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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!



Terça-feira, 30.06.15

Mini Culinária #2

Sobrevivemos à 1ª aventura na cozinha!

 

 

Depois da sopa, elas estavam lançadas, queriam fazer mais e mais, queriam fazer tudo! Portanto, seguimos para o frango no tacho com massa, cortar a cebola, mais cenoura, temperos, e toca a mexer:

 

 

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A massa foi muito mais fácil:

 

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Lavar bem a alface apanhada do quintal, que costuma sempre ter uns bicharocos...

 

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 A Maria já está perita em arranjar a salada (o problema é a cebola que faz a mana chorar)

 

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E ainda houve tempo para uma limonada bem fresquinha!

 

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 Quando me lembrei de tirar a fotografia à refeição já tínhamos comido!!! 

 

Foi uma boa experiência, ainda tenho muito que mudar e elas ainda têm muito que aprender! Vão ser umas férias muito interessantes, para todos cá em casa, no próximo sábado vão cozinhar peixe no forno com batatinhas!

 

 

«Alegrai-vos em Deus, nossa força,

aclamai o Deus de Jacob.

Iniciai a festa, vibrai os tímbalos, 

pulsai a harpa e a lira.»

Sl 81 (80)

 

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Segunda-feira, 29.06.15

Mini Culinária

Eu confesso que sou muito um bocado egoísta mandona na cozinha. Gosto das coisas arrumadas nos sítios certos, não consigo andar a cozinhar com muita gente à minha volta, sempre que temos visitas gosto de ser eu a fazer tudo, quando vou a algum lado tenho sempre a mania de querer ajudar nas arrumações e limpezas... enfim, já deu para ver o género...

 

Mas, ultimamente tenho visto em vários blogues tais como aqui e aqui que talvez seja boa ideia, não só fazer uma espécie de atividades culinárias com os filhos, mas dar-lhes a oportunidade de serem eles próprios autónomos na preparação de algumas refeições.

 

Dito isto, vamos à parte complicada: como é que eu, sendo como sou vou conseguir ultrapassar esta falha que tenho e deixar as duas filhas na cozinha a fazerem comida? (leia-se sujar montes de loiça, desarrumar tudo, lidar com o fogão, forno, etc?)

 

3, 2, 1 Respira fundo, lê um Salmo e entrega tudo nas mãos de Deus

 

 

Bem, parece-me que o primeiro passo é encontrar receitas que sejam simples e práticas, por isso quem tiver sugestões força, é só deixar nos comentários, mandar por email e depois ver como é que sai! Não podem é ser daquelas receitas todas "fashion" com ingredientes que eu nem sei o que é tipo algas, e alpista de goji e não sei o quê das Índias, etc...

 

Então, na planificação do menu para esta semana resolvi que o jantar de sábado e de domingo ficaria a cargo das nossas filhas - com supervisão - que me arrepia pensar nelas a acender o fogão...

 

A coisa mais importante a saber fazer é uma panela de sopa, por isso a mais simples vai ser mesmo creme de legumes (tudo o que houver no frigorífico).

 

Aqui está algumas imagens 9para registar como correu a confeção da sopa (fotos com telemóvel e como elas não paravam quietas foi o que deu)

 

 

 Descascar batatas, cortar alho francês, ir ao congelador buscar cenoura e curgete (que a avó nos deu)...

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Colocar tudo na panela (ainda fria) e esperar...

 

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 Triturar bem para não ficar cheia de bocadinhos...

 

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Hora do jantar!!!!

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 (ao que parece ambas as manas concordaram que esta sopa ficou muito melhor do que a sopa da mãe!)

 

 

 Amanhã mostramos mais umas fotos!

 

 

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Domingo, 28.06.15

«Sou diferente, e depois?!»

Descobri há dias (através de um comentário na página da FEM) uma página na internet com textos muito interessantes, hoje quero aqui partilhar este:

 

Sou diferente, e depois?!

Marta Arrais (17-06-2015)
 
 
 
«Ser diferente é uma responsabilidade muito grande.
 
 
Ser diferente dá muito trabalho. É muito difícil. Mais fácil é ser peixe confundido em cardume. Ser onda da mesma maré. Gomo da mesma laranja.
 
 
É tão fácil ser mais uma carta do baralho que a simples ideia de permanecer incógnito no meio de uma multidão chega a atrair. A diferença faz pensar, faz querer ser melhor, faz lutar contra o rebanho que é o mundo.
 
 
E a verdade é que somos verdadeiramente diferentes uns dos outros. Por vezes, as diferenças vivem dentro dos meandros das nossas emoções e ninguém as vê. As doenças das emoções e da mente são as mais duras de aceitar.
 
 
Ninguém as vê mas sabemos que estão lá. Condicionam-nos. Fazem-nos sentir amputados. Fazem-nos nunca pertencer a lugar nenhum. Arrumamos o que achamos que os outros condenarão e fazemo-nos passar por ovelhas de um mesmo rebanho. Mas não somos.
 
 
Somos pássaros com asas de lã de ovelha e quando nos virem voar vão perceber que, afinal, somos diferentes.
 
