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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Adotar Amar Viver

30
Dez16

2016


Olívia

Oh ano bom para crescer... se 2015 me trouxe uma grande prova, este querido ano que amanhã termina trouxe-me outra que me abanou a estrutura bem abanada! 

 

Este foi sem dúvida um ano de muita luta, a todos os níveis. Bem, ao que parece tem sido assim toda a minha vida! Não queria mesmo deixar passar a meia noite, do dia 31, sem fazer uma despedida em condições aqui nesta minha casa pequenina. 

 

Durante cada dia deste ano tive a alegria de ver crescer as minhas filhas, de me apaixonar uma e outra vez pelo meu marido, de ver fortalecer os laços de amizade, de continuar a fazer parte de um todo, ainda que nem sempre com a alegria que deveria ter tido. Mas, esta história da passagem de ano mostra-nos que a vida continua. Ontem, hoje e amanhã. Até ao nosso último dia.

 

Tenho realmente pena que nem sempre me tenha levantado com um espírito lutador e quase tenha deitado a toalha ao tapete uma série de vezes. Não me esforcei o suficiente? Não acreditei o suficiente? Não. Às vezes dei muito pouco nesta grande meta que é: "amar a Deus e ao próximo". E amar é aceitar, acreditar, ajudar, começar, continuar, recomeçar, não desistir.

 

É o que realmente espero que 2017 me traga em cada dia: a oportunidade de amar e viver intensamente. Dia após dia. Aceitar aquilo que não posso mudar, apoiar quando é preciso, estar aqui. Continuar aos poucos a minha pequena missão de dar testemunho da fé: uma fé imensa e verdadeira, apesar de eu ser pequena e fraca. 

 

Das coisas boas guardo muitos passeios, risos, conversas, refeições, momentos de grande solidariedade, palavras de gratidão.

E mais, muito mais.

 

Tanto que não tenho outra hipótese a não ser agradecer. Agradecer cada momento que me foi dado, cada alegria e cada tristeza. Cada sorriso e cada lágrima. Cada noite e cada manhã. Cada gota de chuva e cada raio de sol.

 

 

 

 

 

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A todos os que passam por aqui um Feliz 2017!

 

 

 

27
Dez16

Dos sonhos de infância


Olívia

passando pela adolescência, eis uma presença constante na minha vida. 

Sim, sou pirosa e essas coisas todas. Arrepio-me sempre com a maravilhosa voz desta mulher. Admiro-a enquanto cantora e enquanto pessoa.

 

Porque a vida é feita de recomeços, porque nunca é tarde para sonhar, porque a nossa vida depende das escolhas (livres) que fazemos... porque o amor permanece!

 

 

26
Dez16

Balanço


Olívia

Muita loiça suja, muita migalha pelo chão.

Doces que vão ficando num prato em cima da bancada da cozinha, papel de embrulho rasgado e sorrisos enorme de alegria.

Palavras de gratidão.

Companhia e conversas.

Momentos fortes de oração.

Mesa bonita.

Pessoas queridas.

Cantigas ao serão, o Menino pequenino no presépio.

Luzes a brilhar toda a noite.

Surpresas e risos.

As filhas aninhadas nas suas camas a dormir descansadas e quentes.

O beijar do Menino no final da missa de Natal.

Uma árvore de Natal transformada em Árvore de Jessé.

Mensagens de esperança.

Palavras de conforto.

Memória dos que partiram antes de nós.

Um sacrifício pelos que trabalham estes dias.

Açúcar com canela e torta de laranja.

Histórias e páginas em branco à espera de um novo ano. 

Coração apertado pelos que sofrem.

Crianças sem família. Sem amor. Doentes e tristes.

Oração e acção de graças por termos tanto.

Por nos termos uns aos outros.

Pelos amigos.

Pela família.

Natal.

Nascimento.

Esperança.

Amor.

 

.

 

 

 

24
Dez16

A um dia do Natal


Olívia

 

 

 

Haja serenidade, presença, carinho, companhia, alegria... saibamos ver nestes dias o quanto podemos ser melhores durante o ano. Sem hipocrisias, sem brilhos falsos. Saibamos hoje ter esperança. 

 

Hoje quero acima de tudo estar. Ser. Viver. Encantar-me.

 

E dormir a sesta também era boa ideia!

 

23
Dez16

A dois dias do Natal


Olívia

Ai que o tempo não pára! Corre e bem depressa! 

 

Hoje é dia de compor algumas jarras com verduras que a minha mãe gentilmente me arranjou por aí! Se isto fosse um blogue daqueles fashion eu teria aqui uns tuturiais sobre como fazer belas jarras e arranjos, mas normalmente eu uso algo muito basico que é: ir colocando as coisas ao calhas e jamais tentar fazer duas jarras iguais! Nunca falha!

 

Ora então ontem fui uma linda menina e despachei o assunto das compras, hoje posso por isso ver das roupas que já não tive coragem ao serão...

 

Espero poder fazer alguns telefonemas importantes porque ontem não consegui... e começar a preparar um miminho para as vizinhas lá da minha rua!

 

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...Basta lembrar-me que amanhã estou em casa e a coisa já corre melhor!

 

 

22
Dez16

A três dias do Natal


Olívia

Hoje é dia de fazer uma pequena limpeza lá por casa mais logo ao serão, dar uma arrumação ao que anda mesmo fora do sítio e escolher a toalha e as loiças para a véspera e para o dia de Natal. Cabe a cada uma das filhas mais velhas essa tarefa. É preciso ver se a toalha não tem manchas de ter estado muito tempo arrumada... é preciso escolher a comida e os doces, fazer a lista de compras porque na sexta feira é dia de ir ao supermercado.

