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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Adotar Amar Viver

28
Fev15

II Domingo da Quaresma


Olívia

Eu sei que hoje ainda é sábado, mas para amanhã já tenho escrito um texto especial, por isso antecipando já o dia de Domingo aqui fica este texto!

 

Palavra de ordem para a semana que amanhã começa: Decisão

 

Eis que rapidamente chego ao início da segunda semana de caminhada... é boa altura para fazer um balanço daquilo a que me propus e daquilo a que me tenho de propor, que isto de caminhar é mesmo assim, há que reorganizar a logística e o objectivo da caminhada pois só assim as coisas fazem sentido.

 

Nesta altura tenho de saber qual é o meu objectivo quaresma, se ainda não sei... é bom que me apresse a descobrir ou a defini-lo melhor.

 

Dei por mim a pensar: Pois muito bem Olívia,

  1. Será que estás a fazer tudo ao teu alcance para que esta quaresma seja realmente um tempo de aproximação com Deus, de mudança e de conversão?
  2. Achas que fazer este e aquele sacrifício te estão a ajudar nesta caminhada?
  3. Achas bem estares a gabar-te de fazer isto e aquilo junto dos outros, blogue incluído?
  4. Não será que os teus sacrifícios e as coisas das quais estás a abster-te são em vão?
  5. Pensas que isso te vai ajudar nalguma coisa? Se sim em quê?

 

É bem verdade que tenho andado demasiado preocupada em tentar fazer passar uma mensagem de quaresma em casa e aqui que já me estava a perder... mas ao ler Mateus 6, 1-4 tratei logo de me colocar nos trilhos outra vez!

 

Quando praticarem o bem, procurem não o fazer diante dos outros para dar nas vistas. Se assim fizerem, já não terão nenhuma recompensa a receber do vosso Pai que está nos céus. Portanto, quando deres esmola, não faças alarde à tua volta, como é costume das pessoas fingidas, nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiadas. Garanto-vos que essas pessoas já receberam a sua recompensa. Mas tu, quando deres esmola, procura que a tua mão esquerda nem saiba o que faz a direita. Deste modo, a tua esmola ficará em segredo; e o teu Pai, que vê o que se passa em segredo, há de recompensar-te."

 

Assim resolvi, dar todo um novo sentido à minha caminhada, passo a passo vou resistindo a duas ou três coisas durante esta quaresma, não direi o que é, oferecerei este sacrifício para que Deus me ajude a corrigir duas ou três coisas que, talvez sozinha, não esteja a ser capaz de fazer e assim tudo faz mais sentido, conto aprender muito, para que passados estes quarenta longos dias consiga continuar a lutar contra estes meus defeitos horríveis pois sei que é possível ser melhor a cada dia!

 

 Conto realizar pequenos gestos de renúncia e de oferta a Deus por algum objectivo especial de crescimento pessoal, e assim de cada vez que estiver perante alguma situação daquelas mesmo muito tentadoras possa dizer no meu coração, não desistas, lembra-te que isto que fazes será para que Deus te ajude a aprender esta e esta coisa...

 

Nesta quaresma, retirei os nossos cartões (ideia retirada daqui) com as passagens bíblicas da caixa onde normalmente estão para que não nos esqueçamos de pegar num logo pela manhã... ao longo do dia dá sempre outro alento poder olhar e meditar nestas palavras...

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 Bom Fim-de-semana!

27
Fev15

Daqui para o mundo, do mundo para aqui #4


Olívia

As surpresas no Postcrossing não têm fim! Ainda no outro dia a Maria ficava amuada com os lindos postais da mana e da mãe, quando ao chegarmos da escola o senhor carteiro lá da aldeia, que sabe onde eu trabalho pois já aqui entregou correio nesta rua da cidade, trazia um envelope A4 para a Maria... qual o nosso espanto! Era grande e fofo!!!

 

A Maria ficou de tal forma cheia de alegria que nem queria abrir o pacote, assim teria para sempre uma surpresa! Tive de insistir e insistir para que abrisse... do lado de fora havia 12 selos de flores, uma morada de Praga...