 
Depois, temos as doenças do corpo. Algumas fazem-nos perder o cabelo, mudar de cor. Outras fazem-nos ficar presos a uma máquina durante aqueles que seriam os melhores anos da nossa vida. Outras mancham a nossa pele e semeiam nela cores ou cicatrizes que chamam a atenção.
 
 
Todas as diferenças nos fazem viver a vida a olhar para baixo. Somos pouco. Somos menos. Vivemos iludidos. Vivemos reféns daquilo que achamos que é a normalidade, a banalidade. E queremos viver mergulhados num mar onde temos sempre pé. A vida não é nada disto.
 
 
Vamos perder o pé algumas vezes. Engolir umas golfadas de água com sal e de ventos frios. Mas a minha avó sempre me disse que a água do mar era boa para curar feridas. Que venha ela.
 
 
Ser diferente é bom. Ser diferente é o que nos define. O que nos faz apaixonar por aquela pessoa e não pela outra. Ser diferente é o que nos faz arriscar.
 
 
Viver tudo hoje porque amanhã pode já não haver dia. Ser diferente é ser de Jesus. Que foi o mais diferente de todos e nem por isso deixou de ser o melhor. O único que arriscou ser diferente antes de todos os outros.
 
 
Os outros quiseram continuar a ser banais. Iguaizinhos ao que sempre tinham sido. Conheces aquele senhor que é diferente dos outros todos? Não. Disseram eles. Conheço lá agora.
 
 
Ser diferente custa muito.
 
 
A Jesus custou-lhe a vida.
 
 
E a ti, o que é que te custa ser diferente?!»

 

 

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Sábado, 27.06.15

Coisas de quem não tem muito para fazer...

...Ou então tem, mas precisa de ocupar a cabeça com outras coisas que não números e contas!

 

Portanto, além de ir bordando umas coisinhas para o enxoval da nossa criança, estou também - aos poucos - a fazer uma espécie de caderno de atividades para me ajudar na evangelização familiar das minhas filhas.

 

Para a Maria comecei a preparar este "livro":

Evangelização Familiar.docx

 

 

Para a Margarida é mais difícil pois a idade é outra, provavelmente irei retirar ideias dos livros da Teresa, que no final de cada passagem tem uma série de atividades boas para nos fazer pensar!

 

Por agora apenas consegui fazer mais ou menos corresponder ao que fiz para  a Maria, mas em versão mais "crescida"...

 

Evangelização Familiar margarida.docx

 

São coisas muito simples para me auxiliarem na tarefa das histórias da biblia, e ao ir fazendo as atividades acabamos por meditar um pouco mais naquilo que lemos!

 

Já estamos a testar, pois as férias têm dias muito grandes, com muitas horas para ocupar... e entre uma e outra brincadeira pode-se ir fazendo umas atividades do novo "livro"!

 

 

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Uma outra rotina alterada foi a da oração da manhã, deixou de ser feita sobre rodas (as do carro a caminho da escola/trabalho) e passou a ser também feita junto ao canto de oração.

 

Como nos levantamos cedo, mas não temos grandes preocupações a não ser os afazeres normais da manhã, conseguimos sentar-nos por cinco minutos e assim começamos o dia com muito mais tranquilidade.

 

 

 

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Sexta-feira, 26.06.15

A adoção em palavras #2

Cada Processo é uma Gravidez!

 

Por incrível que possa parecer ainda existem pessoas que acham que um processo de adoção é apenas a famosa máquina burocrática portuguesa a funcionar mal.

 

Mas, a mim parece-me que esta forma de nos tornarmos pais não é nem mais nem menos do que uma gravidez, embora não saibamos qual será o dia do parto, um dia será o nosso dia.

 

Até lá existem algumas coisas necessárias e que devem ser preparadas, tal como numa gravidez biológica.

 

É preciso decidir que está na hora de nos tornarmos pais, é preciso ter muita paciência, tal como nos exames físicos que fazemos quando estamos grávidas (análises, ecografias, observações) é preciso deixar que pessoas especializadas nos "examinem".

 

É preciso preparar o coração e a nossa vida para receber o dom dos filhos, é preciso não perder a paciência quando as coisas são mais complicadas do que deviam ser, ora perguntemos às grávidas que têm de repousar nove meses para que o seu filho possa nascer saudável... ou perguntemos às grávidas que descobrem que não se sabe de onde agora têm diabetes gestacionais, ou tensão muito alta... será que elas desanimam e pensam em desistir?

 

Pois também os pais adotivos não podem desanimar só porque a papelada dá muito trabalho, as entrevistas são uma coisa pavorosa, o tempo de espera é exasperante... cada filho traz consigo muitas alegrias, mas também uma luta constante!

 

Mas no fim, aquele momento em que olhamos para os nossos filhos e pensamos: "finalmente estás aqui!" vale todo o esforço, seja ele físico ou psicológico, seja ele fruto de uma gravidez ou de um processo de adoção!

 

 Gostaria tanto que existissem iniciativas que mostrassem o lado bom de ter filhos adotivos, que não se concentrassem sempre no processo demorado, existem nas redes sociais centenas de páginas e personalidades que promovem a adoção de animais, basta fazer uma pesquisa no google por "adoção" e é ver... depois temos milhares de crianças institucionalizadas, que não merecem viver assim, temos pessoas solteiras, casadas, unidas de facto que gostavam de adotar, mas têm medo.

