do nosso fracasso. Reconhecer a nossa humanidade. As nossas limitações. Tentar. Cair. Levantar. Voltar a tentar.

 

Viver também é isto.

É saber que sou livre:

Para escolher...

Para avançar e para parar...

Para sorrir e para chorar...

Para cantar ou para calar...

Para ter ou para ser...

Para ir ou para ficar...

Para sobreviver ou para viver...

 

 

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21
Mar17

As tentações...


Olívia

 

Uma das coisas em que medito bastante na quaresma tem a ver com as tentações. Todos os dias, me sinto tentada. Tentada a fazer, a dizer, a pensar coisas que em nada me acrescentam enquanto pessoa. Coisas pequenas, muitas vezes inofensivas, mas que estão sempre no top das minhas fraquezas, depois há ainda as grandes tentações, aquelas que sei reconhecer à légua, aquelas que fazem de mim uma pessoa pior, que me levam por caminhos muito sinuosos, sim...como sou fraca! 

 

O pior é que as tentações nunca vão desaparecer da minha vida, ai não vão mesmo... estão ali mesmo à minha frente, à espera de que eu nem repare, ou repare e mesmo assim caia nelas. E faça coisas que não devia fazer, diga coisas que não devia dizer e pense coisas que não devia pensar... malvadas que não me deixam em paz...

 

Então, sendo eu uma pessoa fraca de poucas virtudes como lutar contra isto? Pois bem, primeiro reconhecer que a tentação existe e é ela que me leva para maus caminhos, depois rezar com mais confiança dizendo: "não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal" e ainda ser persistente.

Contornar.

Parar.

Recuar.

Decidir.

Aprender.

Ter coragem de dizer: "eu consigo". 

 

Afinal, todos somos tentados, ao longo de cada dia... mas dá-me a sensação de quanto maior é o nosso desanimo, a nossa tristeza, a nossa impaciência, a nossa irritação, a nossa saudade, a nossa solidão, a nossa doença, maior se torna a tentação... Nós, Jesus vamos viver o dia a dia e não vamos desistir.

 

 

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Mt. 4, 1-11

13
Mar17

...


Olívia

 

«Sede misericordiosos, como o vosso Pai é misericordioso.
Não julgueis e não sereis julgados. Não condeneis e não sereis condenados. Perdoai e sereis perdoados.
Dai e dar-se-vos-á: deitar-vos-ão no regaço uma boa medida, calcada, sacudida, a transbordar. A medida que usardes com os outros será usada também convosco»

 

 

 

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 S. Lucas 6,36-38

 

 

09
Mar17

Estudo “Empoderar Famílias Adotivas”


Olívia

Depois de ver a publicação deste estudo no blogue Mulher, filha e mãe, resolvi participar respondendo a um questionário que pretente avaliar como a adoção, a história pré-adotiva da criança e a dinâmica familiar podem promover o desenvolvimento e o bem-estar da criança e do adolescente.

 

A participação neste estudo consiste no preenchimento de um questionário online por pais/mães que tenham adotado uma criança / adolescente em idade escolar (6-18 anos de idade), há pelo menos 1 ano. As crianças /adolescentes não serão convidadas a participar neste estudo.

 

O Link para o questionário: bit.ly/2kjXzqB

 

A equipa de investigação deste estudo é liderada pelo Dr. Pedro Alexandre Costa, e tem três outros membros: a Dra. Fiona Tasker no Reino Unido (Birkbeck, Universidade de Londres) e a Dra. Isabel Leal em Portugal (William James Center for Research at ISPA - Instituto Universitário), e o assistente de investigação Giovani Pascoal (ISPA – Instituto Universitário). Este estudo recebeu aprovação das comissões de ética de Birkbeck Universidade de Londres e do ISPA - Instituto Universitário.

 

mais informação sobre este estudo no site: http://pcos59.wixsite.com/empoderarfamadotivas

 

 Se conhecerem alguém que gostasse de participar por favor divulguem.

 

 

09
Mar17

Gratidão


Olívia

Acontecem tantas coisas na vida, passamos por tanto sofrimento, tantas preocupações. Existem dias tão sombrios e complicados. Horas de angustia e incerteza. Invadem-nos tantos pensamentos penosos, o coração endurece como pedra perante as dificuldades... 

E depois, nalguns minutos do dia apercebemo-nos o quanto temos para agradecer, o quanto somos abençoados. O tanto que nos foi oferecido enquanto vivemos neste mundo...

