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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

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Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Mini Culinária #2

Sobrevivemos à 1ª aventura na cozinha!

 

 

Depois da sopa, elas estavam lançadas, queriam fazer mais e mais, queriam fazer tudo! Portanto, seguimos para o frango no tacho com massa, cortar a cebola, mais cenoura, temperos, e toca a mexer:

 

 

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A massa foi muito mais fácil:

 

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Lavar bem a alface apanhada do quintal, que costuma sempre ter uns bicharocos...

 

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 A Maria já está perita em arranjar a salada (o problema é a cebola que faz a mana chorar)

 

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E ainda houve tempo para uma limonada bem fresquinha!

 

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 Quando me lembrei de tirar a fotografia à refeição já tínhamos comido!!! 

 

Foi uma boa experiência, ainda tenho muito que mudar e elas ainda têm muito que aprender! Vão ser umas férias muito interessantes, para todos cá em casa, no próximo sábado vão cozinhar peixe no forno com batatinhas!

 

 

«Alegrai-vos em Deus, nossa força,

aclamai o Deus de Jacob.

Iniciai a festa, vibrai os tímbalos, 

pulsai a harpa e a lira.»

Sl 81 (80)

 

Mini Culinária

Eu confesso que sou muito um bocado egoísta mandona na cozinha. Gosto das coisas arrumadas nos sítios certos, não consigo andar a cozinhar com muita gente à minha volta, sempre que temos visitas gosto de ser eu a fazer tudo, quando vou a algum lado tenho sempre a mania de querer ajudar nas arrumações e limpezas... enfim, já deu para ver o género...

 

Mas, ultimamente tenho visto em vários blogues tais como aqui e aqui que talvez seja boa ideia, não só fazer uma espécie de atividades culinárias com os filhos, mas dar-lhes a oportunidade de serem eles próprios autónomos na preparação de algumas refeições.

 

Dito isto, vamos à parte complicada: como é que eu, sendo como sou vou conseguir ultrapassar esta falha que tenho e deixar as duas filhas na cozinha a fazerem comida? (leia-se sujar montes de loiça, desarrumar tudo, lidar com o fogão, forno, etc?)

 

3, 2, 1 Respira fundo, lê um Salmo e entrega tudo nas mãos de Deus

 

 

Bem, parece-me que o primeiro passo é encontrar receitas que sejam simples e práticas, por isso quem tiver sugestões força, é só deixar nos comentários, mandar por email e depois ver como é que sai! Não podem é ser daquelas receitas todas "fashion" com ingredientes que eu nem sei o que é tipo algas, e alpista de goji e não sei o quê das Índias, etc...

 

Então, na planificação do menu para esta semana resolvi que o jantar de sábado e de domingo ficaria a cargo das nossas filhas - com supervisão - que me arrepia pensar nelas a acender o fogão...

 

A coisa mais importante a saber fazer é uma panela de sopa, por isso a mais simples vai ser mesmo creme de legumes (tudo o que houver no frigorífico).

 

Aqui está algumas imagens 9para registar como correu a confeção da sopa (fotos com telemóvel e como elas não paravam quietas foi o que deu)

 

 

 Descascar batatas, cortar alho francês, ir ao congelador buscar cenoura e curgete (que a avó nos deu)...

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Colocar tudo na panela (ainda fria) e esperar...

 

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 Triturar bem para não ficar cheia de bocadinhos...

 

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Hora do jantar!!!!

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 (ao que parece ambas as manas concordaram que esta sopa ficou muito melhor do que a sopa da mãe!)

 

 

 Amanhã mostramos mais umas fotos!

 

 

«Sou diferente, e depois?!»

Descobri há dias (através de um comentário na página da FEM) uma página na internet com textos muito interessantes, hoje quero aqui partilhar este:

 

Sou diferente, e depois?!

Marta Arrais (17-06-2015)
 
 
 
«Ser diferente é uma responsabilidade muito grande.
 
 
Ser diferente dá muito trabalho. É muito difícil. Mais fácil é ser peixe confundido em cardume. Ser onda da mesma maré. Gomo da mesma laranja.
 
 
É tão fácil ser mais uma carta do baralho que a simples ideia de permanecer incógnito no meio de uma multidão chega a atrair. A diferença faz pensar, faz querer ser melhor, faz lutar contra o rebanho que é o mundo.
 
 
E a verdade é que somos verdadeiramente diferentes uns dos outros. Por vezes, as diferenças vivem dentro dos meandros das nossas emoções e ninguém as vê. As doenças das emoções e da mente são as mais duras de aceitar.
 
