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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

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Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

A Biblioteca da Mãe # 9

Durante um destes fins-de-semana precisei de estar em repouso durante algum tempo para "curar" umas dores nas articulações que apareceram sem razão aparente, mas que me levaram a perder alguma força nos joelhos e nos pulsos. Felizmente que já passou, na impossibilidade de tomar daqueles comprimidos fortes para as dores tive de render-me ao sofá e parar.

 

Para me entreter fui intercalando a leitura de livros católicos com um livro pequenino que tinha recebido há tempos nas trocas.

 

O livro chama-se "Milagre em Nova Iorque" e está classificado pela autora - Luanne Rice - como um conto de Natal.

 

O certo é que ler um livro com uma história passada em pleno inverno e no Natal numa altura de Páscoa e primavera não tem o mesmo encanto... confirmei aquilo que já suspeitava: para mim, livros de praia são bons para ler no verão, livros com histórias de gelo são para ler no inverno.

 

O livro/conto em si não é nada de especial, é uma história de família, mas de uma família diferente, com muitas feridas para curar e apesar de todos se amarem têm formas muito diferentes de ver a vida.

 

Para completar este conto falta ainda uma terceira pessoa, também ela com grandes coisas por descobrir, uma delas é como refazer a sua vida!

 

Foi um livro daqueles bons para desanuviar, que me deixou um novo hábito para quando passeio/caminho pelas cidades e aldeias, se quiserem saber qual é basta ler o livro até ao fim... provavelmente vou voltar a ler este livro no inverno, à lareira, a olhar para a minha árvore de Natal/Jessé cheia de pequenas luzes cintilantes e cheia de promessas, sonhos, histórias e sentimentos!

 

Só para terminar adorei a primeira página, que tinha uma carta da autora para os leitores portugueses, manuscrita (!!!) onde estava uma curiosidade que me deixou a gostar ainda mais de ler livros seus!

 

 

 

 

 

 

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Coisas de grávida #2

Gostava de registar neste meu espaço a alegria que esta gravidez me tem dado!

 

Quem diria que a mesma Olívia que jamais queria voltar a engravidar tivesse hoje a certeza de que na verdade nos faltava "algo" na nossa família, sim, em conversa lá em casa já tínhamos dado conta dos lugares vagos à mesa durante as refeições... seis cadeiras, quatro pessoas... eu sei... a Maria também disse que mesmo assim ainda falta ocupar uma cadeira, mas nunca se sabe o futuro e neste momento aprendi a saborear cada dia, sem tentar fazer planos com antecedência, sem estar sempre a ponderar tudo.

 

A seu tempo tudo se vai resolvendo, por isso nada como ir agradecendo a Deus por cada coisa do nosso dia, e esperando para ver que surpresas mais ainda teremos nas nossas vidas!

 

Ora se o meu estado de espírito anda a ficar uma maravilha, tanto que nos últimos dias já ouvi mais do que uma vez o comentário (que me deixou cheia de alegria):

- Estás feliz, não estás? Nota-se! Estás uma grávida muito bonita!

 

(Pronto foi um breve momento de vaidade eu sei...)

 

Finalmente chegou a altura de dizer adeus às minhas lindas calças de ganga, que após ter perdido seis quilos voltei a vestir em Março, eu já sabia que ia ser sol de pouca dura e fiquei contente por me terem finalmente servido... mas enfim, agora já não servem!

 

O nosso bebé deve estar a crescer bem e o botão das calças normais já não aperta, mas fiz uma descoberta, no fundo de uma gaveta estavam umas calças da gravidez da Maria, nem sei como, pois eu tinha ideia que tinha dado tudo, fui vesti-las e no domingo na missa toda a gente se admirou com a barriga já a notar-se tanto (a roupa de grávida tem logo esse efeito), de todas as formas já tenho mais dois pares que comprei naquele site que começa por "O" e acaba num "X"!

 

São tantas as mudanças na nossa vida que eu já nem me recordava, outras nunca tinha passado por elas, como os enjoos, os desconfortos e os "desejos"...

