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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

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Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Dia de Todos os Santos

Amanhã, dia 1 de Novembro celebramos a Solenidade de Todos os Santos, recordando todos aqueles que são já participantes na festa da alegria, e tendo esperança de que nós, a quem nos foi oferecida a santidade no dia do nosso batismo, um dia possamos estar também nessa grande festa!

 

Se alguém se quiser juntar à iniciativa da Kendra, é ver aqui as regras do concurso, no ano passado foi muito engraçado!

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 Por cá, em terras portuguesas também houve fatiotas a rigor... ora aqui ficam eles!

 

 

Recomeços # 1

Quando consigo distanciar-me e ver o quanto estou errada tenho duas opções:

 

1. Ignorar e continuar na mesma.

 

2. Mudar.

 

Hoje escolho mudar, sim porque eu nunca serei teimosa ao ponto de dizer " quem quiser que mude, eu sou assim"

 

Lutarei por ser cada dia uma pessoa melhor, assim Deus me ajude!

 

Voltarei a errar, voltarei a cair na mesma burrada, mas não vou desistir. 

 

 

 

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Pode parecer pouco, mas hoje abraço um grande desafio, crescer como pessoa, como mãe e como amiga....

Parêntesis

Andei a pensar se contava aqui o que vi no outro dia e resolvi fazê-lo... é como se fosse um parêntesis na temática do blogue...

 

Ora então... preparem-se!

 

Na terça feira regressei ao hospital para repetir umas análises que a doutora me pediu, cheguei cedo, sim que lá para que tudo vá correndo bem temos de chegar 30 minutos antes da hora e se o fizermos somos mesmo atendidos à hora marcada.

 

Na sala estavam dezenas de pessoas à espera entre elas um menino de cerca de 5/6 anos, muito animado e cheio de energia!

 

Quando chamaram o nome dele entrou a sorrir para a enfermeira, pensei logo eu "coitado... não sabe ao que vai", mas para meu espanto (e das outras pessoas) ele sai de lá na mesma, todo contente somo se nada fosse! Depois fui eu e por aí fora...

 

À saída passei pelo bar para comer um pão com queijo já que estava para me dar uma coisa má com tanta fome, e sentei-me perto da mãe e do tal menino que comia o seu iogurte com imensa satisfação.

 

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A mãe apressava-o e ele ia comendo... já mesmo no final põe a colher na boca... pára, olha muito sério à volta e deita qualquer coisa para a mão...

 

 

A mãe segura com um guardanapo e olha para mim, muito séria perguntando:

 

- Você viu? Não viu?

 

- Sim vi, mas o que é?

...

Não dá para acreditar... eis o que vejo na mão da senhora:

 

 

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...

 

 

Eu ainda perguntei se o iogurte tinha sido aberto no bar, podia ter caído alguma moeda, mas a mãe disse que foi ela que o abriu ali na mesa... pedi para ver a marca e ela mostrou-me a "tampa", confesso: existem coisas que se eu não tivesse visto nem queria acreditar!

 

Portanto, há que mexer bem os iogurtes e olhar lá para dentro... não vá sair de lá o prémio do euromilhões!!!

 

 

 

 

Coisas de grávida # 10

Há coisas que uma pessoa já nem se lembrava... e uma delas é que quando estamos grávidas vamos mais vezes ao médico em 9 meses do que em 7 anos quando não se está grávida!

 

Eu optei por ser seguida no centro de saúde, mas confesso que passámos algumas dificuldades pois já não temos médico de família há muito tempo, nem eu nem a Maria e a Margarida, pelo que decidimos para bem de todos, pedir a transferência do nosso processo para o centro de saúde onde o pai está inscrito. Eu sei, não é justo, mas este acto egoísta foi a única oportunidade de poder marcar consultas para as meninas sem ter de ir de madrugada para a porta do centro de saúde...

 

O único senão é que o centro de saúde é muito longe, pertence à zona de Loures, e por isso demoramos um pouco mais nas viagens até lá!

 

O médico, que já conhece o meu marido há muito tempo, aceitou este "5 pelo preço de 1" sem grandes alaridos, e claro, como médico de família em Portugal apenas somou mais 4 aos milhares de utentes que já tem (perto de 2.000). Mas nem por isso deixou de nos atender com profissionalismo e dedicação.  

 

Agora que já passei as 38 semanas o meu processo foi transferido para o Hospital Beatriz Ângelo, já lá fui e devo dizer que fui muito bem atendida, sem tempos de espera extra. Lá tive a oportunidade de ficar a saber a opinião da médica sobre os próximos passos até ao nascimento da Lúcia, não vim muito animada, mas já me conformei, bastaram vinte minutos!

 

Quando saí da consulta resolvi procurar a chamada "sala de culto", que seria por aquilo que percebi o mais aproximado de uma capela de hospital, mas que seria um pouco mais abrangente do que a religião católica. Segui as indicações e nada... nem de um lado, nem do outro... vi no mapa, nos esquemas, nada... cansada de andar às voltas sentei-me num banco e esperei.

