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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Adotar Amar Viver

31
Mai16

Caminhando com Maria


Olívia

No último domingo de maio na nossa catequese familiar percorremos algumas páginas das nossas bíblias para aprender a sermos cada vez melhores através do exemplo de Maria...

 

Ela ensina-nos:

  • a dizer "sim" sem reservas e com confiança
  • a colocarmo-nos ao serviço procurando os que mais precisam
  • a receber nas nossas vidas Jesus como o Salvador
  • a meditar na nossa vida em silêncio
  • a irmos juntos, em família - crianças incluídas - à casa de Deus
  • a reconhecermos que Jesus é nosso Mestre
  • a acompanhar os que são próximos nas suas alegrias
  • a estarmos atentos ao que os outros precisam
  • a pedir a Jesus que interceda por nós
  • a sofrer em silêncio, aceitando as nossas limitações
  • a confiar que no final tudo passa e só o amor permanece
  • a acreditar que o melhor não o veremos nem aqui, nem agora

 

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 Afinal nós até já sabíamos a maior parte destas coisas, mas uma coisa é ouvir dizer, outra é ler na bíblia e ver que estavam todas lá escritas à espera que as descobríssemos!

 

Ainda não tinha mostrado a bíblia da Maria, que comprámos no sábado Santo em Fátima, aqui fica ela:

 

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30
Mai16

Santa Joana D'Arc


Olívia

 

«Eu não tenho medo, eu nasci para fazer isto!»

 

30 de Maio dia de Santa Joana D'Arc, a quem sempre recorro, em quem sempre confio e a quem nunca deixo de agradecer que interceda por mim.

 

 

 

27
Mai16

Como o tempo passa!


Olívia

Nem acredito que já passou mais uma semana!!! E eu nem consegui fazer um registo do nosso fim de semana passado... bolas que uma pessoa realmente não consegue segurar o tempo!

 

Estou na reta final dos IRS, acho que deixei os piores para o fim! Tenho também umas outras coisas pendentes, incluindo a segunda remessa de cartas da Palavra Partilhada, parece-me um fim de semana muito, muito cheio de trabalho!

 

Aqui ficam umas fotos tiradas pela Margarida lá no maravilhoso Parque em Mira e em Aveiro no Jubileu das Famílias!

 

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25
Mai16

Sabemos que estamos a envelhecer...


Olívia

... quando por exemplo nos pedem 2 fotografias "tipo passe" para tratar de um cartão e as últimas que tirámos foi há mais de dez anos... ou quando queremos dormir à noite, já depois das duas e meia da manhã e os vizinhos continuam a festa com música aos berros...

 

A idade realmente não perdoa, as responsabilidades, os compromissos que vamos assumindo condicionam as escolhas que fazemos. Ser jovem eternamente é uma coisa estranha... acho que todos quando tínhamos 17 anos achávamos as pessoas de 30 já velhotas... hoje, até nem achamos isso!

 

Achamo-nos ainda jovens, mesmo que tenhamos quarenta, basta ter um espírito alegre, uma vivacidade contagiante, uma expressão de vida no olhar e claro uma grande força de viver independentemente dos problemas que vamos enfrentando.

 

Em certas alturas da minha vida senti-me velha, desanimada, desmotivada... foram dias muito cinzentos e tristes, deixei de ser a Olívía sempre animada, sempre disponível para uma boa conversa ou para umas gargalhadas sentidas. Aos poucos fui vendo que problemas sempre teremos, as dificuldades fazem parte da nossa vida assim como os momentos de alegria e percebi que ainda era muito jovem.

 

Mudei a minha mentalidade, lutei contra o estado depressivo em que me encontrava, comecei a prestar mais atenção aos outros à minha volta, a começar pela família que entretanto aumentou, comecei a ter um bocado para dar uma palavra a alguém que estivesse mais em baixo, ou a deixar apenas alguém falar e desabafar, e sem dizer uma única palavra consegui estar mais presente na vida das pessoas.

 

Parece-me que cresci, e crescer faz de mim uma pessoa diferente, mais velha, mas não velha de espírito...de vez em quando lembro-me de um slogan publicitário, dos tempos de adolescente, onde era feita a pergunta: «Até que idade pensas divertir-te?», acho que era das batatas fritas e naquele tempo dava-nos uma sensação de que poderíamos divertir-nos para sempre!

 

E, se em algumas alturas pensei que isso não era possível, agora vejo que sim, que podemos ser pessoas alegres e divertidas, que podemos conviver, sair, conversar, rir... podemos fazer tudo isto e sermos ainda pessoas responsáveis e maduras, pais e mães de família!

 

 A alegria é um bem tão precioso!