 

A vida não é fácil, nem a minha nem a de ninguém... encará-la com alegria, mesmo quando sentimos vontade de desaparecer, sorrir em vez de chorar, apanhar sol em vez de nos fecharmos no escuro, dar uma palavra simpática em vez de mandar tudo passear... pode não ser muito, mas faz bem à alma!

 

Hoje, vou sentar-me num banco de jardim a ler.

Porque isso me faz feliz.

 

 

08
Mar17

Desafio limpeza em 30 dias #1


Olívia

Dei início a este desafio e vou cumpri-lo custe o que custar, neste momento já nem me importo tanto com as coisas que já mandei fora, mas com o tempo que se demora na "escolha". Catorze anos a guardar coisas é muito tempo.

 

Comecei então pela entrada da casa tornando o móvel da entrada menos decorativo e mais útil. Tenho reparado que não vale a pena "esconder" as coisas para para que pareçam arrumadas, é importante saber onde guardámos isto ou aquilo e não andar a revolver tudo!

 

Uma coisa que decidi abolir da casa foram as imensas molduras, ocupam muito espaço, ganham muito pó. A solução que encontrei vamos copiá-la descaradamente da casa de uns amigos. Depois mostro.

 

Antes & Depois:

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O que foi feito:

  1. Tirar tudo do armário, mandar fora malas estragadas, papeis e sacos 
  2. Encontrar formas de combater aquela praga que se chama papeis e carteiras, chaves e tudo mais depositado pelas mesas colocando uma caixa tipo "despeja-bolsos", uma caixa para o correio que chega, outra para colocar as coisas importantes para levar no dia seguinte e que não estão nas malas e mochilas
  3. Fazer um kit emergência para quando falta a luz com lanterna, pilhas extra, velas e fósforos, um isqueiro e uma tesoura, lenços de papel
  4. Fazer um quadro com as tarefas para cada um de nós - semanalmente e para as coisas da escola, etc (em execução)
  5. Ter uma lista de telefone manuscrita, um bloco e canetas ou lápis, um carregador de telemóvel
  6. Ter uma caixa/frasco para os trocos (pão) e o pote dos talões de supermercado/compras para somar ao fim do mês
  7. Temos ainda a arca do tesouro com os cartões e a água benta
  8. Onde guardávamos malas e mais umas coisas tem agora: chapéus, gorros, luvas para facilitar as saídas de casa, caixas com objetos sazonais e um saco com mochilas
  9. Finalmente "remodelei" o chaveiro

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 O quadro de tarefas e compromissos familiares para escrever com caneta de acetato e apagar com facilidade...

.

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No hall:

 

No canto em que tínhamos uma cadeira (sim, eu sei...) resolvi colocar parte do móvel da sala que o pai desmontou, retirámos as portas para ter acesso mais fácil. Aqui guaram-se as mochilas da escola, o saco da Lúcia e a mala do computador.

 

 

 Custos:

  • Caixas de cartão pedi na sapataria - custo zero
  • cestos antigos reaproveitados
  • quadro (cartolinas e impressões) 7,50€ 

 

A sala que inclui a mini biblioteca, zona de brinquedos e escritório está quase, quase...

 

 

07
Mar17

Profissão errada


Olívia

Já alguma vez pensaram que escolheram a profissão errada?

Que, a vida seria bem melhor se tivessem optado por escolhas diferentes?

Que, tudo seria mais fácil se naquele dia e naquela hora a decisão fosse outra?

 

Eu já.

 

Depois de pensar uma e outra vez nisto, vejo que estar aqui agora a fazer o que faço - a viver como vivo - provavelmente até é o melhor para mim. Não é mais fácil, bem pelo contrário, não é mais simples, não é mais vantajoso em termos monetários, mas fez com que tivesse disponibilidade para que a minha família crescesse em número e em vivências.

 

Todos os dias, abro o porta da loja - quer dizer às segundas, quartas e sextas fica fechada para que a Lúcia não saia - não faço ideia do que me reserva o dia. Não sei se vou vender muito ou pouco, se vou conseguir encontrar aquilo que as pessoas precisam, se serei boa conselheira de cores e da vida... sim, da vida.

