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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!



Sábado, 30.07.16

Dia 200

 

Grande marco ter chegado ao 200º dia do meu plano bíblico, significa que só faltam 165 dias para terminar a leitura da bíblia!!!

 

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por Olívia às 13:04

Sábado, 30.07.16

"sinto que eles podiam ter sido meus vizinhos!"

Encontrei este testemunho de uma jovem que vive em Nazaré, não a nossa, mas onde Jesus viveu... gostei tanto, mas tanto deste pequeno vídeo que resolvi partilhá-lo.

 

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Já não sou "jovem", mas estou também unida aos milhares de jovens em Cracóvia!

 

 

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por Olívia às 12:02

Sexta-feira, 29.07.16

Em movimento

 

Julho não ficaria completo sem a Palavra Partilhada!

 

 

 

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Nota:

Quem se inscreveu em Maio e Junho e ainda não recebeu a Palavra Partilhada por favor confirme a morada fazendo nova inscrição. Sei que pelo menos uma carta nunca chegou nem me foi devolvida e existem inscrições sem código postal.

 

 

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Sexta-feira, 29.07.16

Férias em casa

Ora eu já andava com vontade de fazer um fim de semana diferente em casa pelo menos uma vez por ano, criando assim uma "tradição familiar". E este texto que esteve destacado no Sapo veio justamente dar algumas ideias e o incentivo que eu precisava para ir para a frente com a ideia.

 

Terei ainda de ver os aspetos práticos, que alimentar 5 implica loiça suja e tudo mais, mas hei de conseguir programar bem isto para de facto passarmos um fim de semana em casa como se estivessemos numa casa de turismo rural com aqueles pequenos almoços diferentes ou quem sabe não faremos um brunch?

 

Ás vezes nós adultos tendemos a complicar demais as coisas, e ter uns dias diferentes nem sequer implica gastar rios de dinheiro ou fazer grandes viagens. Parece-me que os nossos filhos recordarão um dia, não tanto os locais onde fomos, mas a forma como nos divertimos e as tolices que dissemos.

 

Estive a concluir - durante estas duas semanas - a 2ª metade do livro "Sete hábitos das famílias altamente eficazes" - hábito 5, 6 e 7 - e é engraçado ter escrito um texto sobre a mesa da cozinha ainda antes de ter chegado a essa parte, no fundo estamos no bom caminho. Mas ainda é preciso grandes ajustes lá por casa e acima de tudo grandes mudanças na minha maneira de ser e de agir.

 

Afinal estamos sempre a tempo de mudar, certo?

 

 

 

 

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por Olívia às 08:20

Quinta-feira, 28.07.16

conversas

Praticamente nove meses depois de ter tido um bebé, a minha barriga ainda tem um volume considerável.

É um facto.

Está à vista.

A Maria volta e meia gosta de me recordar deste facto. 

 

(...)

- Se calhar é o Joãozinho que está na barriga da mãe

- Não, Maria, não há bebés aqui dentro e se calhar não vai haver. Com a Lúcia foi muito complicado, sabes...

- Oh... assim nunca mais vamos ter um João...

 - Eu disse que não vou ter bebés cá dentro da barriga, não disse que não vai haver um João.

- Oh boa!!! Assim todos os outros vão ser adotados!?!?

 

(....)

 

- "OUTROS"?

 

(...)

 

 

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Quinta-feira, 28.07.16

Quais frutas biológicas?

Sim, está na moda.

Existem em pouca quantidade e custam muito mais dinheiro do que as frutas ditas normais. Mas afinal serão mesmo biológicas? 

 

Cá em casa tentamos usar o  mínimo dos mínimos de produtos na fruta e nos vegetais. E o que acontece? A maior parte estraga-se antes de ficar bom para comer! Não há hipótese, ou se encharcam as coisas em pesticidas e herbicidas ou praticamente não se consegue colher nada para comer.

 

Este foi um ano particularmente difícil nesta coisa das hortas biológicas, as nossas árvores praticamente não deram fruta, apenas uma ameixa, nenhuma cereja, meia dúzia de alperces e os poucos pêssegos que conseguimos apanhar (ainda em verde) estavam já picados pela mosca, e lá dentro começavam a crescer pequenas larvas. É assim. Não há outra forma de polir a informação.

 

As alfaces ficam pequenas e cheias de insetos, os tomates completamente deformados, os feijões verdes raquíticos e por aí fora!