Devia ser partilhada durante todo o dia, todos os dias!

 

 

 

24
Mai16

«Eu creio Senhor,


Olívia

mas aumenta a minha fé!»

 

Ainda que as dúvidas me invadam, ainda que a vida nos ponha à prova, ainda que no final do dia pareça que nada faz sentido, preciso de dizer esta frase uma e outra vez.

 

A fé não é uma magia contida numa pedra reluzente ou numa concha, a fé é um dom que tenho de pedir e agradecer.

 

Há dias em que me esqueço disto, são aqueles dias em que a vida me sorri, tudo corre bem, poucas são as coisas que me fazem seque pensar nisso... mas há dias em que realmente uma pessoa, para todo o lado que olha, só vê mal, nada corre bem, começo a sentir aquele nervoso que faz com que perca a calma e a fúria invade-me a cada minuto que passa... se não dou conta estou já nos "porquês" e nos "merecimentos" como se eu fosse alguém a quem nada pode correr mal... 

 

E é justamente nestas alturas em que é preciso recordar a base da minha educação cristã, aquilo que me faz viver, o que me guia, o que faz com que, até aquilo que não tem sentido seja recebido, não como um castigo, mas como uma etapa, uma prova que certamente posso ultrapassar! E como mãe de uma família de Caná, não posso deixar de confiar na Mãe que nos acolhe e nos proteje todos os dias da nossa vida.

 

Hoje, neste dia tão especial uniremos as nossas vozes a todas as Famílias de Caná e celebraremos o dia de Nossa Senhora Auxiliadora:

 

 

«Nossa Senhora Auxiliadora, Mãe de Caná

Ensina-nos a fazer tudo o que Jesus nos disser!»

 

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 Há dois anos foi assim...

 

 

 

23
Mai16

Ser Família


Olívia

No fim de semana passado, por mais do que uma vez, fizeram-se referências ao "ser família".

 

Quando se fala em ser família, naturalmente as pessoas associam à chamada família de sangue, quem segue este blogue sabe que para nós, a família é muito mais do que isso.

 

Quando me perguntam se somos família de "A" por causa de certas questões apetece-me responder com uma pergunta: "família de sangue, ou família afetiva?" sim, porque existem laços que se criam e que nada têm a ver com biologia, são laços de amizade, de cumplicidade. 

 

Perde-se tanto tempo a debater tantas questões sobre famílias que o mais importante vai sendo esquecido... posto de parte... às vezes parece que a família se destinou a ser um tópico numa "to do list" tal como comprar um carro, tirar um curso ou comprar um T3 e não um acto de amor que une as pessoas.

 

Querem tomar grandes medidas em favor da família, mas depois esquecem-se de que a maior parte dos problemas estão no próprio seio familiar, quantas pessoas não têm o suficiente para sobreviver? Quantas precisam de uma palavras de encorajamento, quantas se vêm a braços com problemas sérios e graves na educação dos seus filhos e não têm ninguém a quem recorrer? Quantas não baixam os braços e desistem de lutar pela sua família? Quantas não passam mal para que os filhos possam ter uma vida melhor?

 

 

Quantas famílias não cedem e se desfazem... levando a que os filhos sigam por caminhos complicados, entrando em tudo quanto é disparates? Desperdiçando a vida em busca daquilo que não podem ter em casa... ou fazendo com que estes filhos sejam acolhidos em instituições... as estatísticas não mentem. Nos últimos anos foram institucionalizados mais jovens (idade acima dos 14) do que crianças... porque será?

 

São os adolescentes e jovens que mais precisam da família, de toda a família incluíndo a família alargada aos amigos, mas também são eles que mais dificultam a vida aos que estão próximos!

 

Já ouvi dizer mais do que uma vez que cada qual que se aguente com os seus problemas, mas eu não consigo ficar indiferente, não consigo ignorar os problemas dos que estão próximos de mim... dessa tal família alargada! Podemos não fazer muito, mas se cada um de nós conseguisse fazer um pouquinho que fosse... talvez as coisas fossem mudando... penso que nisso o Movimento das Famílias de Caná também vai no caminho certo, apelando-nos a não fecharmos as portas da nossa casa e do nosso coração aos outros!

 

Ontem, depois de uma caminhada pelas ruas de Aveiro, na peregrinação do Jubileu das famílias, ao saberem que éramos de longe alguém perguntava: "Mas têm cá família?"

 

Depois de olhar em volta e ver os pequenos gupos de elementos das Famílias de Caná à conversa uns com os outros respondi:

 

"Sim, estas pessoas são da nossa família"

 

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20
Mai16

A Palavra Partilhada #2


Olívia

E aqui fica em quase-primeira-mão o símbolo que já corre por esse mundo fora!