 

Não tenham medo.

O amor é a resposta a todas as questões que podem surgir!

 

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por Olívia às 06:00

Quinta-feira, 25.06.15

Alentejo, lindo Alentejo!

No último dia de passeio, por sugestão do pai abalámos cedo em direção a Beja, eu ainda pensei que era melhor ir à praia de manhã, mas depois lembrei-me da 5ª coisa que escrevi no desafio das sete coisas que gostava de fazer e pensei, nunca lá fomos por isso: "porque não vamos agora?"

 

E o divertido destes dias é também fazer coisas sem planear, por impulso! Eu nem sempre fui capaz de aceitar isto bem, tinha a necessidade de controlar tudo, ter sempre tudo definido, por isso sinto que a cada dia que passa estou a crescer mais como pessoa!

 

Assim ficou combinado um almoço em Beja (um almoço bom, pois neste dia e meio só comemos sandes e afins), onde? Não fazíamos a mínima ideia!!! 

 

Depois de um pequeno almoço com direito a ovos mexidos, e de termos as coisas arrumadas ainda tivemos tempo para conhecer a igreja de S. Pedro do mar, linda, linda!

 

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Sair do Algarve e entrar no Alentejo dá para perceber de imediato, que paisagem bonita!

 

Campos e campos dourados salpicados de pequenas árvores aqui e ali, são quilómetros e quilómetros de uma paisagem inconfundível, umas vezes em tons "terra" outras vezes cheias de vida com milhares de girassois!

 

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Um dia voltaremos ao Alentejo para parar em algumas localidades que íamos vendo ao longe, com grandes igrejas e castelos de princesas...

 

A chegada a Beja foi já na hora e almoço, todos estávamos com muito apetite, mas não sabíamos para que lado procurar... quando não se conhece nada temos de recorrer a uma ferramente infalível, e não, não fomos à net, nem a uma das aplicações para telemóveis, entrei numa farmácia e perguntei à moça onde podíamos comer!

 

Grata pela simpática dica lá fomos ao restaurante "Tem avondo ", expressão alentejana que significa: já não queremos mais, estamos satisfeitos, é um sítio pequeno e típico, tal como imaginámos, nesse dia não comemos carne, escolhemos salmão e chocos grelhados e comemos tão bem!

 

Aproveitando o tempo ameno ainda deu para tirar umas fotos num pequeno jardim:

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 E depois de uma volta pelas redondezas rumámos a casa! Mais uns bons quilómetros em que percorremos mais uma boa parte do Alentejo!

 

 

À chegada à nossa aldeia, depois de vermos a placa com o seu nome foi a grande festa! Estávamos em casa, fazia muito calor, mas lá dentro estava fresquinho... a gata Aurora esperava por nós com muitos miados de alegria, tudo estava como sempre... tudo continua como sempre!

 

Fizemos o nosso jantar, comemos em família, rezámos no nosso canto de oração e dormimos um sono tão bom nas nossas camas!

 

É esta a beleza da nossa vida, saímos da rotina, divertimo-nos e regressamos à nossa casa, às nossas tarefas, àquilo que escolhemos ser: uma família católica que vive numa aldeia do interior do país!

 

 

 

 

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Quarta-feira, 24.06.15

"É tudo tão grande"

Depois de uma viagem surpresa, depois de uma noite em que o sono tardou, o dia amanheceu tranquilo e o despertar foi com sorrisos, estávamos de férias!

 

O dia seria preenchido com o "básico" ida à praia, explorar a zona, não fazer nada a não ser aproveitar o passeio, a comida seriam sandes e sumos, iogurtes e muito provavelmente a famosa bola de Berlim da praia (já tinha ouvido falar, mas nunca tinha provado)...

 

Depois de caminharmos pouco menos do que dez minutos a vista que se abre diante de nós é linda, areia, mar e céu azul:

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A Maria, que raramente foi à praia exclama: "É tudo tão grande!" e de facto é, o nosso país tem paisagens maravilhosas e olhar o mar e sentir a sua brisa é muito bom.

 

Eu e o meu marido não gostamos de praia - é verdade - gostamos de lá ir, mas ficar lá um dia inteiro ao calor para nós é demais... 

 

Nesta manhã deu para aproveitar e bem, até que chegou aquela hora de calor insuportável e rumámos a "casa", de tarde a Maria divertiu-se aqui:

 

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E a Margarida aqui:

 

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E nós descansámos e namorámos aos bocadinhos... mas aquilo que eu mais gostei foi finalmente ter ido à praia de tardinha, quase a anoitecer!

 

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Que bonito, que sossego, que paisagem bela!

 

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Apenas levámos a nossa "manta" e ali ficámos a apreciar esta praia que era quase só nossa, ali fizemos a nossa oração da noite, ali agradecemos este dia, ali brincámos e conversámos sobre o bebé que fez nesse dia 20 semanas aqui na barriga da mãe...

