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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!



Segunda-feira, 19.01.15

Confiança

Todos precisamos de confiar em alguém e sabemos que temos até quem confie em nós, mas até que ponto consigo eu ser uma pessoa confiante? Será que consigo acordar cedo pela manhã e dizer "Meu Deus, confio em Ti"? Sim sou capaz, mas como sou muito fraca de espírito passado pouco tempo já estou cheia de dúvidas, desconfianças e a entrar literalmente em pânico... 

Realmente quando a vida me corre bem, de que tenho medo? Provavelmente estou animada e por isso tenho a sensação de que nada me correra mal, aí sim, digo que tenho confiança e nada temo!

Então e quando as coisas correm mal? Quando me vejo a braços com problemas e situações delicadas para onde vai a minha confiança? Será que nesses momentos sou capaz de confiar? Não, não sou... nem vale a pena estar a dizer o contrário, pois eu sei que na minha pequenez, quando sou posta à prova, a primeira reacção que tenho é um imenso medo, uma imensa ansiedade e dúvidas, muitas dúvidas... Mas a vida também  me tem ensinado algumas coisas e uma delas é que sempre que alguém me "dá a mão" me sinto mais confiante, menos só e menos assustada!

Consigo assim encontrar algum alento na minha caminhada, primeiro reconhecendo que preciso de acreditar e confiar e segundo porque sei que não estou só!

 

Aqui fica um pequeno conto* que ilustra aquilo que eu gostava de ser: Tal como uma criança cheia de confiança!

 

«Era uma vez uma família que vivia feliz num bairro da cidade. Mas, uma noite, aconteceu uma tragédia: um fogo deflagrou na sua cozinha.

Enquanto as chamas alastravam a toda a casa, pais e filhos corriam para a rua. Abraçaram-se e olharam impotentes para a casa envolta em fogo e fumo.

Naquele momento deram-se conta de que faltava o filho mais pequeno, um menino de cinco anos. No momento de sair tinha voltado para trás assustado com as labaredas do fogo. E que fazer? Pai e mãe olharam-se desesperados.

Mas eis que, lá do alto, se abriu uma janela e a criança debruçou-se gritando:

-Pai! Pai!

O pai correu e gritou:

-Salta! Atira-te cá para baixo! Eu amparo-te!

A criança só via diante de si fogo e fumo. Às palavras do pai respondeu:

-Mas, pai, eu não te vejo!

Gritou o pai:

-Vejo-te eu e basta. Salta sem medo!

A criança saltou e encontrou-se sã e salva nos braços do seu pai!»

---

Senhor, que na minha fragilidade, eu saiba sempre acreditar e confiar em Ti... mesmo quando a vida se complica e me deixa de cabeça a andar à roda sem saber para onde ir, que eu seja capaz de saltar sem medo para os Teus braços sabendo que estás lá sempre para me amparar!

DSCF3658.JPG

 

*in: Bons dias oração jovem

 

 

 

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