 
Ninguém as vê mas sabemos que estão lá. Condicionam-nos. Fazem-nos sentir amputados. Fazem-nos nunca pertencer a lugar nenhum. Arrumamos o que achamos que os outros condenarão e fazemo-nos passar por ovelhas de um mesmo rebanho. Mas não somos.
 
 
Somos pássaros com asas de lã de ovelha e quando nos virem voar vão perceber que, afinal, somos diferentes.
 
 
Depois, temos as doenças do corpo. Algumas fazem-nos perder o cabelo, mudar de cor. Outras fazem-nos ficar presos a uma máquina durante aqueles que seriam os melhores anos da nossa vida. Outras mancham a nossa pele e semeiam nela cores ou cicatrizes que chamam a atenção.
 
 
Todas as diferenças nos fazem viver a vida a olhar para baixo. Somos pouco. Somos menos. Vivemos iludidos. Vivemos reféns daquilo que achamos que é a normalidade, a banalidade. E queremos viver mergulhados num mar onde temos sempre pé. A vida não é nada disto.
 
 
Vamos perder o pé algumas vezes. Engolir umas golfadas de água com sal e de ventos frios. Mas a minha avó sempre me disse que a água do mar era boa para curar feridas. Que venha ela.
 
 
Ser diferente é bom. Ser diferente é o que nos define. O que nos faz apaixonar por aquela pessoa e não pela outra. Ser diferente é o que nos faz arriscar.
 
 
Viver tudo hoje porque amanhã pode já não haver dia. Ser diferente é ser de Jesus. Que foi o mais diferente de todos e nem por isso deixou de ser o melhor. O único que arriscou ser diferente antes de todos os outros.
 
 
Os outros quiseram continuar a ser banais. Iguaizinhos ao que sempre tinham sido. Conheces aquele senhor que é diferente dos outros todos? Não. Disseram eles. Conheço lá agora.
 
 
Ser diferente custa muito.
 
 
A Jesus custou-lhe a vida.
 
 
E a ti, o que é que te custa ser diferente?!»

 

 

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Coisas de quem não tem muito para fazer...

...Ou então tem, mas precisa de ocupar a cabeça com outras coisas que não números e contas!

 

Portanto, além de ir bordando umas coisinhas para o enxoval da nossa criança, estou também - aos poucos - a fazer uma espécie de caderno de atividades para me ajudar na evangelização familiar das minhas filhas.

 

Para a Maria comecei a preparar este "livro":

Evangelização Familiar.docx

 

 

Para a Margarida é mais difícil pois a idade é outra, provavelmente irei retirar ideias dos livros da Teresa, que no final de cada passagem tem uma série de atividades boas para nos fazer pensar!

 

Por agora apenas consegui fazer mais ou menos corresponder ao que fiz para  a Maria, mas em versão mais "crescida"...

 

Evangelização Familiar margarida.docx

 

São coisas muito simples para me auxiliarem na tarefa das histórias da biblia, e ao ir fazendo as atividades acabamos por meditar um pouco mais naquilo que lemos!

 

Já estamos a testar, pois as férias têm dias muito grandes, com muitas horas para ocupar... e entre uma e outra brincadeira pode-se ir fazendo umas atividades do novo "livro"!

 

 

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Uma outra rotina alterada foi a da oração da manhã, deixou de ser feita sobre rodas (as do carro a caminho da escola/trabalho) e passou a ser também feita junto ao canto de oração.

 

Como nos levantamos cedo, mas não temos grandes preocupações a não ser os afazeres normais da manhã, conseguimos sentar-nos por cinco minutos e assim começamos o dia com muito mais tranquilidade.

 

 

 

A adoção em palavras #2

Cada Processo é uma Gravidez!

 

Por incrível que possa parecer ainda existem pessoas que acham que um processo de adoção é apenas a famosa máquina burocrática portuguesa a funcionar mal.

 

Mas, a mim parece-me que esta forma de nos tornarmos pais não é nem mais nem menos do que uma gravidez, embora não saibamos qual será o dia do parto, um dia será o nosso dia.

 

Até lá existem algumas coisas necessárias e que devem ser preparadas, tal como numa gravidez biológica.

 

É preciso decidir que está na hora de nos tornarmos pais, é preciso ter muita paciência, tal como nos exames físicos que fazemos quando estamos grávidas (análises, ecografias, observações) é preciso deixar que pessoas especializadas nos "examinem".