 

Dia após dia, dedico algum do meu tempo a escutar as pessoas. Algumas vivem na solidão. Saem de casa e nem precisavam de umas linhas brancas, mas sempre podem ver alguém e conversar. Algumas precisam que lhes digam que estão mais bonitas, mais elegantes, mais ativas. Outras precisam de ver apreciados os seus bordados destinados "à gaveta" já que ninguém lhes liga... há ainda as que precisam de um pouco de animo, de palavras de coragem enquanto lutam contra uma doença. Muitas apenas precisam que as escutem, que as ajudem a marcar uma consulta ou a perceber o que diz o papel da reforma.

 

Dia após dia, atendo pessoas amargas, de mal com a vida, que não sabem o que querem e às vezes depois de desarrumarem a loja toda não "acham nada de jeito" e saem da forma que entraram, amargas. Algumas embirram, outras teimam, umas deixam-me literalmente a chorar pela sua antipatia  e hostilidade... tantas pessoas infelizes que não se contentam com, nada mais nada menos, do que a infelicidade dos outros...

 

Vender um botão, numa loja do comércio tradicional é muito mais do que uma transação comercial.

 

É uma palavra. É encontro. Um sorriso. Uma lágrima.

 

É a minha vida!

 

 

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06
Mar17

A grande dificuldade


Olívia

Está em conseguir fazer muita coisa em pouco tempo.

 

O domingo foi em tempos o dia Santo por excelência, dia de descanso. Dia da família, do convívio, dos passeios e piqueniques. 

 

Entretanto, enquanto o mundo avançava nas tecnologias e em modernizar tudo e mais alguma coisa... algo se passou... neste momento, o domingo tem de servir para tudo, porque durante a semana (sábado por vezes também) temos de trabalhar e não damos conta de todos os afazeres...

 

Este foi um fim de semana muito atarefado, era suposto adiantar muito nas limpezas, mas entre o dizer e o fazer vai um quilómetro... trabalhei no sábado de manhã e à ida para casa aproveitei para ir ao supermercado, a ida rende sempre mais quando estou sozinha... tudo à pressa porque, desde há uns tempos, a nossa missa do primeiro domingo do mês passou para o sábado à tarde. Posto isto, como a ida à missa está no topo da lista de prioridades, o dia foi organizado em função dessa hora.

 

O resto da tarde passei a tentar avançar na organização da entrada enquanto a Lúcia fazia a sesta, as manas foram para a avó para estarem com a minha irmã que veio a casa festejar o seu aniversário! A grande surpresa foi que afinal estava sol, uma beleza! 

 

Mas, o domingo acordou chuvoso. O que significa que não dá para brincar lá fora. Enquanto eu ia dando a volta à biblioteca, a Lúcia dava a volta a tudo o que encontrava pela frente... vale a preciosa ajuda das manas p'ra tentam controlar a menina traquina!

 

Enquanto a Lúcia carregava a pilha dormindo a sesta da tarde aproveitámos para fazer a nossa catequese, esta semana decidi seguir o ensinamento mensal das famílias de Caná e falámos sobre a aparição do anjo "relatada" sob a perspetiva da Jacinta, terminámos a fazer um puzzle que nos foi oferecido e que tem a oração do anjo e rezámos o terço.

 

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Mais tarde, vendo que tínhamos uma aberta, mandei toda a gente para a rua, a Margarida foi dar uma corrida para fortalecer os músculos e espairecer do estudo que tinha estado a fazer, a Maria levou uma bola para "jogarmos" com a Lúcia, até o pai não resistiu e largou os seus afazeres para vir brincar um bocadinho connosco. Já cansadas e cheias de alegria regressámos a casa, depois de termos ido fazer umas festas nas cadelinhas que a junta de freguesia adotou (porque as largaram na aldeia) e levou para viverem perto da nossa casa.

 

Eram cinco e meia e eu já falava em fazer o jantar, claro que as minhas filhas acham cedíssimo, mas eu tinha grandes planos: aproveitar o forno de lenha aceso e fazer logo mais uma ou duas refeições para me poupar durante a semana - que é como quem diz, para ter tempo de passar o monte de roupa que não consegui fazer no fim de semana!

 

O dia terminou cedo, era precisa descansar de tanta brincadeira, estudo e limpezas. Ao olhar a bancada da cozinha cheia de loiça suja, mesmo sem vontade, lavei tudo.

 

Um pequeno sacrifício que ofereci por uma boa causa!

 

Nesta quaresma vou esforçar-me por devolver ao Senhor o Seu dia, procurando não passar tanto tempo de volta da casa e fazendo mais atividades em família!

 

 

 

 

 

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