 

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Para a maioria das pessoas tudo isto não tem nada de especial, e na verdade não tem mesmo, o que torna estes momentos especiais é as pessoas com quem os partilhamos, hoje somos mais felizes, não por ido simplesmente ao Algarve, mas por termos estado juntos, por nos termos divertido com parvoíces e momentos engraçados aos quais só nós é que achamos piada, por termos comido gelado fora de horas e rebuçados antes do jantar...

 

Hoje somos mais felizes pois descobrimos que a verdadeira alegria está na nossa união familiar, hoje sabemos que temos na nossa família um porto seguro!

 

Hoje somos mais gratos porque podemos viver grandes e pequenas aventuras em conjunto! 

 

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Ah, a bola de Berlim era uma delícia, mesmo sem creme... era uma coisa fabulosa!!!

 

 

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Terça-feira, 23.06.15

Ser luz no meio das trevas

Aqui presto  a minha homenagem a duas pessoas que, podendo continuar com as suas vidas, escolheram ficar e ajudar.

 

O texto foi copiado integralmente daqui.

 

Assim que se sentam numa mesa do restaurante Everest Montanha 2, em Lisboa, pedem um "chá picante". Têm saudades do Nepal. Mas não por muito tempo: antes do fim do mês, estão de regresso a Kathmandu. O trabalho de Pedro Queirós, 35 anos, e Lourenço Macedo Santos, 33, está ainda a começar.

 

Lourenço: Só viemos cá porque queremos chamar mais atenção para a causa.

 

Pedro: Ainda temos muito para fazer lá.

 

Os dois amigos chegaram ao Nepal na noite de 24 de abril, após uma longa viagem de mochila às costas por vários países asiáticos. A aventura, julgavam, estava perto do fim. Quinze horas depois de aterrarem, o chão tremeu, matando quase nove mil pessoas.

 

Pedro: Nos primeiros dias, tudo parou. O abastecimento de água, comida, eletricidade, recolha de lixo. Os estrangeiros tentavam abandonar o país. Mas os nossos passaportes tinham ficado numa agência de viagens local. Quando os recuperámos, três dias depois, já tínhamos andado pela cidade e visto o caos: gente a dormir nas ruas, filas de 500 metros para a água e para a comida...

 

Lourenço: Aí tomámos a decisão: aplicar todo o dinheiro, 1 700 dólares [1 500 euros] cada um, a apoiar as pessoas.

 

Pedro: A nossa primeira compra, nessa manhã, foi 50 quilos de arroz e 400 bananas. Voou tudo em cinco minutos. No mesmo dia, tivemos de voltar ao supermercado mais duas vezes, comprar mais 200 quilos e depois 400 quilos de arroz. Enchíamos táxis e organizávamos filas para distribuir.

 

Entretanto, Pedro, com viagem marcada para 1 de maio, publicou o seu NIB no Facebook para quem o quisesse ajudar a ajudar.

 

Pedro: As pessoas perguntavam: ficam aí até quando? Ainda vale a pena ajudar?

 

Lourenço: Mas nós tínhamos visto gente morta na rua! Pessoas a pedir-nos massa, arroz, leite para bebés. Como é que podíamos ir para a praia beber cerveja?

 

Não podiam e não foram. Com os fundos a crescerem e os amigos do Facebook a multiplicarem-se, Pedro e Lourenço redobraram os esforços. Levantavam-se às sete da manhã e nunca se deitavam antes das três, quatro da madrugada. Com a ajuda de uma associação local, a BPW, "profissionalizaram-se". Aprenderam a regatear nas lojas.

 

Pedro: Caíamos em cima deles. Colchões a 100 rupias? Não. Faz isso a 50. É o teu povo.

 

Desenrascaram uma carrinha de caixa aberta, diversificaram os alimentos de acordo com os costumes nepaleses e passaram a comprar também bens não alimentares, como pensos higiénicos. Tudo com dinheiro português.

 

Lourenço: Um dia, o Pedro, que anda sempre com os lápis de cor atrás, pegou num cartão, pintou a bandeira nacional e escreveu "Obrigado Portugal". Era uma maneira de agradecer às pessoas que tinham contribuído.

 

A imprensa internacional descobriu-os. A história passou no Japão, na Austrália, nos EUA. Foram capa da VISÃO. Voluntários do Brasil, do México, de Espanha e de Malta juntaram-se-lhes, entusiasmados com o exemplo. Logo perceberam que estava na altura de passar à fase seguinte.

 

Pedro: Começámos a pensar na reconstrução do país, tendo em conta as monções que aí vinham.

 

Lourenço: Fora de Kathmandu, vimos vilas completamente devastadas. Ficámos ainda mais tocados.

 

A "Missão Obrigado, Portugal" passou a concentrar-se em duas novas vertentes: um campo de refugiados (Campo Esperança) para 350 pessoas de uma vila próxima, que procuraram refúgio na capital, e a construção de casas temporárias, para enfrentar as violentas chuvas das monções.

 

Lourenço: Caíram muitas casas, mas cada tenda que montamos é uma vitória.

 

Pedro: Temos aproveitado as competências de quem chega. Voluntários que vêm só por uma semana são encaminhados para o Campo Esperança, onde podem brincar com as crianças, dar aulas, comprar comida. Uma arquiteta chegou precisamente quando estávamos a pensar avançar com as casas temporárias.