 

É preciso preparar o coração e a nossa vida para receber o dom dos filhos, é preciso não perder a paciência quando as coisas são mais complicadas do que deviam ser, ora perguntemos às grávidas que têm de repousar nove meses para que o seu filho possa nascer saudável... ou perguntemos às grávidas que descobrem que não se sabe de onde agora têm diabetes gestacionais, ou tensão muito alta... será que elas desanimam e pensam em desistir?

 

Pois também os pais adotivos não podem desanimar só porque a papelada dá muito trabalho, as entrevistas são uma coisa pavorosa, o tempo de espera é exasperante... cada filho traz consigo muitas alegrias, mas também uma luta constante!

 

Mas no fim, aquele momento em que olhamos para os nossos filhos e pensamos: "finalmente estás aqui!" vale todo o esforço, seja ele físico ou psicológico, seja ele fruto de uma gravidez ou de um processo de adoção!

 

 Gostaria tanto que existissem iniciativas que mostrassem o lado bom de ter filhos adotivos, que não se concentrassem sempre no processo demorado, existem nas redes sociais centenas de páginas e personalidades que promovem a adoção de animais, basta fazer uma pesquisa no google por "adoção" e é ver... depois temos milhares de crianças institucionalizadas, que não merecem viver assim, temos pessoas solteiras, casadas, unidas de facto que gostavam de adotar, mas têm medo.

 

Não tenham medo.

O amor é a resposta a todas as questões que podem surgir!

 

adoption

 

 

Alentejo, lindo Alentejo!

No último dia de passeio, por sugestão do pai abalámos cedo em direção a Beja, eu ainda pensei que era melhor ir à praia de manhã, mas depois lembrei-me da 5ª coisa que escrevi no desafio das sete coisas que gostava de fazer e pensei, nunca lá fomos por isso: "porque não vamos agora?"

 

E o divertido destes dias é também fazer coisas sem planear, por impulso! Eu nem sempre fui capaz de aceitar isto bem, tinha a necessidade de controlar tudo, ter sempre tudo definido, por isso sinto que a cada dia que passa estou a crescer mais como pessoa!

 

Assim ficou combinado um almoço em Beja (um almoço bom, pois neste dia e meio só comemos sandes e afins), onde? Não fazíamos a mínima ideia!!! 

 

Depois de um pequeno almoço com direito a ovos mexidos, e de termos as coisas arrumadas ainda tivemos tempo para conhecer a igreja de S. Pedro do mar, linda, linda!

 

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Sair do Algarve e entrar no Alentejo dá para perceber de imediato, que paisagem bonita!

 

Campos e campos dourados salpicados de pequenas árvores aqui e ali, são quilómetros e quilómetros de uma paisagem inconfundível, umas vezes em tons "terra" outras vezes cheias de vida com milhares de girassois!

 

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Um dia voltaremos ao Alentejo para parar em algumas localidades que íamos vendo ao longe, com grandes igrejas e castelos de princesas...

 

A chegada a Beja foi já na hora e almoço, todos estávamos com muito apetite, mas não sabíamos para que lado procurar... quando não se conhece nada temos de recorrer a uma ferramente infalível, e não, não fomos à net, nem a uma das aplicações para telemóveis, entrei numa farmácia e perguntei à moça onde podíamos comer!

 

Grata pela simpática dica lá fomos ao restaurante "Tem avondo ", expressão alentejana que significa: já não queremos mais, estamos satisfeitos, é um sítio pequeno e típico, tal como imaginámos, nesse dia não comemos carne, escolhemos salmão e chocos grelhados e comemos tão bem!

 

Aproveitando o tempo ameno ainda deu para tirar umas fotos num pequeno jardim:

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 E depois de uma volta pelas redondezas rumámos a casa! Mais uns bons quilómetros em que percorremos mais uma boa parte do Alentejo!

 

 

À chegada à nossa aldeia, depois de vermos a placa com o seu nome foi a grande festa! Estávamos em casa, fazia muito calor, mas lá dentro estava fresquinho... a gata Aurora esperava por nós com muitos miados de alegria, tudo estava como sempre... tudo continua como sempre!

 

Fizemos o nosso jantar, comemos em família, rezámos no nosso canto de oração e dormimos um sono tão bom nas nossas camas!

 

É esta a beleza da nossa vida, saímos da rotina, divertimo-nos e regressamos à nossa casa, às nossas tarefas, àquilo que escolhemos ser: uma família católica que vive numa aldeia do interior do país!

 

 

 

 

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