Por isso quando vejo as mil e uma publicidades à fruta biológica começo a pensar no que será que se quer dizer com isso... terão menos químicos do que os outros? Utilizam apenas técnicas naturais para afastar os bichos e as pragas?? E mesmo assim conseguem quantidades para vender e  ter lucro com aquilo?

 

Sim, mesmo o que cultivamos no quintal não é 100% biológico, é uma realidade triste, mas é a que temos.

 

Dá-me a sensação que a maior parte das vezes se usam muitos artifícios para enganar os outros, rótulos bonitos e a imitar os antigos, palavras chave em letras gordas, mais isto e aquilo... e no fundo apenas se diz o que os outros querem ouvir. E toda a gente sabe que estamos na onda do mais saudável, equilibrado e biológico. E isso é bom, a sério que sim, a mim só me incomoda que talvez, na maior parte das vezes, as pessoas estejam a ser tremendamente enganadas!

 

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(estes são do ano passado, este ano nem deu para tirar fotos)

 

 

 

 

 

 

 

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Terça-feira, 26.07.16

chegou "o meu amor"

... a nova música da Mafalda Veiga 

 

 

 

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por Olívia às 12:41

Terça-feira, 26.07.16

Dias quentes

Temos vivido este verão dias quentes, muito quentes. Eu nem sou de me queixar muito, sei que é verão e que nesta altura as temperaturas sobem. Daqui por uns tempos hão de descer e virá o frio. No entanto este ano tem-me custado mais perceber que o calor incomoda e muito a nossa pequenina Lúcia, nota-se que perde o apetite, custa-lhe, muito adormecer... e por aí fora. 

 

Há uma espécie de instinto protetor numa mulher que se torna mãe. Sentimos uma certa tendência a querer proteger os nossos filhos de tudo quanto não for muito bom. E isto nota-se  muito mais no primeiro filho, as roupas, a caminha, os cremes, as chuchas... tudo do melhor (dentro das possibilidades), eu senti isso e fui assim. Desta vez a coisa foi diferente, estou muito mais descontraída, veste o que há, como as sopas que congelo à semana, deixo-a gatinhar por tudo o lado, deixo-a apanhar as coisas do chão e meter na boca... estou a ensiná-la a não sair porta fora quando está comigo na loja e a dita porta está todo dia escancarada... deixo-a brincar com o que apanha por aqui (caixas vazias, revistas, sacos de papel...)

 

Por momentos cheguei a ter pena desta menina que tem de estar nove horas fechada numa loja, quando lá fora estão 40ºC e sem ar condicionado... depois basta deixar de olhar para o nosso umbigo e levantar a vista para perceber que existem meninos e meninas que suportam muito mais do que o calor abrasador do verão e essa perspectiva faz com que a nossa vida não nos pareça assim tão má.

 

Por muito que queiramos, nós mães/pais nunca conseguiremos proteger os nossos filhos de tudo, nunca conseguiremos impedir que se magoem (física e psicologicamente), nunca poderemos evitar que apanhem valentes desilusões... nós estamos aqui para os amparar e para ajudar, para curar as feridas e incentivar, estamos aqui durante toda a sua vida enquanto pudermos, mas nunca conseguiremos tomar as suas dores ou impedir as suas frustrações... 

 

 Ser mãe/pai também é sofrer pelos filhos e com os filhos, mas sem nunca se deixar abalar e sem nunca deixar de mostrar que não importa o que aconteça, estaremos sempre aqui!

 

 

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Sábado, 23.07.16

Feliz Ano Novo

É verdade!

 

Para quem trabalha em contabilidade ontem foi assim como o último dia de 2015, depois de muitas horas de luta, muitas obrigações contabilísticas e fiscais cumpridas deixamos os documentos do ano passado arquivados e focamo-nos apenas nos de 2016 (se bem que nestes sete meses temos andado lá e cá).

 

É um sentimento misto de cansaço e de satisfação, alturas houve em que uma pessoa desanimou e pensou que nunca seria capaz de fazer as coisas dentro dos prazos, mas aos poucos, com muita força de vontade, com muitas horas de trabalho e pouco descanso e algumas lágrimas à mistura na lista dos afazeres fomos riscando uma a uma todas as tarefas, este ano consegui terminar um dia antes do prazo, o que foi mesmo muito bom!

 

Hoje e amanhã serão dias de descanso (na contabilidade), na segunda terei de regressar aos papeis afinal temos até dia 15 de agosto o e-fatura, as dr's e os ivas.

 

Ora então...

 

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Quinta-feira, 21.07.16

Nunca verei o mundo

Existem sonhos que nunca deixamos de querer alcançar, são aqueles que nos movem e que fazem com que a vida tenha aquela pitada de "aventura". 