 

Em frente a mim estava uma porta, ao lado uma placa que tinha escrito "Sala de Culto", ali estava ela... e eu, nem a via!

 

Quando abri a porta tinha um hall e outras duas portas, numa podia ler-se que não se devia pisar a carpete com calçado, na outra nada dizia... abri com jeitinho essa que não tinha nada escrito e finalmente ali estava ela! A capela!

 

No silêncio dessa manhã deixei-me ficar ali, a pensar, a fazer perguntas, a tentar encontrar respostas, assustada, receosa, pensando repetidamente "já passei por isto antes, não quero voltar ao mesmo"... depois de brigar comigo mesma, quem nem uma teimosa durante algum tempo, resolvi entregar tudo e confiar... ah... abençoados vinte minutos...

 

 

 

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Planos para o futuro

Uma das coisas boas da vida é que em cada dia podemos manter ou alterar o rumo das nossas vidas. Podemos olhar para o que já vivemos e podemos imaginar como será daqui por dez, vinte ou cinquenta anos...

 

Na semana passada muito se falou do filme "regresso ao futuro", porque ao que parece o "futuro" já passou num certo dia e hora... se eu disser que não vi estes filmes, provavelmente ninguém acredita, mas é a verdade. 

 

Ao ler vários posts sobre esse dia, voltei a recordar-me dos meses em que andávamos a construir a nossa casa e a pensar que um dia, no futuro, iria ver crianças a brincarem no jardim... ou sentadas à lareira... que havíamos de passar os Natais ali juntos em festa...

 

Na verdade esse futuro já chegou! Em cada dia que a nossa família se reúne, em cada brincadeira ou tarefa estou a viver aquilo que sonhei vir a viver, não, estou a viver muito mais do que aquilo que sonhei, estou a viver o que Deus sonhou para mim!

 

Não deixa de ser estranho pensar nisso, ainda no domingo na catequese familiar falávamos dos sonhos que Deus tinha para nós ainda nós nem existíamos, e que ainda tem, nós é que não os conhecemos... podemos imaginar, fazer planos, sonhar, faz parte do ser humano... importante, além de sonhar, é agradecer o presente, o hoje, a vida assim, conforme a vivemos em cada dia! 

 

Na verdade nem eu nem o meu marido jamais imaginávamos o que seria a nossa vida no momento em que dissemos o nosso "sim" na presença de Deus e dos nossos familiares e amigos, nesse dia começámos um projeto a dois, nesse dia abrimos o coração à família, nesse dia também nós continuámos o sonho que Deus tinha traçado para nós... éramos dois miúdos, jovens, muito jovens, com uma grande dose de loucura daquela saudável e muita vontade de viver!

 

 

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Hoje já não somos dois miúdos, mas ainda somos jovens... oh se somos, e ainda temos muita vontade de viver... e muita da loucura da juventude!!!!

 

 

Quando a chuva cai

A melancolia tende a invadir os meus pensamentos e as minhas atitudes, fico rabugenta e mal humorada... e é extremamente difícil contornar este grande defeito que tenho. Posso andar um dia inteiro a fingir que não me afecta, mas quando chega à tardinha... vejo que são 6 da tarde, olho lá para fora continua a chover e já está escuro... aí não há volta a dar... é que eu não gosto nada destes dias chuvosos, muito menos com a mudança da hora à mistura!!

 

Bem sei que terei de me acostumar que daqui até ao Natal os dias hão de ficar cada vez mais pequeninos, até começarem novamente a crescer, mas não é fácil. É preciso muita ginástica mental para que por cada pensamento negativo em relação ao tempo e à hora, me ocorra logo um pensamento de gratidão...

 

***

 

- Oh... e a chuva que está teimosa tenho o chão todo molhado...

- Sim, mas a horta está a ficar bem regada...

 

- Ai o estendal cheio e a roupa não enxuga...

- Pois, mas ainda tens um monte para passar e muita nos armários para vestir...

 

- Bem, uma pessoa vai à missa e não leva chapéu e quando sai apanha uma molha...

- Pois mas foi uma celebração tão alegre pelos 10 anos de serviço do pároco...

 

- Nem vale a pena sair de casa, já está escuro...

- Mas ficar aqui em clima de paz a fazer a oração familiar vale ouro...

 

 ****

 

E assim conto ir vivendo estes dias pequenos e chuvosos de inverno, sei que o primeiro pensamento será sempre do "contra", mas logo depois consigo ver algo mais do que o imediato! 

 

Quem sabe um dia não consiga ver primeiro aquilo que vale mesmo a pena e o resto fique para 2º plano?

 

Como escutámos ontem...

 

 

"Que queres que Eu te faça?"

"Mestre, que eu VEJA!"

 

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