 

Combinámos abrir e voltar a fechar depois de sabermos o que tinha no seu interior, e ao abrir vimos:

 

1 Fantoche

1 Postal

1 Livro para colorir

1 caixa com lápis de cor

1 chupa 

 

Tudo com a mascote oficial da Republica Checa, o Krtecek, um simpático castor!

 

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Por esta ninguém esperava e não me irei esquecer da cara da Maria a olhar para dentro do envelope a sorrir... são tão poucas as coisas na vida que nos fazem sorrir de pura alegria, aquela alegria que vem de dentro e que se espalha através do nosso olhar! A alegria de coisas simples, a alegria da surpresa!

 

Fiquei a pensar na ideia dela de não querer abrir o pacote... teria para sempre uma surpresa... mas por outro lado nunca teria a alegria de ver o que estava lá dentro! Tenho a ideia de que muitas vezes não arrisquei mais para ter assegurada aquela coisa, e por isso tenho perdido muitas alegrias... é só uma impressão com que ando muitas vezes!!!

 

 

Também é verdade que, no meio da agitação do dia-a-dia, nem nos damos a oportunidade de receber as verdadeiras surpresas da vida, quantas vezes em vez de me alegrar com uma novidade não fico logo a pensar mil e uma coisas que poderão acontecer a partir dali... quanto me custa aceitar as dádivas do meu dia? Estarei eu tão cega para a alegria que tenho deixado passar pequenos momentos sem lhes dar importância? 

 

Na maioria das vezes ando o dia todo preocupada com as coisas que me incomodam, com coisas que me entristecem, de tal forma que se alguém me "presenteia" com alguma novidade... nem dou importância... o primeiro pensamento é deixa-me lá que tenho mais do que fazer e montes de problemas para resolver!!!

 

Será que me custa assim tanto olhar e reconhecer as alegrias de um dia normal? Olhando para o dia de ontem, serei capaz de enumerar dez coisas que me tenham deixado alegre com a mesma facilidade com que sou capaz de enumerar as coisas que não correram bem e que me deixaram triste?

 

Será que a minha expectativa pela alegria é assim tão grande, que não a consigo ver numa papoila a rebentar no jardim vazio? No sol que brilha fazendo os raios passarem pelas nuvens? Na "bolinha azul" do comportamento da Maria? Nas fotos novas da Margarida?

 

Dou comigo tantas vezes a reparar que o meu coração está fechado, triste, preocupado, dorido... que pessoa posso ser se continuar assim? Se não me abrir à verdadeira alegria e mudar a minha forma de ver os problemas, como quero eu ser uma pessoa melhor?

 

 

Que eu saiba em cada dia ser mais alegre, ter um coração mais generoso, mais compreensivo, mais simples, mais puro e mais sábio!

 

26
Fev15

Devemos ser praticamente da mesma idade


Olívia

Ah, que bom que é este tema!

Porque é que as mulheres têm tantos complexos de dizer a sua idade? Como qualquer ser vivo sabemos que nascemos, crescemos, (com sorte) envelhecemos e um dia havemos de morrer, isto é matéria do ensino primário, certo?

 

Então porque é que a maior parte das vezes em que falo com outras mulheres elas nunca dizem a idade? Normalmente as conversas desenrolam-se à volta do tema filhos, e ouço muitas vezes a frase «devemos ser praticamente da mesma idade» e eu fico à espera que a pessoa continue e diga «tenho 35 anos», mas não... o mais normal é que a outra pessoa fique à espera de que eu diga «sim, devemos ser».

 

Na sexta feira no minimercado encontrei uma senhora que vejo a deixar a filha a escola, ela sorriu e porque se tinha esquecido do leite deixou tudo em cima do balcão e foi a correr buscar, depois disse a sorrir:

 

- Ai a minha cabeça... é da idade!!

- É mas é do cansaço, não é assim tão velha (respondi eu)

- Pois tem razão, devemos ser praticamente da mesma idade!

(será? Eu sorri e esperei...ela esperou... tive de ser eu a continuar)

- Eu faço 35 no verão! (Cara de espanto)

- Eu já tenho 41 e meio (baixinho)

Sorrimos ambas e cada uma seguiu o seu caminho!

