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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

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31
Out15

Dia de Todos os Santos


Olívia

Amanhã, dia 1 de Novembro celebramos a Solenidade de Todos os Santos, recordando todos aqueles que são já participantes na festa da alegria, e tendo esperança de que nós, a quem nos foi oferecida a santidade no dia do nosso batismo, um dia possamos estar também nessa grande festa!

 

Se alguém se quiser juntar à iniciativa da Kendra, é ver aqui as regras do concurso, no ano passado foi muito engraçado!

Catholic Costume Contest.jpg

 Por cá, em terras portuguesas também houve fatiotas a rigor... ora aqui ficam eles!

 

 

30
Out15

Recomeços # 1


Olívia

Quando consigo distanciar-me e ver o quanto estou errada tenho duas opções:

 

1. Ignorar e continuar na mesma.

 

2. Mudar.

 

Hoje escolho mudar, sim porque eu nunca serei teimosa ao ponto de dizer " quem quiser que mude, eu sou assim"

 

Lutarei por ser cada dia uma pessoa melhor, assim Deus me ajude!

 

Voltarei a errar, voltarei a cair na mesma burrada, mas não vou desistir. 

 

 

 

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Pode parecer pouco, mas hoje abraço um grande desafio, crescer como pessoa, como mãe e como amiga....

29
Out15

Parêntesis


Olívia

Andei a pensar se contava aqui o que vi no outro dia e resolvi fazê-lo... é como se fosse um parêntesis na temática do blogue...

 

Ora então... preparem-se!

 

Na terça feira regressei ao hospital para repetir umas análises que a doutora me pediu, cheguei cedo, sim que lá para que tudo vá correndo bem temos de chegar 30 minutos antes da hora e se o fizermos somos mesmo atendidos à hora marcada.

 

Na sala estavam dezenas de pessoas à espera entre elas um menino de cerca de 5/6 anos, muito animado e cheio de energia!

 

Quando chamaram o nome dele entrou a sorrir para a enfermeira, pensei logo eu "coitado... não sabe ao que vai", mas para meu espanto (e das outras pessoas) ele sai de lá na mesma, todo contente somo se nada fosse! Depois fui eu e por aí fora...

 

À saída passei pelo bar para comer um pão com queijo já que estava para me dar uma coisa má com tanta fome, e sentei-me perto da mãe e do tal menino que comia o seu iogurte com imensa satisfação.

 

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A mãe apressava-o e ele ia comendo... já mesmo no final põe a colher na boca... pára, olha muito sério à volta e deita qualquer coisa para a mão...

 

 

A mãe segura com um guardanapo e olha para mim, muito séria perguntando:

 

- Você viu? Não viu?

 

- Sim vi, mas o que é?

...

Não dá para acreditar... eis o que vejo na mão da senhora:

 

 

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...

 

 

Eu ainda perguntei se o iogurte tinha sido aberto no bar, podia ter caído alguma moeda, mas a mãe disse que foi ela que o abriu ali na mesa... pedi para ver a marca e ela mostrou-me a "tampa", confesso: existem coisas que se eu não tivesse visto nem queria acreditar!

 

Portanto, há que mexer bem os iogurtes e olhar lá para dentro... não vá sair de lá o prémio do euromilhões!!!

 

 

 

 

28
Out15

Coisas de grávida # 10


Olívia

Há coisas que uma pessoa já nem se lembrava... e uma delas é que quando estamos grávidas vamos mais vezes ao médico em 9 meses do que em 7 anos quando não se está grávida!

 

Eu optei por ser seguida no centro de saúde, mas confesso que passámos algumas dificuldades pois já não temos médico de família há muito tempo, nem eu nem a Maria e a Margarida, pelo que decidimos para bem de todos, pedir a transferência do nosso processo para o centro de saúde onde o pai está inscrito. Eu sei, não é justo, mas este acto egoísta foi a única oportunidade de poder marcar consultas para as meninas sem ter de ir de madrugada para a porta do centro de saúde...

 

O único senão é que o centro de saúde é muito longe, pertence à zona de Loures, e por isso demoramos um pouco mais nas viagens até lá!

 

O médico, que já conhece o meu marido há muito tempo, aceitou este "5 pelo preço de 1" sem grandes alaridos, e claro, como médico de família em Portugal apenas somou mais 4 aos milhares de utentes que já tem (perto de 2.000). Mas nem por isso deixou de nos atender com profissionalismo e dedicação.  

