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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!



Sexta-feira, 30.06.17

Segundo semestre e as resoluções de ano novo

Ninguém acredita, mas oficialmente ainda não passei de ano... em termos fiscais terminamos as obrigações de 2016 durante o mês de julho... mas a verdade é que já se passaram seis meses.

 

E então Olívia, como estão as tuas resoluções? Vamos ver... ora escrevi eu em janeiro:

 

  • Agradecer o dom da vida em cada manhã, com um pequeno momento para definir o meu dia, para isso terei de acordar cedo sem reclamar interiormente - isto foi muito bem pensado, mas em metade dos dias não o devo ter feito (acordar mais cedo sem reclamar)
  • Preparar o pequeno almoço com cuidado e dedicação Ai Olívia... ainda bem que aqui vieste... essa memória...
  • Palavras de ordem: tolerência, compreensão, paciência, dedicação e serviço não está mal não senhora... mas podia esforçar-me mais!
  • Encontrar formas de estar disponível para ajudar no plano de recuperação escolar das minhas filhas e correu bastante bem, o fim da escola trouxe bons resultados (não apenas boas notas)
  • Ler pelo menos cinco páginas de um livro de aventuras em família diariamente zero páginas por noite
  • Fazer a oração da manhã e da noite temos feito sim, e com melhorias.
  • Preparar as refeições com carinho e retomar o hábito de levar almoço/lanches para o trabalho ando a trabalhar nisso...
  • Reduzir no número de cafés que bebo fora (1 por dia) e beber mais chá estou no bom caminho!
  • Caminhar 15 minutos na terça e na quinta feira na hora de almoço - eu escrevi isto? ai...
  • Não ir deitar zangada, irritada ou amuada e agradecer tudo, mesmo tudo o que vivi nesse dia retomando a escrita no diário da gratidão abandonei o diário durante uns meses, mas está já retomada a escrita
  • Ah... e usar frequentemente as coisas bonitas que temos nos armários podiam ser mais usadas, mas não estão esquecidas!

 

Faltam seis meses para terminar 2017.

 

 

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por Olívia às 07:55

Quinta-feira, 29.06.17

Perguntas & Respostas #1

P. Alguma vez se arrependeram da decisão de adotar?

 

R. Não.

Por mais complicado que fosse o processo, por mais tempo que tenha demorado, nunca pensámos em desistir. Os primeiros tempos de adaptação foram difíceis, não tivemos apoio de nenhuma entidade do estado, pelo que foi muito importante termos tido contacto com outra família que tinha adotado. Mesmo nessa altura não nos arrependemos. Sentimos medo, ficámos com a sensação de que se calhar não estávamos a ser bons pais, que as coisas podiam ter sido diferentes, mas conseguimos sempre equiparar a adoção a uma gravidez, tentando adaptar teorias e técnicas para conseguir ultrapassar os problemas. Sempre que um grande problema surgiu - e já foram muitos - as pessoas têm tendência a sugerir que só acontece a quem adota, mentira, das grandes. Todos os filhos podem ter problemas, independentemente de serem ou não biológicos. O mesmo em relação às doenças.

 

Para adotar  - muito mais do que querer um filho - é preciso querer amar, acolher, aprender, recomeçar. Cada dia é um novo dia, o tempo vai passando e um dia descobres que a vida não tinha qualquer sentido se fosse de outra forma.

 

 

Para colocarem as vossas perguntas cliquem AQUI Na próxima semana respondemos a mais uma!!!

 

 

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Assuntos Importantes:

por Olívia às 08:36

Quarta-feira, 28.06.17

Primeiro acampamento - Dia #2

Para ler mais... clicar na imagem!

 

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por Olívia às 14:56

Quarta-feira, 28.06.17

"Amanhã já não venho"

As férias de verão nos anos noventa podiam ser aborrecidas, mas nunca seriam tão aborrecidas como as destes anos, e porquê? Muito simples, naqueles anos ninguém ficava fechado em casa lá na aldeia!