 

Eu sei que pareço mais velha do que sou, desde nova que sempre gostei de conversar com pessoas mais velhas, no trabalho sempre tive colegas mais velhas (todas com quarenta e muitos e algumas de sessenta e eu com vinte e poucos), os meus temas de conversa não são destes tempos... parece que nasci noutra época, é estranho, mas sou assim... sei que já sou adulta, gostava de envelhecer serenamente sem complexos, sem medo de dizer sempre a minha idade, sem querer tentar esconder os anos que passam em roupas de miúda e atitudes de miúda...

 

Quero ter sempre orgulho na minha condição seja ela a de mãe, de esposa, de amiga, mas acima de tudo de mulher! Ainda me recordo de na adolescência achar os de vinte e tal muito adultos e os de trinta e tal muito velhos... mas agora que cá estou, não acho que os trintas sejam velhos, mas também não me acho uma rapariga cheia de energia para ir curtir a noite e fazer farras...

 

Espero encontrar sempre um equilíbrio saudável no meu crescimento pessoal, não apenas físico, mas também interior, há tempo para tudo: há tempo de brincar às casinhas, tempo de sair e divertir-se com os amigos, tempo de estudar, de trabalhar, de ter a nossa própria casa (ainda que modesta), ter uma relação sólida, tempo de receber os filhos, de os ver crescer, de os deixar seguir a sua vida e de voltarmos a ser apenas dois em casa...

 

Isto é normal e os cabelos brancos que já comecei a coleccionar também!

 

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25
Fev15

A pensar no ambiente


Olívia

Uma das coisas de que se falou no encontro de sábado foi da nossa forma de sermos mais conscientes com tudo aquilo que nos rodeia, incluindo o nosso meio ambiente, nas escolas fala-se muito disto, fazem-se trabalhos e educa-se com o objectivo de viver sem poluir, reciclar... mas depois na nossa vida de adultos temos tendência muitas vezes a esquecer certas coisas que embora pareçam básicas deixamos para depois.

Uma dessas coisas que lá em casa já se fez, mas que entretanto foi ficando cada vez mais posta de lado é a entrega das embalagens, bulas, e medicamentos fora do prazo nas farmácias.

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Eu bem sei que não custa nada e confesso que tenho andado muito "esquecida", mas desde o início do ano tenho acumulado num saco todas estas coisas, já está quase cheio e está na altura de ir à farmácia mais próxima entregar!

 

É assim que vamos colocando em prática aquilo que já sabemos, o nosso mundo é um presente que Deus nos deu para que aqui possamos fazer a nossa viagem, não podemos estragar tantas coisas bonitas só porque na maior parte das vezes temos mais do que fazer do que colocar as pilhas no pilhão ou o papel no ecoponto azul... o vidro no vidrão e as embalagens no embalão... são pequenos gestos diários que fazemos para que mostremos aos nosso filhos que tudo isto não é nosso, foi-nos emprestado, devemos deixar tudo tão belo quanto encontrámos! 

 

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(este íman está no nosso frigorífico com uma "cábula dos medicamentos" onde basicamente estão alguns dos sintomas e respectivo tratamento, dosagens etc... é só para evitar que o pai e a Margarida tomem coisas que não não são para aquilo que têm... de todas as formas deixei também o aviso:

 

«Se não sabes pergunta à mãe» 

 

 

24
Fev15

Daqui para o mundo, do mundo para aqui #3


Olívia

Quanto à nossa experiência no Postcrossing, não podia deixar de aqui registar os postais que temos recebido em especial os postais recebidos pela Maria!

 

A cada dia que passa a ida à caixa do correio é sempre uma euforia:

- Há postais?

- Para quem são? São para mim?

- Oh... que lindo... ai que giro!!!! Boooaaaa!!!

- É meu! É teu? Ah que bonito!!!!

 

Era bonito que fosse sempre assim, não era? 

 

Mas nem sempre é assim... a Maria é a que tem recebido menos postais pois só enviámos os dela mais tarde, por isso quando eu ou a mana recebemos um fica emburrada, a Margarida talvez não se note tanto a cara de desilusão quando não há postal para ela, e eu sou a que disfarço melhor (é da vivência)...

 

É a altura ideial para uma lição de humildade e de aprendizagem pessoal. Sempre que um postal chega devemos ficar felizes, mesmo que o postal não seja "MEU", é uma lição de vida realmente importante: alegrarmo-nos com os nossos amigos e conhecidos quando têm notícias boas e sofrermos com eles nas alturas em que eles estão tristes...