 

Agora que já passei as 38 semanas o meu processo foi transferido para o Hospital Beatriz Ângelo, já lá fui e devo dizer que fui muito bem atendida, sem tempos de espera extra. Lá tive a oportunidade de ficar a saber a opinião da médica sobre os próximos passos até ao nascimento da Lúcia, não vim muito animada, mas já me conformei, bastaram vinte minutos!

 

Quando saí da consulta resolvi procurar a chamada "sala de culto", que seria por aquilo que percebi o mais aproximado de uma capela de hospital, mas que seria um pouco mais abrangente do que a religião católica. Segui as indicações e nada... nem de um lado, nem do outro... vi no mapa, nos esquemas, nada... cansada de andar às voltas sentei-me num banco e esperei.

 

Em frente a mim estava uma porta, ao lado uma placa que tinha escrito "Sala de Culto", ali estava ela... e eu, nem a via!

 

Quando abri a porta tinha um hall e outras duas portas, numa podia ler-se que não se devia pisar a carpete com calçado, na outra nada dizia... abri com jeitinho essa que não tinha nada escrito e finalmente ali estava ela! A capela!

 

No silêncio dessa manhã deixei-me ficar ali, a pensar, a fazer perguntas, a tentar encontrar respostas, assustada, receosa, pensando repetidamente "já passei por isto antes, não quero voltar ao mesmo"... depois de brigar comigo mesma, quem nem uma teimosa durante algum tempo, resolvi entregar tudo e confiar... ah... abençoados vinte minutos...

 

 

 

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27
Out15

Planos para o futuro


Olívia

Uma das coisas boas da vida é que em cada dia podemos manter ou alterar o rumo das nossas vidas. Podemos olhar para o que já vivemos e podemos imaginar como será daqui por dez, vinte ou cinquenta anos...

 

Na semana passada muito se falou do filme "regresso ao futuro", porque ao que parece o "futuro" já passou num certo dia e hora... se eu disser que não vi estes filmes, provavelmente ninguém acredita, mas é a verdade. 

 

Ao ler vários posts sobre esse dia, voltei a recordar-me dos meses em que andávamos a construir a nossa casa e a pensar que um dia, no futuro, iria ver crianças a brincarem no jardim... ou sentadas à lareira... que havíamos de passar os Natais ali juntos em festa...

 

Na verdade esse futuro já chegou! Em cada dia que a nossa família se reúne, em cada brincadeira ou tarefa estou a viver aquilo que sonhei vir a viver, não, estou a viver muito mais do que aquilo que sonhei, estou a viver o que Deus sonhou para mim!

 

Não deixa de ser estranho pensar nisso, ainda no domingo na catequese familiar falávamos dos sonhos que Deus tinha para nós ainda nós nem existíamos, e que ainda tem, nós é que não os conhecemos... podemos imaginar, fazer planos, sonhar, faz parte do ser humano... importante, além de sonhar, é agradecer o presente, o hoje, a vida assim, conforme a vivemos em cada dia! 

 

Na verdade nem eu nem o meu marido jamais imaginávamos o que seria a nossa vida no momento em que dissemos o nosso "sim" na presença de Deus e dos nossos familiares e amigos, nesse dia começámos um projeto a dois, nesse dia abrimos o coração à família, nesse dia também nós continuámos o sonho que Deus tinha traçado para nós... éramos dois miúdos, jovens, muito jovens, com uma grande dose de loucura daquela saudável e muita vontade de viver!

 

 

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Hoje já não somos dois miúdos, mas ainda somos jovens... oh se somos, e ainda temos muita vontade de viver... e muita da loucura da juventude!!!!

 

 

26
Out15

Quando a chuva cai


Olívia

A melancolia tende a invadir os meus pensamentos e as minhas atitudes, fico rabugenta e mal humorada... e é extremamente difícil contornar este grande defeito que tenho. Posso andar um dia inteiro a fingir que não me afecta, mas quando chega à tardinha... vejo que são 6 da tarde, olho lá para fora continua a chover e já está escuro... aí não há volta a dar... é que eu não gosto nada destes dias chuvosos, muito menos com a mudança da hora à mistura!!

 

Bem sei que terei de me acostumar que daqui até ao Natal os dias hão de ficar cada vez mais pequeninos, até começarem novamente a crescer, mas não é fácil. É preciso muita ginástica mental para que por cada pensamento negativo em relação ao tempo e à hora, me ocorra logo um pensamento de gratidão...