 

...Quanto a isso vou só registar aquele que me parece o mais "flagrante", lá em casa todos sabem que eu não gosto de leite, nem do cheiro nem do sabor, eu não bebo leite desde a gravidez da Maria e mesmo nessa altura só bebia um copo pequenino para que a minha mãe não me ralhasse... mas na outra noite... quando fui arranjar um copo para a Maria beber antes de ir para a cama...

 

... já se está mesmo a ver...

 

 

... fui beber leite e voltei a repetir... e digo: soube-me tão bem, mas tão bem que ninguém faz ideia!!!

 

Entretanto já voltei a beber mais vezes, e sim, quente e sem açúcar!

 

 

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As coisas de grávida são mesmo assim!

 

Não é para entender, é para sentir!

 

 

 

 

Rostos e Vidas

Estamos a chegar aos últimos dias de Abril, o que significa que a 1ª fase dos IRS está a terminar, e significa também que está na altura de começar a devolver os papeis a todos os que por aqui têm passado e confiado em mim para tratar das suas vidas.

 

Muitas destas pessoas vêm cá há cinco anos, tantos quantos aqui estou, outras foi o primeiro ano. Cada uma destas pessoas tem uma história de vida que não se resume a números e faturas de despesas, muitas têm uma vida complicada, muitas estão sós.

 

Eu tenho vindo a conhecer cada uma destas pessoas, ouço as suas angústias, tento levar algum conforto a vidas destroçadas e a situações dolorosas, tento não julgar, nem tão pouco compreender, pois como me dizia a minha professora de português do 11º ano que perdera um filho nessa altura «nunca ninguém diga que compreende se nunca passou por isso».

 

Existe em cada rosto, em cada vida uma história única, em cada papel pequenino da "reforma por viuvez" existe um casamento que terminou, mas um amor que na maior parte das vezes perdura... e eu no meio da azáfama, do corre-corre dos dias tento que em cada um dos momentos que alguém está aqui perante mim a contar-me coisas íntimas dar-lhe toda a minha atenção, tento ser um pouco de luz, ainda que nem sempre brilhe com força, pelo menos que alumie alguma da escuridão.

 

Não o faço para ser mais nem melhor do que ninguém, faço-o por gosto, porque me sinto bem a fazê-lo, porque sou assim. Não o faço apenas pelo dinheiro que recebo em troca destes serviços contabilísticos, faço-o pois sei que sou mais feliz levando este conforto aos outros, porque sei que "O que fizestes a um destes mais pequeninos foi a Mim que o fizestes».

 

Andei muito tempo em busca de uma forma de "visitação" e não encontrei nada nos meus dias que considerasse digno de o ser. Um dia perguntei-me se estes encontros com o "outro" não seriam de facto isso mesmo, uma forma de levar Deus e oferecê-lo no meu dia-a-dia a quem comigo se cruza, e percebi que talvez não seja preciso realizar nenhum feito extraordinário, talvez baste na minha simplicidade ser como sou...

 

E depois, de vez em quando, recebo destes mimos:

 

 

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Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte: nem se acende a candeia para colocar debaixo do alqueire, mas sim num lugar em que alumia todos os que estão em casa ."

MATEUS 5:14-15

 

 

 

«Depois da tempestade vem a bonança»

Este dito popular é bem verdade, pelo menos até vir outra tempestade!!! 

 

Aos poucos os maiores desconfortos da gravidez começam a atenuar-se, o sono já não é tanto, a energia já parece estar de volta pelo menos para fazer as tarefas básicas do dia-a-dia, os enjoos já não duram o dia todo e finalmente consigo fazer e comer as refeições sem ficar tão enjoada!

 

Doze semanas já passaram! Faltam mais vinte e oito, que espero sejam vividas com toda a tranquilidade e com muita alegria!

 

Assim que passe esta azáfama de Abril e Maio conto começar a pensar na lista de artigos básicos que irei precisar a ver o que me falta, afinal a chegada de um bebé a uma casa onde já não há bebés há seis anos exige que se preparem as coisas com calma e com carinho!!!