 

A meio da manhã já os grupos se juntavam na rua, à sombra, para conversar, jogar às cartas... andar de bicicleta, enfim, para passar o tempo! Raramente ficávamos em casa a ganhar neura, porque em casa também havia uma lista de tarefas a fazer que os nossos pais nos deixavam. Desde arrumar a cozinha, varrer o chão, regar as flores... oh tanta coisa que era preciso fazer... 

 

Mas, houve um verão em que as coisas mudaram. A minha mãe, que costumava fazer as campanhas de vindima e tomate, sugeriu que também eu me juntasse ao "rancho", andavam lá alguns jovens e ganhávamos bom dinheiro (eram pouco, mas eu nunca tinha ganho nenhum) o meu grande objetivo era comprar as sapatilhas da moda: umas All Star azuis e brancas.

 

Assim foi.

 

Do alto dos meus catorze/quinze anos e bem vestida para um dia de trabalho debaixo de sol intenso: com calças de fato de treino, camisola de manga curta, camisa fina de manga comprida (dizem as pessoas mais velhas que: "o que guarda o frio, guarda o calor") e chapéu de palha com aba larga, juntei-me ao grupo.

 

Íamos num banco de madeira preso com umas cordas na parte de trás de uma carrinha de caixa aberta, ao vento. Quando chegámos demos o nome, e fomos distribuídos pelas carreiras com um/a parceiro, no início ia com a minha mãe para ver como era. 

 

Uma de cada lado da carreira das cepas, íamos cortando cacho a cacho e colocando numa espécie de "caneco" grande com cerca de 40 centímetros de altura e de diâmetro, quando estava cheio a colega da outra carreira que ia no mesmo "corredor" que nós parava para nos ajudar a equilibrar o caneco e colocá-lo sobre a cabeça, depois era só ir até ao trator, subir uns degraus e desejar a uva lá para dentro sem deixar cair o caneco. E assim íamos andando para a frente... as mais velhas não gostavam que os miúdos lhes passassem à frente, e a competição era bastante animada! Era preciso ter cuidado com: a) não cortar um dedo em vez do cacho e b) não agarrar num vespereiro em vez de um cacho.

 

Havia um capataz que conhecia bem a vinha, era ele que nos organizava e que ia vendo se não deixávamos uvas para trás, pouco antes do meio dia, mandava alguém acender o lume para os grelhados - nós já levávamos tudo feito era só aquecer - eu comia num instante para poder dormir cerca de meia hora. E se custava de manhã, à tarde era um tormento, muito calor, a água já não estava fresca... o cansaço era terrível.

 

E eu dizia sempre "amanhã já não venho!" Mas ia, até ao fim!

 

A melhor parte era quando a "aguadeira" passava com água numa quarta, tirada do poço, tão fresca... eu, que não bebia do mesmo copo de esmalte onde os outros bebiam porque levava uma garrafa, não resistia... a sede era muita, o calor pavoroso!

 

Na esperança de que passasse uma pequena aragem as mulheres diziam bem alto "Oh S. Lourenço mandai o ventinho para as gentes do trabalho" e logo o vento se fazia sentir, mas não podíamos abusar da boa vontade do S. Lourenço, por isso íamos dizendo de tempos a tempos...

 

O melhor dia da semana era a sexta feira, depois do trabaho, sentávamo-nos à espera que chamassem pelo nosso nome, para nos darem um envelope com o nosso ordenado, dizíamos quantos dias eram, confirmava-se o valor e trazia-se o envelope... ah... e havia sempre um gelado que era comprado a caminho de casa!

 

Além das campanhas da vindima, fiz também a do "tomate à grade" (cada um ia enchendo as suas grades e depois quanto mais enchessemos, mais recebíamos, nessa altura só trabalhava meio dia, contentava-me com esse dinheiro, e à tarde a malta nova dormia a sesta!), fiz também a de pimento (eu ficava no armazém a cortar e a tirar as sementes do pimento para ir para a fábrica enquanto algumas mulheres iam apanhando lá fora), e fiz vindima de uva de mesa (detestei aquilo... além de apanhar as uvas tínhamos de "enfeitar" umas pequenas grades e cestas para venda, os cachos eram bem arrumadinhos, sem parras, sem uvas estragadas... a minha mãe fazia aquilo na perfeição, mas as minhas ficavam muito feiazitas!)