 

***

 

- Oh... e a chuva que está teimosa tenho o chão todo molhado...

- Sim, mas a horta está a ficar bem regada...

 

- Ai o estendal cheio e a roupa não enxuga...

- Pois, mas ainda tens um monte para passar e muita nos armários para vestir...

 

- Bem, uma pessoa vai à missa e não leva chapéu e quando sai apanha uma molha...

- Pois mas foi uma celebração tão alegre pelos 10 anos de serviço do pároco...

 

- Nem vale a pena sair de casa, já está escuro...

- Mas ficar aqui em clima de paz a fazer a oração familiar vale ouro...

 

 ****

 

E assim conto ir vivendo estes dias pequenos e chuvosos de inverno, sei que o primeiro pensamento será sempre do "contra", mas logo depois consigo ver algo mais do que o imediato! 

 

Quem sabe um dia não consiga ver primeiro aquilo que vale mesmo a pena e o resto fique para 2º plano?

 

Como escutámos ontem...

 

 

"Que queres que Eu te faça?"

"Mestre, que eu VEJA!"

 

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24
Out15

Sonhar


Olívia

Vinha no carro para o trabalho a pensar que realmente hoje em dia muitos dos nossos meninos não têm sequer hipótese de sonhar... e pergunto-me se não seremos nós pais, a cortar da infância deles a capacidade de querer ser mais do que bons profissionais com contas bancárias recheadas...

 

Então recordei-me desta música...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

É Fim-de-semana, aproveitemos para sonhar e para deixar sonhar!!!

23
Out15

Follow Friday


Olívia

A Propósito da minha ida a Lisboa, cidade grande e cheia de vida, pessoas e muitas histórias (onde estarei novamente hoje grande parte do dia) gostaria muito de registar aqui um novo blogue, um sítio que descobri por acaso e que procuro ir seguindo.

 

Chama-se Histórias Ir(reais), cada texto relata um pedaço da vida de alguém, sem julgamentos, sem opiniões, é como que uma fotografia com palavras.

 

«Conversas no bairro, no banco do jardim, no café, onde calhar, são histórias da vida. As histórias são minhas, reais e irreais...»

 

Porque sou e serei sempre uma apaixonada pela vida, pela família e por histórias de amor destaco a história de Amor #1... não sei se é real ou irreal, mas gostava  muito que de facto fosse verdadeira!

 

Casaram faz um ano, cada vez que os vejo estão de mãos dadas, sorriso no rosto e olhar carinhoso.

Vejo-os muitas vezes, no jardim, no café, pelas ruas do bairro.

Conhecem-se há uma vida, brincaram em crianças, ainda namoriscaram em miúdos, a vida separou-os.

Casaram, tiveram filhos e foram felizes, separados por muitos quilómetros, que ao fim de sessenta e poucos anos de vida, se encurtaram.

Quis o destino que após terem ficado viúvos acabassem no sitio que os viu nascer.

Re-apaixonaram-se e casaram, vivem dias felizes, pelas ruas e jardins do bairro."

 

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22
Out15

Superar os medos


Olívia

Dizem muitas pessoas que quando temos algum "medo" é melhor enfrentá-lo logo de uma vez e assim ele vai desaparecer.

 

Será?

 

Quando estamos de fora as nossas opiniões são sempre muito convictas e fundamentadas, mas quando somos nós a passar pelas situações talvez aí a coisa mude de figura.

 

Este ano na escola primária, a ida às piscinas começou no 1º período. No ano passado foi uma tragédia, a Maria pura e simplesmente tem pavor das piscinas, ou melhor de imaginar a água a tapar mais do que as pernas. Bem me recordo de que no ano passado ela só entrou na primeira e na última aula, a primeira porque não sabia como era, na última porque o professor de natação disse que iriam brincar. Em todas as outras aulas ela assim que se chegava ao pé da água tremia, gelava e ficava branca como a cal e chorava em pânico.

 

Aula após aula, nunca a professora da escola desistiu de a incentivar a vestir o fato de banho e a tentar superar o medo, mas o resultado foi sempre o mesmo. Eu optei por nunca estar presente em nenhuma das aulas, bem sabia que assim que me visse ela desatava logo a chorar e era bem pior.

 

Quando chegou o recado no caderno no início do mês, o meu primeiro pensamento foi «outra vez...não...», ela já sabia o que dizia o recado, pois a professora explicou-lhes na sala. Combinámos que este ano iria pelo menos entrar na água, mesmo que não conseguisse fazer os exercícios.