 

Lourenço: Estamos agora a construir duas ao mesmo tempo, com assinatura portuguesa. Quando voltarmos, já estarão prontas.

 

Pedro: E vamos ter mais.

 

Lourenço: Sim, isto é um projeto-piloto. A Saudade 1 e a Saudade 2. Mais tarde, vamos analisar e replicar.

 

Com a sobrevivência garantida, era tempo de se concentrarem na dignidade dos nepaleses.

 

Pedro: Instalámos uma televisão no Campo Esperança, organizámos um show de talentos para as crianças...

 

Lourenço: De repente, estava o campo todo a cantar, a dançar e a recitar poemas. Foi uma tarde mágica. Isto é fundamental para as pessoas esquecerem um bocadinho a desgraça e terem dignidade. Terem vida.

 

A missão humanitária dos dois portugueses corria tão bem que algumas organizações não governamentais, com dinheiro e meios mas emperradas pela burocracia, já se juntavam a eles.

 

Lourenço: Nós temos dois milhões de dólares que vieram de Itália e podemos dar o transporte, mas não temos comida.

 

Pedro: Eles tinham paletes de comida no aeroporto, mas não conseguiam tirá-la de lá.

 

Lourenço: Nós levantávamos o dinheiro e comprávamos comida. Em menos de 24 horas, arranjámos oito toneladas de lentilhas, arroz, sal, que depois foram transportados de helicóptero.

 

O trabalho continua longe de estar terminado. Pedro e Lourenço preparam-se para fazer as malas e regressar ao Nepal, onde devem ficar, pelo menos, até ao Natal. Os seis meses sabáticos que haviam tirado para a viagem pela Ásia esticaram, deixando-lhes as carreiras em suspenso. O plano de iniciarem as suas próprias empresas, cuidadosamente delineado, foi adiado.

 

Pedro: Se começar o meu negócio aos 34 ou 35... São cinco minutos da minha vida.

 

Lourenço: Sim, seis meses não é nada. E isto está a dar-nos uma enorme bagagem em organização, liderança, gestão, marketing...

 

Pedro: Este é o nosso maior projeto.

 

Quase duas mil e quinhentas pessoas já contribuíram para a causa. Mas a responsabilidade não os assusta: nem têm tempo para pensar nisso.

 

Lourenço: Ainda não parámos. Mesmo em Portugal. Estava a ler o Shantaram antes disto e não lhe consegui voltar a pegar.

 

Pedro: Eu gosto de pintar e escrever, e também nunca mais.

 

Com os 27 mil euros angariados pelos dois amigos (que guardam cada fatura do que gastam, e pagam as suas refeições do próprio bolso), já foram ajudados 50 mil nepaleses. Mas muito, muito mais há a fazer.

 

Pedro: Peço às pessoas: organizem jantares de angariação de fundos. Criem movimentos.

 

Lourenço: O dinheiro lá rende. Com o preço de um metro quadrado em Lisboa construímos uma casa para uma família no Nepal.

 

O apelo tem resultado - Pedro e Lourenço até já receberam poupanças de crianças que partiram os mealheiros para ajudar o Nepal.



Ler mais: http://visao.sapo.pt/nepal-herois-acidentais=f822994#ixzz3dtOLInZ0

 

 

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(mais informações aqui

 

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Terça-feira, 23.06.15

Momentos de pausa

Podem ser algumas horas do dia, alguns dias da semana ou algumas semanas do mês, muitas vezes o cansaço instala-se na nossa vida e só pensamos sair de onde estamos.

 

A grande surpresa destas nossas pausas é sempre a alegria no regresso a casa, abrir a porta e sentir uma enorme gratidão por termos uma linda casa, caminhas confortáveis, um jardim, as nossas frutas e as nossas comidas!

 

Voltar é bom, sair também é. É uma forma de valorizarmos tudo quanto temos em vez de estarmos sempre a reclamar da vida...

 

O fim de semana passado foi o nosso momento de pausa.

 

Quando saímos de casa levámos o mínimo de coisas possível, se bem que com filhos este "mínimo" é um bocado exagerado... as meninas não sabiam onde íamos... saímos à aventura, por essas estradas, encontramos alguns imprevistos como a auto estrada cortada devido a um acidente terrível em que tantas pessoas ficaram feridas e algumas não resistiram...

 

Nestes imprevistos apercebemo-nos de quão valiosas são as nossas vidas, damos graças a Deus porque estamos bem, pedimos por aqueles que estão em aflição.

 

Pelo caminho, no carro, contemplamos o sol que desce e o dia que termina dando lugar a uma linda noite estrelada, estamos a chegar ao Algarve... sinónimo de praia e calor, sinónimo de alegria para a pequenada!

 

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À chegada somos bem recebidos, procuramos a nossa pequena casinha, as meninas investigam o local enquanto os pais começam a tirar "o essencial" da mala do carro (sacos e sacos de coisas, mais a geladeira, brinquedos...)

 

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A noite convida a uma refeição ao ar livre, são quase onze da noite e ninguém quer ir dormir... mas basta recordar que no dia seguinte é para ir cedinho à praia para que aos poucos tudo se comece a acalmar.