 

Com esta melhoria convém que eu pense em aproveitar para ir organizando algumas coisas cá em casa, fazer umas limpezas que têm ficado a meio... e claro que temos de reorganizar os quartos, trocar as mobílias e pintar as paredes que bem precisam... isto é: andar com as mobílias de um lado para o outro e gerir a melhor forma de acomodar os nossos filhos!

 

Quero ainda organizar os roupeiros com a roupa de primavera (não sei se vale a pena, com estas chuvadas) e voltar aos belos e bons hábitos que já faziam parte das nossas rotinas e que com tanto mau estar e falta de energia fui descurando quase por completo...

 

Um deles é voltar aos menus semanais para não ter de me preocupar todos os dias a pensar na velha questão: "o que é o jantar hoje?", por isso perco meia hora a ver o que há na despensa, no frigorífico e no congelador e escolho as refeições da semana toda, em princípio o que temos chega e por isso não é preciso andar a caminhar para as compras todos os dias. A minha irmã ofereceu-me este quadro muito bonito, depois foi só fazer os menus e cada semana vou mudando, quando me apetece troco as refeições entre os dias!

 

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Um outro hábito que nos deixa sempre mais felizes e tranquilos é o momento de oração da noite, que devido a inúmeras coisas já por aqui escritas antes tem vindo a ficar... cada vez mais reduzido.

 

Ontem depois de ouvir a entrevista da Teresa tive a noção de que muitas vezes nos afastamos dos nossos ideais e nem damos conta, por isso há que voltar a ler a história da bíblia, cantar, rezar...

 

Muitas pessoas não entendem o porquê de tudo isto e acham que eu sou diferente, mas a verdade é que eu gosto de ser assim!

 

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Desafio - Conheces o teu blogue?

Andamos numa de desafios aqui no "Bairro dos blogs do Sapo", eu até nem era muito destas coisas, mas confesso que por vezes faz bem desanuviar a cabeça e responder a perguntas sobre assuntos que nunca nos lembraríamos de falar aqui no blogue.

 

Posto isto, fui nomeada pelo Rúben do blogue Um adolescente coisificando coisas de adultos (para quem não conhece, vá lá espreitar que vale a pena) para este desafio, cujas regras são as seguintes:

 

-Responder a todas as perguntas;

- Nomear 5 blogues ou fazeres por ti mesmo e comentar no blog onde viste a TAG.

 

***---***

 

1. Há quanto tempo tens o blog?

Há 9 meses.

 

2. Em que dia é que o teu blog foi criado?

No dia 1 de Julho de 2014.

 

3. Sem ires ao painel, quantas visualizações tens, aproximadamente?

Fiz um texto sobre isto, mas já não me recordo... visitas eram 10.000, as visualizações serão cerca muitas... desde o início até agora...

 

4. Sem ires ao painel, quantos comentários tens, aproximadamente?

Ao certo não sei mas já passamos os 950!

 

5. Quantas mensagens publicadas tens?

Mensagens são os textos, certo? Por isso devem ser 300 e qualquer coisa...

 

6. Quantos seguidores tens?

Trinta e poucos do sapo blogs, mais alguns que não tendo blogue ou tendo noutra plataforma continuam a vir aqui espreitar!

 

7. Quem mais sabe da existência do teu blog?

As famílias de Caná e um ou outro amigo...

 

8. Já alguma vez pediste conselhos a outro blogger?

Já, costumo falar com a Teresa a respeito de alguns temas.

 

9. Lembras-te perfeitamente de todos os layouts que o teu blog teve?

Sim, o 1º foi «uma página arrancada de um caderno de argolas», muito bonito e simples, depois mudei para este que tem mais cor!

 

10. Que opinião achas que as pessoas têm do teu blog?

Grande parte continua a voltar o que é bom sinal! E quando comentam... são os maiores!!!

 

Nem sei se estas respostas dão direito a "positiva", acho que não estudei para o teste...  

 

5 blogues que desafio:

 

As surpresas de Deus

Uma Caravana no Deserto

Alheia a tudo ou talvez não

Bata e Batom

Dicas de uma farmacêutica

 

 

 

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