 

No dia da aula de natação, dia 13 de outubro, na oração da manhã, pedimos a Maria, nossa Mãe que nos ajudasse a enfrentar os nossos medos... 

 

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Tive pena, mas não pude falar com ela a não ser pelo telefone às 16.10h, quando saiu das aulas pois estive em Lisboa. Ao telefone ela parecia animada, tinha entrado na água, e até tinha feito alguns exercícios. No fim chorou porque não conseguiu mergulhar.

 

Esta semana, já não chorou e de mão dada com o professor até conseguiu saltar para a parte mais funda (que lhe dá pelo peito)... à noite demos graças por isso, demos graças acima de tudo porque ela se esforçou e tentou. Para mim isso é o mais importante, o esforço e a dedicação com que ambas abraçam quer os estudos, quer as tarefas do dia a dia.

 

Em breve também eu vou enfrentar uma das coisas de que, neste momento, tenho mais medo. Sim, o dia do parto. Sei que não vai ser fácil, sei que tal como a Maria provavelmente terei tendência para entrar em pânico, mas enfrentarei este medo com coragem e com muito amor!

 

 

 

 

 

 

21
Out15

A passo de caracol


Olívia

É o que me ocorre quando penso que tenho de ir a algum lado... lá vou eu a passo de caracol... é de manhã para ir levar a Maria à escola, é à tarde quando a vou buscar, é no supermercado enquanto faço as compras, em casa nas tarefas domésticas... até o meu marido me disse quase à chegada à igreja depois de percorrer a subida que é deveras inclinada: «então já não chegas lá a cima?»

 

Não deixa de ser uma ironia, logo eu que ando andava sempre apressada e cheia de energia estar aqui a afirmar que neste momento ando mais lenta do que a fila da repartição de finanças em dias de sistema informático avariado!

 

Mas, em tudo na vida temos de nos adaptar, e eu estou a fazer um esforço por não me deixar entristecer pelo simples facto de não dar o mesmo rendimento que dei na gravidez da Maria... a boa notícia é que neste momento acabo de passar a fase complicada, ou seja estou a chegar às 38 semanas, o que deve querer dizer que já não preciso de tanto repouso!!!!

 

Por isso se tudo correr bem, na sexta feira quando for à consulta ao hospital vou confirmar que realmente posso retomar as caminhadas que eu tanto adoro. Vai ser bom, poder desanuviar a cabeça caminhando e pensando enquanto ando, além de que sinto mesmo a falta deste bocadinho de exercício!

 

Ando tão parada... na verdade a semana passada resolvi aproveitar o sol da hora de almoço e fui caminhar, pensei em passar pela igreja, seria a primeira vez que o ia fazer assim a meio do dia, mas foi uma desilusão... primeiro porque quase a chegar lá comecei a ficar cheia de dores fortes, e depois a porta estava fechada!

 

Resultado, tive de voltar para a loja ainda a um passo mais lento do que um caracol, e claro tive de me deitar para que as dores passassem... porquê? Perguntei eu... teria sido tão bom se a caminhada fosse descontraída e se tivesse entrado na igreja... mas não foi nada assim... provavelmente porque as coisas não acontecem apenas porque eu quero! E essa é uma lição valiosa e difícil de aprender.

 

A saúde não aparece porque eu quero, as minhas filhas não são exemplares porque eu quero, o sol não brilha hoje porque eu quero, as igrejas não estão abertas agora porque eu quero, o mundo não gira em torno de mim, nem daquilo que eu quero!

 

Ah, espantem-se as pessoas que acreditam que o universo se vira para elas apenas porque elas querem, que acreditam que ou se tem sorte ou não... a vida é isso mesmo vida, um milagre que me foi dado um dia e cabe-me a mim saber viver da melhor forma, aprendendo com os meus erros e com as minhas falhas, não culpando os outros pelo que me acontece, sendo grata pelo que tenho, mesmo que me pareça pouco, olhando para cada dia como uma dádiva e nunca como um fardo!

 

É ou não uma maravilha saber que apesar de tudo, Deus me ama em cada dia?

 

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«Não se vendem cinco passarinhos por duas moedas? Contudo, nenhum deles é esquecido diante de Deus.
Mais ainda, até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais. Valeis mais do que todos os passarinhos»

Lucas 12, 7

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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