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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!



Segunda-feira, 03.07.17

14 anos de amor e de tralha

Por mais voltas que eu queira dar ao assunto volto sempre ao mesmo ponto: temos tralha demais em casa.

 

No último ano mudei radicalmente de pensamento, deixei de querer guardar todas as recordações e coisas com “memórias” para passar a ter uma casa mais “arejada”, mais livre de coisas por todo o lado.

 

Mas, há sempre este “mas”, não me parece que as pessoas mudem do dia para a noite e não me parece que se consiga fazer esta mudança em pouco tempo (devia ter sido em 30 dias).

 

Estamos no segundo semestre e devo confessar que ainda me falta chegar a muitos cantos para fazer a derradeira escolha.

 

E, se num dia estou altamente inspirada e faço montes de projetos, no dia seguinte estou sem vontade de limpar e arrumar. Posto isto, resolvi mudar de tática:

 

  • Devagar se vai ao longe

De agora em diante vou concentrar-me em pequenas tarefas, uma de cada vez. Se “destralhar o quarto” me parece um absurdo e me recorda que devo precisar de semanas a fazer tudo, “destralhar as mesas-de-cabeceira” já me parece uma tarefa menos dolorosa.

 

  • Aproveitar o momento

É preciso aproveitar as alturas em que estou muito motivada, porque uma hora cheia de motivação rende-me mais do que um dia inteiro desmotivada. O conceito “power hour” veio dar-me um grande incentivo nestas coisas.

 

  • Grão a grão…

Bem sei que organizar uma casa leva tempo, e é preciso tempo para que todos comecem a colaborar nas pequenas alterações, a ponta da mesa tem sempre coisas em cima, os papéis acumulam na entrada, os brinquedos ganham asas e voam por todo o lado… mas se for menos exigente e mais persistente acabarei por ver resultados… eventualmente

 

  • Cada macaco no seu galho

Tudo numa casa tem um sítio para ser guardado. Se não está a ser usado é bom que volte para lá o quanto antes, ter um cesto ou caixa de tamanho médio é uma grande ajuda na recolha das coisas espalhadas e no encaminhamento para o seu poiso. Quando muito arquivamos o que sobra no “arquivo central do estado” (aka lixo)...

 

Quem muda de casa com frequência provavelmente nõ junta tantas coisas... porque nas mudanças as pessoas escolhem sempre aquilo que vale a pena levar e o que já não faz falta. Nós nunca mudámos de casa, por isso vamos guardando mais isto e mais aquilo porque "pode fazer falta". Passam os anos e as coisas ficam. Tenho feito limpezas e arrumações, mas deixo sempre as minhas tralhas de estimação bem guardadas, quer dizer deixava. Agora tudo o que não me faz falta, tudo o que não uso há pelo menos um ano, está de saída!

 

Na cozinha já se nota esta pequena revolução... na sala, nos quartos também! Trabalhámos bastante neste fim de semana! Até tivemos tempo para começar alguns projetos de fotografia!!!

 

 

 

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por Olívia às 07:52


8 comentários

De Bruxa Mimi a 03.07.2017 às 08:03

Eu gosto disto!
(E coragem para fazer o mesmo, onde está, Mimi?)

De Olívia a 03.07.2017 às 16:12

Sim, é preciso coragem. E força de vontade. E persistência.
Agora tens um bebé pequenino para cuidar, mas há de chegar o dia em que também tu vais dar uma grade volta à casa!
(mais gente a viver em casa precisa de mais espaço e menos tralha, certo?)

De Bruxa Mimi a 03.07.2017 às 16:49

Espero que sim!
(Faz sentido!)

De isabelsilva75 a 03.07.2017 às 10:53

Olivia, também ando numa de destralhar. Mas o processo é moroso, o cansaço, a falta de vontade e também é desanimador porque há tralha que tem de ser "vista" pelo marido e não tenho grande apoio nesse aspecto! enfim, vou fazendo o que consigo! Amanhã é feriado em Coimbra e eu estou sozinha em casa, já agendei que será dia de terminar o sótão de trás! 

De Olívia a 03.07.2017 às 16:11

Isabel, quando eu coloquei uma data para o meu desafio só piorei as coisas, não consegui e isso deixou-me deprimida! Tanto que não imaginas, mais uma vez eu falhei. É por isso que estou tão determinada a fazer isto pedacinho a pedacinho. As coisas do marido deixo de lado, algumas vou perguntando, no final ele vai escolher porque não vai querer ficar com mais tralha do que eu!!!

De Alguém, algures a 03.07.2017 às 15:49

Olívia,
Permita-me uma sugestão:
Ajuda muito, que não se adquira "mais tralha". Porque a tralha não nasce em casa de geração espontânea... nós é que tralhamos a nossa casa :)
Na altura de comprar seja o que for é preciso perguntarmo-nos sempre primeiro: "Será que isto me faz mesmo falta...será que não tenho lá por casa nada que o substitua?"
Depois, se compramos efectivamente alguma coisa nova para substituir uma velha ou que já não utilizamos, então convém deitar fora ou dar a quem faça falta, a coisa para a qual já compramos uma nova que a substitui.
Exemplo (aconteceu comigo, que sou pessoa de detestar tralhas...):
Comprei um tapete novo para porta da entrada, mas ia guardar o velho na arrecadação....depois pensei..."Espera lá....para que vou eu guardar o tapete velho se comprei um novo?  Se era para guardar o velho, então não tinha gasto dinheiro a comprar o novo e mantinha o velho...."
Acho que nos acontece muito....e depois andamos a destralhar de um lado para tralhar do outro...

De Olívia a 03.07.2017 às 16:08

É mesmo isso, foi exactamente por aí que começámos, mas não chega. Acumulei muita coisa desnecessária, na próxima semana hei de publicar aqui uma bela lista de tralhas... desta vez, estou mesmo a ver com olhos de ver, deixei de ignorar a casa, de ignorar coisas que não me servem para nada!
;)

De isabelsilva75 a 03.07.2017 às 17:26

Vou ficar à espera desse post! 😀

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