 

Quantas vezes não sentimos aquele olhar  num dos momentos felizes que partilhamos com alguém e ficamos a pensar que esse alguém só fica contente com a nossa infelicidade?

 

Quem é meu amigo fica feliz comigo, apoia-me quando preciso... já dizia o ditado «é no hospital e na prisão que vemos os nossos amigos», por isso tenho de me esforçar por viver esta lição no meu dia-a-dia e ensiná-la às minhas filhas!

 

Aqui ficam então os nossos postais mais recentes, começando pelos da Maria:

 

Dos Estados Unidos:

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 Da Bielorrússia:

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 Da Alemanha:

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Quanto à Margarida... ide pois ao seu estaminé que lá estão os postais que ela já recebeu

 

 

Para mim chegaram:

 

De uma rapariga turca a viver em Itália

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Da Rússia, os bosques gelados...

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E os meus dois favoritos:

Da Holanda a Igreja de St. Martinuskerk, Princenhage/Breda

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E da Hungria, o lindo interior da Igreja St. Nicolai (Berlin) chegado ontem à tarde 

 

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Os nossos mapas de postais estão a ganhar forma: De vermelho os enviados de Azul os recebidos:

 

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A aventura continua...

 

 

23
Fev15

Livros para emprestar


Olívia

Quem quiser ler alguns dos livros que tenho em casa faça favor de pedir, afinal eles estão ali a encher-se de pó e só deverei pegar  neles lá para o verão... por isso não se acanhem, bem sei que muitas vezes gostávamos de ler um livro, não conhecemos a autora e também não vamos comprar tudo o que queremos!

 

Irei ao norte para o Retiro da Quaresma, caso alguém queira algum diga que eu "atiro-os" para dentro da "valise", quanto às outras meninas que seguem o blogue e que gostam de ler e moram longe, apenas cobrarei 1€ de portes (livro)+/-.

 

Não fiquem preocupadas com o prazo de devolução que esta biblioteca é muito compreensiva, têm no máximo 6 meses para os lerem!!!

 

Aqui fica a lista:

 

Sveva Casati Midignani

  • Qualquer coisa de bom
  • Desesperadamente Julia
  • 6 abril 96
  • Uma lição de tango
  • Baunilha e chocolate
  • Feminino singular
  • Chuva de diamantes

 

Kristin Hannah

  • As inseparáveis
  • Fly Away
  • Um estranho na cidade
  • A hora mágica
  • Jardim de inverno
  • A escolha

 

Victoria Hislop

  • A Ilha (acho que está emprestado)
  • A arca

 

Deboran Smith

  • A doçura da chuva
  • O café do amor

 

Sarah Sundin

  • Nas asas do amor

 

Yoco Ogawa

  • A magia dos números (emprestado)

 

Luanne Rice

  • Espero por ti este inverno (emprestado)
  • Milagre em Nova Yorque

 

Kathy Kelly

  • Reencontros
  • Alguém como tu

 

Maeve Binchy

  • Uma casa na Irlanda
  • De alma e coração
  • Noites de chuva e de estrelas
  • Sonhos desfeitos
  • Os segredos de Shankarring
  • A lição de italiano

 

Anna MacPartlin

  • Sempre que dizemos adeus

 

Jojo Moyes

  • Retrato de família

 

Cecilia Ahern

  • Obrigada pelas recordações

 

Elizabeth Edmondson

  • Uma mansão na bruma
  • A arte de amar (emprestado)

 

Jude Deveraux

  • Jardim de alfazema

 

 Devo ter mais, mas não tenho agora mais tempo para aqui os colocar...

 

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 Quem é amiga quem é???

 

 

22
Fev15

I Domingo da Quaresma


Olívia

Palavra de ordem: PREPARAR!

 

Como cá em casa gostamos de ser activos nas nossas caminhadas, e depois de começarmos os preparativos para o "Caminho de Jerusalém", o nosso ideal e as regras da quaresma, há que trabalhar a parte interior, sem esforço interior nada destas coisas fazem sentido.