 

Antes de adormecer, agradeço a Deus a oportunidade de proprocionarmos este presente às nossas filhas, de podermos estar em família a fazer coisas diferentes, num lugar diferente!

 

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Segunda-feira, 22.06.15

Ai, as férias!!!

Começa agora aquela época do ano em que 90% das conversas tem a palavras "férias". Ou se fala da data da partida, ou do local escolhido... também já e ouvem as conversas relativas aos filhos/férias/ATL. 

 

É o normal para a época. A mim também me apetece ir de férias, como é lógico, mas as minhas férias "grandes" serão em novembro! Até lá espero ir passar um ou outro fim-de-semana algures por esse lindo Portugal para me ajudar a desanuviar!

 

Cá em casa já toda a gente sabe o ritmo do verão, o pai e a mãe trabalham e as filhas ou estão com a mãe na loja ou ficam com a avó e a tia para poderem "preguiçar" à vontade, no entanto têm de acordar sempre cedo...

 

Apesar de tudo as rotinas vão sendo outras, há tempo para descansar, tempo para ler, mas há também tempo para investir na continuação do esforço dedicado à escola no ano anterior.

 

Seria uma pena, por exemplo a Margarida não aproveitar meia hora do seu dia para rever uma qualquer matéria depois de tanto trabalho até agora. Este ano optei por não dar nem lista de temas a trabalhar, nem nada do género. Este ano estará por sua conta, aprendeu como se faz, agora é altura de se ir tornando autónoma no seu estudo.

 

Aqui não se exige mais do que um pouco do dia para "trabalhar", não faz mal a ninguém e ela precisa de não perder alguns conceitos que "aprendeu" nos anos anteriores.

 

Quanto à pequena Maria, trouxe um recado da professora:

"Mãe, temos de ler nas férias, ler para os pais, para os manos, para as paredes e para os bonecos, é preciso é ler"

 

Trouxe também uma brincadeira para fazer: "brincar às lojas", com as moedas e notas recortadas do caderno de exercícios de matemática, para praticar.

 

Sorte a dela que aqui no trabalho da mãe pode fazer trocos "a sério"!

 

Entretanto, estiveram as duas a escolher os desenhos, as fitas e as cores  para a mãe bordar nos babetes do/a mano/a... ursos, elefantes, cavalos marinhos, ratinhos, rãs, enfim coisas bonitas e cheias de cor... agora é esperar que a avó costure tudo para ficar bem bonito!

 

 

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Estes são dois... entretanto já bordei uns nove ou dez!!!

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Sexta-feira, 19.06.15

O que fazer das 48 horas do nosso fim de semana?

Fim de semana significa - para muitos - pausa. Mas o que significa fazer uma pausa?

 

Para mim, basta-me sair da rotina de uma semana para que seja uma pausa. Agora, também sei que muitas vezes tenho uma série de coisas planeadas para fazer e ando por ali e por acolá, chego ao domingo à noite e não fiz nada de jeito... até tenho medo quando vier o bebé...

 

Outros fins-de-semana faço mil e uma coisas e ainda me sobra tempo para inventar mais qualquer coisa que fazer... e com o verão, dias enormes e cheios de sol tenho muitas oportunidades de "fazer render o meu dia":

 

  • A lida da casa é daquelas coisas que não e pode adiar muito tempo, porque se corre o risco de chegar a um ponto em que a casa parece que foi invadida por monstros terríveis e depois é complicado dar conta daquilo num dia e meio... 
  • Tratar da roupa é outra coisa que também não se pode adiar muito senão a montanha de roupa cai ao chão e depois é que é!!!
  • O jardim e a horta esperam por nós também nestes dias... fruta para apanhar, ervas a crescer que é um encanto... pena que não se aprecie sopa de ervas daninhas...

 

Mas nem só de trabalho "caseiro" ocupamos o nosso tempo em casa...

 

  • Dedicamos tempo a fazer trabalhos para o canto de oração, normalmente depois de uma pequena catequese familiar;
  • Há que ler os livros da Teresa para tirar ideias para "histórias novas" da bíblia senão estou sempre a ouvir "já sabemos essa!!!!"
  • Temos de decidir a que horário vamos à missa em família, cá a missa é às 17h e a essa hora... é muito difícil porque no verão estão quese sempre 35º, mas nas férias a paróquia vizinha tem uma celebração às 8 da manhã... outra às 9.30... há muito por onde escolher... e o importante é irmos juntos.

 

Depois temos a parte "relax"

 

  • Eu tenho aproveitado para fazer uma siesta de hora e meia, pronto duas horas e tal...
  • As meninas andam por ali a fazerem das suas, com direito a momentos de muita amizade e cumplicidade e outros de gritaria e embirração que não se aguenta...
  • O pai vê umas daquelas séries muito interessantes sobre "coletores de antiguidades", carros e motas...

 

 

Existem ainda outros fins-de-semana em que agarramos nas filhotas e vamos dar uma volta para distrair a cabeça e passar algum tempo de qualidade em família!!!