 

É verdade, depois de um serão e algumas tentativas falhadas penso que consegui representar numa imagem a ideia de que a Palavra pode ser lida, meditada, partilhada e vivida um pouco por todo o mundo. Algumas das cartas já seguiram, umas para perto outras para bem longe! 

 

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Quando abrirem a caixa do correio e virem esta imagem toscamente colada no verso do envelope chegou a vossa casa um pedacinho da Palavra que nunca, nunca nos deixa sem alento!

 

Quem ainda não se conseguiu inscrever, basta clicar ali ao lado (Palavra Partilhada)e preencher o formulário, assim que recebo a inscrição, junto ao próximo grupo de cartas que escreverei - estou a guardar pelo menos dois serões para o fazer - assim todos receberão uma carta num curto espaço de tempo, depois é uma questão de ir rodando para que os primeiros voltem a receber uma nova carta!

 

Caso haja algum acontecimento especial, alguma data marcante, algum problema específico basta indicar lá no questionário e terei em atenção a isso na carta que enviarei. 

 

É que uma coisa é escrevermos a pessoas que conhecemos, outra é encontrar a inspiração para escrever a alguém de quem só conhecemos o nome! 

 

 

19
Mai16

Coisas do casamento


Olívia

Estamos em Maio, mês de noivas e de casamentos, mês de flores belas e de sol, as roupas tornam-se mais leves, mais coloridas, procuram-se as sandálias e as t-shirts frescas... deixamos de lado os assados no forno e começamos a fazer churrascos... as janelas de casa estão mais tempo abertas e os dias convidam a viver mais ao ar livre! Em cada primavera renova-se a natureza e claro que os casais apaixonados redescobrem-se e redescobrem a alegria do amor... estou a exagerar!!!

 

De propósito!!!

 

O que eu queria mesmo aqui escrever é muito mais simples e basico: todos os anos, ao ver as montras de roupas bonitas, as cores dos vernizes lá na minha vizinha esteticista, só me vem uma pergunta à cabeça:

 

- Porque é que o meu marido ainda gosta de mim?

 

Tão simples quanto isto.

 

  1. Já fui magra, muito magra, já me arranjei melhor, já tive a barriga lisa, o cabelo com um  corte bem definido, já usei roupas mais "ajeitadinhas" como diz a minha Maria... ando todo o dia com uma espécie de carrapito, as únicas jóias que uso são o anel de noivado (sim... ainda vos hei de contar a história do noivado) e aliança de casamento... as minhas roupas são de anos anteriores e lá está... como referi aqui neste belíssimo post sobre moda, uso os mesmos ténis o dia inteiro... tirando, claro os chinelos quando chego a casa... ou na mais louca das hipóteses ando descalça!
  2. Ora continuando, depois das indumentárias passamos à casa, eu bem me esforço, mas foge-me do controlo a quantidade de coisas que andam nesta casa fora dos sítios... o monte da roupa suja/lavada/por passar/por arrumar, devo ainda confessar que cozinho por obrigação, sim não há cá aquela coisa de fazer comidas cheias de glamour, há comida boa que se faz em meia hora e com os mais simples ingredientes...
  3. Ora bem vitas as coisas também não tenho um cargo de sucesso... é verdade, temos uma loja no comércio tradicional que espero que consiga ir sobrevivendo a esta crise, faço algumas contabilidades de negócios pequeninos e que não me rende assim tanto quanto isso...

 

Depois de tudo isto... pergunto-me o que vê ele para me aturar todos os dias? Para querer partilhar comigo as suas alegrias e tristezas? Para querer andar de mão dada comigo quando vamos em passeio?

 

Ah... não me venham com muitas teorias, a única razão está para além das aparências, das competências domésticas e profissionais... a única razão é, sem sobra de dúvidas porque ele me ama!

 

Só o amor faz com que alguém viva uma vida em comum com outra pessoa mesmo sabendo que ela tem 3.983.575 defeitos!

 

 

É ou não é?

 

18
Mai16

Jubileu da Família


Olívia

Ás vezes sinto que a nossa família foi adotada pelo Movimento das Famílias de Caná e por isso criámos raízes no norte!

 

De repente o percurso desde a nossa casa para a região de Aveiro passou a fazer parte da nossa rotina!

 

É com uma grande alegria que a nossa pequena família se junta ao Jubileu de Famílias na Diocese de Aveiro no próximo dia 22 de Maio. Contamos fazer o percurso proposto cheios de esperança e entusiasmo! 

 

Aqui fica o convite às famílias que nos lêem para que se juntem a nós!

 

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