 

Não vale a pena decorar a casa com panos roxos se vivemos uma semana cor-de-rosa, não vale a pena recordar os mistérios dolorosos, se no fundo vivemos no excesso e na algazarra... para que isto não aconteça precisamos de muita força de vontade e cabe-me  a mim enquanto mãe dar o exemplo.

 

Afinal de que estou eu disposta a abdicar nesta quaresma? Que sacrifícios vou eu fazer?

 

Num destes dias ao jantar pedi a cada uma das minhas filhas que dissesse três coisas que a irmã faz e não devia fazer, depois pedi a ambas que dissessem três coisas que eu não devia fazer, as respostas rondaram todas no mesmo "não ralhar tanto", "não embirrar", "não gritar". Parece-me que tenho aqui um ponto de partida para esta caminhada...

 

De facto é difícil para mim ter de repetir muitas várias vezes a mesma coisa e não ver resultados, chegar e ver as coisas espalhadas, ter de estar a chamar a atenção pelas maneiras à mesa, repetir que é preciso lavar sempre as mãos, que a roupa clara não deve ser misturada com a roupa escura na máquina, que se a máquina da loiça já lavou é preciso arrumá-la, que é hora de ir para a cama... coisas assim, que isoladas não são nada de especial, mas todas juntas e depois do cansaço de um dia de trabalho parecem o fim do mundo.

 

Parecem, mas não são. E por isso mesmo nesta quaresma irei esforçar-me mais por não estar sempre a reclamar disto e daquilo, gritar ainda menos e repetir as mesmas coisas as vezes que for preciso.

 

Parece fácil? Não sei se vou conseguir, mas sei que tenho uma arma secreta: tenho consciência das minhas falhas, sei reconhecê-las (mesmo que me doa) e sei pedir a Deus que me ajude, só me resta ser humilde o suficiente para fazer isto TODOS os dias, mesmo quando a quaresma terminar, aí sim a minha caminhada interior poderá reflectir as flores e a alegria da Páscoa...

 

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21
Fev15

Quando eles crescem!


Olívia

Acho que todos os pais um dia (vários dias) olham para os seus filhos com olhos de ver e de sentir (lentes e óculos incluídos) e por pequenos momentos apercebem-se de que eles cresceram. Já fazem isto e aquilo sozinhos, já querem conversar de outras coisas que não brincadeiras, já vão sozinhos para a escola, aos recados e até já têm alguma autonomia nas suas tarefas do dia-a-dia...

 

São pequenas conquistas que nos deixam orgulhosos e na expectativa! Afinal os filhos querem-se autónomos, confiantes, cheios de auto-estima e com coragem para enfrentarem os seus próprios problemas.

 

Tenho visto a Maria a crescer desde o dia 0, ainda na barriga... tenho visto a Margarida a crescer desde o dia 0 ainda na fundação, às vezes dou comigo tão, mas tão orgulhosa delas... pena é que nem sempre o digo...

 

Toda esta conversa vem a propósito da "independência" bloguística da Margarida, a moça quer dedicar algum do seu tempo a uma actividade nova no sábado à tarde, depois das suas tarefas feitas, e eu acho muito bem. Eu sou do tipo de mãe que controla o que as filhas vêem na televisão e na internet, sim sou uma chata, mas sou mesmo assim... mas também sei reconhecer que muitas vezes há que dar o passo seguinte, por isso desde ontem a Margarida tem o seu blogue num outro endereço onde ela é a gerente e a chefe!

 

As Magias da Margarida é então o seu espaço, que basicamente é o mesmo graças às ferramentas de imortação aqui do estaminé, mas com uma cara lavada e já escrito por ela. Espero que a cada sábado ela escreva ou coloque os sete posts para a semana toda, assim todos os dias terá novidades para nos contar... (link directo ali ao lado na barra lateral).

 

Ter um espaço só seu, onde partilha as suas ideias e fotografias vai certamente ajudá-la a crescer, ajudá-la a desenvolver a escrita e a criatividade!

 

Boa sorte filha!

 

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(Claro que a Maria também quer um blogue... acha que os seus trabalhos artísticos merecem aparecer na Internet... po enquanto vai ter de se contentar com um espaço neste blogue da família... há que crescer!)

 

 

 

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