 

 Seja o que for que estes dois dias nos reservam, que sejam vividos com alegria, com dedicação, com entrega, pois cada dia e um dia único!

 

Bom fim de semana e até segunda!

 

DSCF0147.JPG

 

 

 

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Quinta-feira, 18.06.15

Economia doméstica e Vida Cristã

Numa das muitas notícias (que por vezes me passam ao lado) pude ler esta frase dita pelo Papa Francisco:

 

Antigamente os nossos avós tinham cuidado para não deitar fora os restos de comida. Com o consumismo habituámo-nos ao supérfluo e ao desperdício diário de comida, que às vezes nem conseguimos avaliar correctamente, porque o seu valor ultrapassa largamente os parâmetros económicos. Notem bem, todavia, que a comida que deitamos para o lixo é como se fosse roubada da mesa dos pobres ou esfomeados! Convido todos a reflectirem sobre o problema da perda e do desperdício de comida e encontrarem formas e métodos de abordar o assunto de forma séria, que sejam um veículo para a partilha e a solidariedade para com os necessitados."
Audiência geral no Vaticano, 5 de Junho de 2013

 

Realmente eu recordo-me da minha avó dar tudo o que sobrava (dos pratos e mesmo as cascas da fruta) aos animais dela e das vizinhas, o seu caixote do lixo era tão pequenino e era despejado uma vez por dia, mas não tinha quase nada para mandar fora. Os guardanapos eram de pano, os pacotes da farinha serviam para escorrer os fritos, as especiarias (entre outras coisas) compravam-se em "papeluchos"...

 

Hoje em dia vamos às compras e tudo vem em embalagens com embalagens individuais e mais umas tiras de papel à volta com umas fita-colas enormes... para não perdermos tempo as coisas da charcutaria já vêm embaladas, quando uma pessoa começa a arrumar as compras olha em volta e só vê lixo.

 

É difícil combater esta nova moda e ninguém quer voltar "aos tempos de antigamente", eu também não, então como é que eu me desenrascava sem electrodomésticos e outras "modernices"?

 

Mas, estas coisas do ambiente deixam-me a pensar no quanto nós humanos temos destruído o nosso planeta, no lixo que fazemos e na quantidade de coisas que desperdiçamos todas as semanas... mesmo controlando as coisas acabamos por muitas vezes mandar comida fora...

 

Alturas houve em que eu não fazia ideia de tudo o que tinha guardado na arca congeladora e nas prateleiras da despensa...ia comprando e depois logo se via.

 

Graças a um livro que comprei há uns anos nos correios - A dona de casa perfeita - pude começar a organizar-me melhor.

 

Penso que se fizer um esforço posso, dentro das minhas possibilidades, contribuir positivamente para o nosso ambiente e evitar os desperdícios de comida, por exemplo:

 

  • Comprando as coisas da charcutaria avulsas para evitar trazer muitas embalagens;
  • Levando os nossos próprios sacos;
  • Controlando o excesso de "stocks" armazenados na despensa e na arca/frigorífico para que nada passe da validade;
  • Planeando as refeições para que nada se estrague;
  • Utilizar as sobras em refeições criativas;
  • Separando as embalagens, vidro, papel, as pilhas, óleo... e reciclando!
  • Habituando a gata a comer restos (sem gorduras, ossos e espinhas claro)

 

Como posso eu, que me digo uma mãe cristã, ver o mundo a ficar cada vez mais "pobre", cada vez mais poluído, e não adotar medidas simples que me façam preservar este lindo presente que Deus me deu? 

 

O que quero eu ensinar aos meus filhos? Que na vida tudo passa e por isso podemos estragar o que nos rodeia?

 

Não será melhor ensiná-los a respeitar a natureza, a partilhar o que temos com quem tem menos do que nós e a não desperdiçar nada na nossa casa?

 

 

IMG_20150617_223112.jpg

 

 (Parte da colheita de alperces da nossa "horta" que amadureceu depressa demais e agora está no frio para durar mais uns dias, uma parte já comemos e outra oferecemos...)

 

 

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Quarta-feira, 17.06.15

Preparar um batismo

Há seis meses contei aqui que já tinha nascido a nossa pequena afilhada, depois de um nascimento atribulado e apressado, a pequena Constança tem crescido e está linda e reguila como convém a um bebé!

 

Há uns meses que falei com a mãe para ver quando queriam marcar a data do batismo, afinal sem esse sacramento não há padrinhos. A mãe falou com o pai e por aquilo que percebi a muito custo lá marcaram a data, é que sendo uma família que não é "praticante", para eles batizar é uma coisa secundária.

 

A data seria quando a menina fizesse um ano, entretanto eu soube que iria ter o bebé uma ou duas semanas antes dessa data e os pais da menina resolveram antecipar o batizado para Agosto.

 

Além do vestido, da vela e da toalha existem outras coisas a preparar como por exemplo o coração. Convém saber o que se vai fazer, porquê e como. Isto para mim é o que faz sentido, mas não é assim para os pais, sabemos no entanto que já têm o restaurante escolhido. Nós iremos fazer a preparação para pais/padrinhos, eles não irão. 