 

Sim, em alguma altura da minha vida sonhei ver o mundo, e não, não era nas redes sociais (que ainda não existiam), sonhava fazer um inter-rail, de comboio com uma mochila às costas, algum dinheiro para os gastos e amigas para tornarem a viagem mais divertida.

 

Sonhava passar pelas capitais europeias, cidades cheias de vida e cheias de história, sonhava ver aqueles monumentos todos que estavam nos livros da escola, sonhava levar a minha máquina fotográfica e muitos rolos de 36 fotos na bagagem... depois da Europa teria de ir a outros continentes... fazer grandes viagens de avião, iria ver a savana em África... a muralha da China... Nova Iorque... o Alasca... ah como era ambiciosa e sonhadora!

 

Mas, também sonhava com vestidos de noiva cheios de tule, alianças e um príncipe encantado... sonhava com aquele momento do "sim" e com a valsa lenta nos braços do meu amor... sonhava com o enxoval cheio de coisas bonitas para a minha casa e com aquele quarto de bebé que vi na La Redoute... sonhava com uma casinha no campo com um quintal cheio de flores bonitas rodeadas por uma cerca pintada de branco!

 

Sim, sonhar é bom. Eu adormecia a sonhar acordada... 

 

Quem perde os sonhos deixa de ter vontade de viver... deixa de querer alcançar esta ou aquela coisa, este ou aquele momento... conquistam-se uns, desiste-se de outros, reescreve-se o livro com outros novos... mas nunca - nunca - se deve deixar de sonhar!

 

Eu, nunca fiz um inter-rail... nunca conheci as capitais europeias, nem vi a aurora boreal no Alasca... nunca visitei outros continentes e os monumentos terei de continuar a vê-los nos livros e nas redes sociais quando alguém partilha uma foto das suas férias...

 

Entretanto consegui mais do que a casinha no campo - sim, sem flores bonitas  - mas mesmo assim consegui o meu príncipe... e o quarto de bebé há muito que foi renovado!

 

Fiz uma escolha. Abdiquei de muitos dos meus sonhos para abraçar outros novos, construí uma vida com base no amor, na partilha e na doação, acolhi os sonhos do meu marido que são também os meus sonhos.

 

Nunca verei o mundo.

 

Esse mundo bonito cheio de grandes maravilhas naturais e obras de arte... mas terei sempre este meu mundo, feito de sonhos que se entrelaçaram, que se uniram e que fizeram nascer mais - muito mais - do que aquilo que eu poderia imaginar!

 

 

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Terça-feira, 19.07.16

A mesa

Há cerca de 14 anos, depois de terminarmos a construção da nossa casa fomos a uma grande loja de mobílias com um orçamento definido e com uma lista de bens essenciais a uma nova casa. 

 

Uma das poucas exigências que tinha era ter uma mesa grande (não tão grande que não coubesse na divisão), sempre gostei de ver uma família à volta da mesa nas refeições festivas! E assim foi, comprámos uma mesa com 8 cadeiras para a sala de jantar e uma de quatro cadeiras para a cozinha.

 

E, durante cinco anos, utilizámos a mesa da cozinha que chegava bem para os dois, mas nos dias de festa era com muita alegria que decorava a mesa grande para poder receber em casa a família e os amigos.

 

O tempo foi passando e de dois passámos a três e depois a quatro, eu passava a maior parte do tempo na cozinha e para não estar sozinha resolvemos trazer a mesa grande para lá, o sofá grande foi para outra divisão fazer uma sala de estar e na cozinha/sala de refeições colocámos um mais pequeno.

 

Neste momento este é o coração da nossa casa! A única divisão em que passamos a maior parte do nosso tempo, é aqui que fazemos a comida, que a comemos, que conversamos, temos alguns brinquedos, o canto de oração familiar, a lareira... enfim, todos os dias é nessa mesma mesa que nos juntamos.

 

E em dias especiais é nessa mesa que juntamos a família e os amigos, é aqui que contamos as novidades, que dizemos parvoíces, que rimos e que tomamos muitas decisões... gostamos tanto da nossa mesa que a usamos como extensão do escritório quando fazemos os orçamentos ou quando trato das papeladas... é aqui que fazemos trabalhos manuais e onde damos largas à imaginação!

 

Quantas e quantas pessoas já se sentaram connosco a esta mesma mesa nestes anos todos? Muitas felizmente! Algumas delas já não o poderão fazer de novo, porque já não estão entre nós... certamente que muitas outras ainda o hão-de fazer brevemente, afinal temos sempre a porta aberta e aguardamos que alguns amigos - um dia - apareçam!