 

Na verdade acabei por ir hoje às compras. Um horror. Um pesadelo. Foi necessário ir a dois supermercados e demorei quase duas horas... estava capaz de ir ali a cima desembrulhar uns chocolates em forma de estrela que nos ofereceram para colocar na Árvore e comê-los todos!!!!

 

Também é dia de ver - de entre as roupas que temos - o que se vai vestir na missa de Natal, não vá dar-se o caso de termos as camisolas, os colans ou mais alguma coisa no cesto da roupa suja!!!

 

O nosso presépio do Canto de Oração está mais composto.

 

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O nosso cesto dos símbolos da Árvore de Jessé está a ficar vazio...

 

 

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E a Árvore... está cada vez mais bonita, cheia de luz, de cor, de notícias de amigos (via postal) e cheia de histórias da Bíblia!

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 As palhinhas do Presépio aguardam a chegada do Menino... e nós também!!!

 

21
Dez16

A quatro dias do Natal


Olívia

E tanto que já sinto a alegria dos reencontros, das palavras sentidas de boas festas, a alegria das partilhas ainda que simples. De facto o Advento aproxima-se do final. E, para meu espanto, consegui fazer uma preparação interior muito maior do que aquela que alguma vez imaginei no primeiro dia de caminhada.

 

Não existiu nenhuma fórmula mágica, nenhuma grande lista ou conjunto de tarefas obrigatórias. Apenas três coisas:

  • Estar disponível colocando-me ao serviço 
  • Focar-me no essencial desta quadra
  • Voltar a fazer algo diferente e inesperado 

 

Estar disponível hoje em dia é uma coisa praticamente impensável com tanta coisa para fazer... mas procurei não me dispersar com muitas coisas, recolhi-me num silêncio interior e pedi muito a Deus que me dissesse o que fazer. Ele provavelmente já mo tinha dito, mas eu nem dei conta tal era o estado depressivo em que me encontrava... aos poucos fui aceitando o facto de a minha pequena cruz estar um bocado mais pesada e fui tentando carregá-la com alguma entrega. Descobri que existem acontecimentos na vida que nos deixam sem chão, mas que nos fortalecem dia após dia! Assim procurei ocupar bem o meu tempo, desligando as redes sociais o maior número de horas possível e dedicando as minhas horas de almoço às cartas da Palavra Partilhada, que deverão começar a chegar pouco a pouco a vossas casas!

 

Depois de um tempo de organização mental e das minhas coisas lá de casa, precisei de me focar no essencial, fazer uma caminhada em família rumo à celebração do nascimento do Salvador, pouco me importa que Jesus não tenha nascido exatamente neste dia, o mais importante é que Ele nasceu e morreu por mim. Por ti. Por si. Por nós. Mesmo e principalmente pelos que não acreditam. E tem sido assim o nosso caminho: passo a passo, com pequenos gestos, sem grandes euforias. Até já temos as prendas embrulhadas e etiquetadas para partilhar com a família!

 

A última coisa que senti que devia recuperar era "fazer uma coisa inesperada", noutros anos fizemos recolha de presentes para a fundação, houve um ano em que liguei aos amigos na véspera de Natal, um a um, para conversarmos com calma (a possível nesse dia), num ano mandámos uns doces ao tio Zé que está na Escócia e este ano queria fazer qualquer coisa diferente... e assim surgiu a ideia de irmos ao norte no fim de semana passado. Largamos tudo, arranjámos as malas com o mínimo de coisas e fomos visitar parte da nossa família! O fim de semana foi uma maravilha. hei de contar tudo, mas não agora! Tenho trabalho para fazer!!!

 

 

 

 

 

 

21
Dez16

Tradições


Olívia

o homem deixará o pai e a mãe para se unir à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne"

Mt.19, 5

 

Em cada família que começa nascem pequenas tradições que marcam o ritmo da vida do dia a dia, algumas delas vêm de tempos antigos, mas muitas são adaptadas à nova realidade. Nesta época do Natal ouço com  frequência várias destas tradições: o dia de fazer a Árvore de Natal e o presépio, a ementa do dia de Natal, a troca de prendas, os serões animados, as viagens e muito muito mais. 

 

Se há coisa que pode unir uma família essa coisa é a tradição. "Sempre foi assim" - dizem muitas pessoas.

 

Mas, existe também o outro lado desta moeda, existem tradições que separam as pessoas, ideias fixas que não se adequam à nova realidade das famílias... e a época de celebrar torna-se assim num pesadelo...

 

Parece-me que às vezes existe falta de diálogo. Falta de tolerância. 

 

Aqui em casa, durante anos comemos bacalhau com batatas, depois porque nos apetecia variar resolvemos adaptar estes ingredientes e passamos a comê-los de outra forma... ninguém se chateou por causa disso. Cá em casa passamos sempre a noite do dia 24 em família juntamente com os nossos pais e com a minha irmã.

 

As prendas são trocadas depois do jantar (quando não havia crianças esperávamos pela meia noite), nunca em nenhum ano consegui que abríssemos os presentes no dia 25. Os avós gostam de entregar as prendas às netas e ver a sua reação. Eu podia acabar com isto e fazer prevalecer a minha ideia, mas não o farei. Não tenho coragem de lhes tirar essa alegria!

 

Ora, andei aqui a pensar e decidi que este ano todas as prendas que não são dadas pelos avós e pela minha irmã serão abertas no dia 25.

 

Debaixo da Árvore de Jessé estará uma pista e um chocolate e depois escondo as outras prendas pela casa. De pista em pista vão abrindo assim as prendas no dia de Natal.

 

Não é uma coisa antiga, mas se o fizermos este ano e nos próximos... faremos nascer uma nova tradição que deixa contentes todos lá em casa!

 

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