 

Aproveitamos esta oportunidade para nos prepararmos também para o batizado do nosso bebé e levaremos a madrinha Margarida - afinal para espanto de alguns - o batismo do pequeno bebé já está marcado (para os outros que já sabem como somos nem é de admirar).

 

Sim, é mesmo verdade. Não é uma brincadeira. Para nós é importante que o/a nosso/a filho/a tenha o direito de ser chamado filho de Deus o mais próximo da data de nascimento possível, e que seja numa data especial. Tal como o da Maria será durante a eucaristia, todos (os que estiverem nessa celebração) são os convidados, quanto à chamada festa, não será mais do que um lanche em família!

 

Ora para quem vai ter bebé por no início de novembro qual seria o dia escolhido para o batismo?

 

O dia 8 de dezembro! É ou não é um dia lindo?

 

 Na verdade, como refere a Teresa no seu livro, cada vez mais se tende a adiar o batismo dos filhos, muito por razões financeiras, nós por aqui faremos tudo com simplicidade, por isso se alguém quiser estar presente no batismo, pode vir!!!

 

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Terça-feira, 16.06.15

Desafio Só +1

Ora então, pensava eu que os desafios tinham ido de férias para o Algarve ou até quem sabe para o exterior... mas a querida Mimi, voltou a nomear-me para mais este. Então cá vai:

 

Desafio «só mais 1»

As regras são as seguintes:

 
A. Responder às perguntas da lista. (Responder "Passo." se não se quiser responder a alguma pergunta.)
B. Acrescentar uma pergunta à lista de perguntas.
C. Nomear um blogue para responder ao desafio.
D. Colocar o link do post num comentário ao post onde se foi desafiado(a).
E. Se o blogue nomeado no ponto C não responder ao desafio no prazo de uma semana, repetir o número C, nomeando outro blogue. (Tentativa de manter o desafio a circular.)
 
A. Responder às perguntas da lista:
 
1. Se pudesses fazer uma pergunta a uma pessoa influente (qualquer que seja o campo de influência), que pergunta seria e a quem a farias?
Perguntaria ao senhor ministro da educação se está a pensar continuar a fazer os disparates que tem feito nestes últimos anos, no que diz respeito a não termos professores no início do ano, a não dar importância nenhuma aos alunos com necessidades educativas especiais, e a termos professores colocados que vivem a 200km... e mais umas coisas que não me fica bem escrever aqui...
 
2. Qual o elogio mais original que recebeste?
Que estou uma grávida com um ar de felicidade (mesmo que a vontade fosse dizer-me que tenho um barrigão enorme...)
 
3. Se pudesses voltar atrás, o que mudarias?
Nada.
 
4. Que sonho não pode ficar por realizar?
Passo.
 
5. Se te fosse concedida a realização de um desejo (apenas um) o que escolhias?
Poder chegar ao meu último dia e dizer que tudo fiz para alcançar a eternidade junto de Deus.
 
6. Estás satisfeita com o teu corpo? Porquê?
Muito. Um dia mostro uma foto da minha "cintura de vespa" grávida!
 
7. Tinhas 1 hora para fazer tudo o que te desse na cabeça, ilegal ou não, proibido ou não, sem sofreres qualquer punição ou represálias. O que fazias nessa hora?
Acho que seria como aqueles gatinhos que estão sempre fechados em casa e na hora da liberdade ficam com medo e estão a hora toda a pensar se realmente podia fazer tudo e não fazia era nada...
 
8. Se ganhasses o euromilhões o que fazias com o dinheiro?
Eu não jogo (sim, é mesmo verdade)
 
9. Se não estivesses neste momento a ler/escrever (n)um blogue, o que estarias a fazer?
A fazer declarações para as finanças...
 
B. Acrescentar uma pergunta à lista de perguntas.
10. O que achas que os teus filhos (pais, para quem não tem ainda filhos) diriam sobre o teu bom/mau feitio?
 
C. Nomear um blogue para responder ao desafio.
Nomeio a Lena, do blogue As surpresas de Deus.
 
D. Colocar o link do post num comentário ao post onde se foi desafiado(a).
A tratar disso.
 
 

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Segunda-feira, 15.06.15

A vida em imagens

Eu bem sei que já começa a ser demasiado frequente falar aqui de bebés e barrigas, mas neste momento é uma coisa que faz parte da nossa vida. Este é só mais um texto, como tantos outros na blogosfera sobre o assunto.

 

Existem hoje em dia imensas aplicações para o telemóvel que nos "recordam" diariamente como estamos de "barriguita", mas apesar de tudo andei à procura nesta imensidão que é a Internet de um sítio onde podíamos ver vídeos do National Geographic semana a semana, lembro-me de que fazia parte dos "favoritos" quando estava grávida da Maria.

 

E encontrei! É uma página da Federação Vida: vais ter um bebé!

 

As imagens não são muito recentes, mas são verdadeiramente fascinantes, e são uma boa opção para ver em família e aprender um pouco mais sobre o que todos fomos um dia!

 

 

adocao.jpg

 

Antes de te haver formado no ventre materno, Eu já te conhecia. Antes que saísses do seio de tua mãe, Eu te consagrei"

Jr 1, 4

 

 

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por Olívia às 06:17

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