 

Quantas histórias já foram contadas neste local... quantas confidências, quantas gargalhadas dadas e lágrimas sentidas, quantas vidas partilhadas e quantas vidas nos tocaram apenas pela sua presença num dia, numa tarde, numa hora...

 

Eu gosto do silêncio, dos meus momentos de introespeção, gosto do sossego, mas adoro ter a casa cheia! Não importa a desarrumação, a loiça suja, o barulho e tudo isso... nada disso importa porque isso significa que não estamos isolados, significa que temos pessoas que gostam de nós e que gostam de nos visitar!

 

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...Não, não é apenas uma mesa... é tudo o que isso pode significar!

 

 

 

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por Olívia às 15:59

Segunda-feira, 18.07.16

Aquela coisa dos pokemons go

Sim, já sei mais ou menos o que é, li nos destaques aqui do sapo... até agora o único pokemon que consegui apanhar, mas que volta e meia me foge outra vez chama-se...

 

... Lúcia - Lulu para a Maria - sim é daqueles raros, vale uma pipa de pontos!!!

 

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Assuntos Importantes:

Sexta-feira, 15.07.16

Pontos de vista

Os 44ºC que se fazem sentir lá fora  neste momento fazem com que os 35º que estão aqui dentro pareçam frescos!

 

#veraoenoribatejo

#qualpraiaqualque

#trabalharparaarrefecer

#amanhaequevaiserbom

 

 

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por Olívia às 15:14

Sexta-feira, 15.07.16

Um livro...

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... que recomendo:

 

 

Parábolas sobre a sabedoria, Paulus editora, pode ser comprado aqui.

 

 

 

Deixo apenas um excerto para o fim de semana:

 

 

 

(...) 

Certa manhã, o senhor José Bento resolveu chamar o filho para dar uma volta pelo bosque a fim de ouvirem o cantar dos pássaros. (...)

 

Ao fim de algum tempo de caminhada ele deteve-se, fez um breve silêncio e perguntou ao filho:

– Estás a ouvir alguma coisa além do cantar dos pássaros e da agitação das árvores?

 

O jovem procurou concentrar-se e disse:

– Estou a ouvir o barulho de uma carroça!

– Isso mesmo, é uma carroça vazia.

 

O jovem estranhou a observação de que a carroça estava vazia. De onde estavam não era possível vê-la, como sabia então que estava vazia? Resolveu perguntar.

 

– Ora, é muito fácil, respondeu o pai. (...)

– Por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.

 

O jovem não disse mais nada, mas várias vezes voltou a pensar naquela lição. (...) quando via uma pessoa tagarela e inoportuna, (...) a frase do pai voltava a ecoar na sua cabeça:

 

«Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz!»

 

Um excelente fim de semana!

 

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Quinta-feira, 14.07.16

batalhas complicadas

#1 encontrar uma creche

 

Sabia lá eu que teria de inscrever a Lúcia na creche antes de ter nascido para poder frequentar lá o próximo ano letivo? Estamos numa vila cidade pequena do interior. Existem duas creches da Santa Casa, uma do Centro Paroquial e uma privadíssima.

 

Aqui esta mãe, pensou (mal) que bastaria ir inscrever a sua pequena criança numa delas e que a inscrição seria aceite, pelo que até podia escolher a creche consoante a sua preferência, afinal cada vez há menos crianças (?) certo?

 

Errado.

 

Comecei pelo paroquial por ser uma creche de referência ao serviço da comunidade e que tem como base os valores da igreja a que também eu faço parte. Zero vagas para a sala do 1º ano. Para o próximo ano terá entrada garantida.

 

Seguem-se as da Santa Casa, com acordo com a segurança social as mensalidades variam conforme o rendimento. Zero vagas para as salas do 1º ano. Posso deixar a inscrição, mas não terá vaga de certeza.

 

Mais logo vou à creche "in" aqui da zona, só quem pode é que lá inscreve os filhos para frequentar o ensino (desde bebé ao 4º ano). Ouvi eu o valor da mensalidade e não me desagradou, nas redes sociais diz lá que o valor é muito maior... para não ser mal educada vou lá à reunião, mas de certeza que a Lúcia não poderá ir para lá!

 

Agora, o que é que me resta?

Manter esta rotina durante um ano... como?

Não sei, mas rezem por mim!!!!

 

(e não, ainda não me arrependi de ter mais um filho!)

 

 

 

 

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