 

Era bastante cansativo, mas no fim das férias estava desejosa de voltar à escola, gostei muito de conhecer outros jovens que vinham de fora com as famílias para as campanhas, nunca mais soubemos nada uns dos outros porque apesar de trocarmos moradas, nunca escrevíamos as prometidas cartas...

 

Quanto às sapatilhas tão esperadas... acabei por não as comprar logo... é que o dinheiro custava tanto a ganhar que tinha de ser bem gasto, depois de ajudar a comprar os livros da escola, os materiais aí sim, comprei as minhas primeiras e únicas All Star azuis e brancas!

 

Hoje em dia, a maioria das vindimas são feitas com máquinas, assim como a apanha do tomate, apenas algumas vinhas familiares ainda têm um rancho de gente que dia após dia recomeça com alegria esta dura tarefa!

 

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Terça-feira, 27.06.17

Estão a seguir a nossa aventura no campismo, certo?

Está ali mesmo ao lado... vá já escrevi sobre a viagem e sobre o primeiro dia!

 

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Assuntos Importantes:

por Olívia às 09:00

Segunda-feira, 26.06.17

Perguntas & Respostas

Não, não são as dos exames nacionais, que isso é outra conversa! 

 

Depois de ver que existem pessoas a visitar este blogue para lerem sobre a adoção, e porque há muito tempo que não escrevo sobre esse tema, resolvi abrir um espaço (ali ao lado, na barra) onde quem quiser, pode de forma anónima) colocar as suas questões, dúvidas sobre a adoção na nossa família.

Tentarei responder a uma pergunta por semana.

 

Se têm curiosidade, perguntem.

 

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por Olívia às 12:00

Segunda-feira, 26.06.17

Como correu a 1ª "Power hour"?

Correu muito bem.

 

Confesso que a minha casa estava altamente negligenciada, primeiro porque durante duas semana estive com aquilo a que vulgarmente se chama "dor ciática", sim, não são só as pessoas com mais idade que sofrem destas maleitas! Por isso, a roupa para passar acumulou, as coisas foram ficando umas aqui outras acolá... mais a preparação para o campismo e o regresso que fez com que o caos se instalasse.

 

Uma hora é manifestamente pouco para tudo o que havia por fazer lá em casa, mas o conceito de que naquela hora damos tudo por tudo sem distrações é uma forma excelente de colocar o "comboio nos carris" novamente! A minha grande falha foi não ter comido antes, mal cheguei da loja, mudei de roupa e comecei a arrumar, para aproveitar que as meninas estavam na avó!

 

Para a próxima estou a pensar incluir também a camada jovem neste desafio!

 

A lista era curta: 

  • arrumar as coisas que estavam fora do lugar (aquilo que vamos ignorando)
  • Aspirar

 

Deixo só uns "antes de depois:

 

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Claro que toda a gente sabe o que é que aconteceu quando a nossa pequena tribo chegou a casa, certo?!?!?!?!

 

 

 

 

 

 

 

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por Olívia às 09:27

Sábado, 24.06.17

Power hour

O conceito foi desenvolvido por uma mãe americana que optou por ficar em casa com os filhos em vez de trabalhar fora. Tal como se pode imaginar, estar em casa não significa que se tenha sempre tudo muito limpo e arrumado, pois todos sabemos como fica a nossa casa depois de um fim de semana com os nossos filhos a brincarem com todos os brinquedos e mais algumas coisas que entretanto encontram por ali!

 

A power hour, é um desafio. Como funciona?

 

  1. Fazer uma lista de tarefas a fazer numa hora
  2. Desligar todas as distrações: campainha, TV, Internet, etc etc
  3. Escolher uma playlist com as músicas que mais nos ajudem a ganhar energia
  4. marcar 1 hora no temporizador (telemóvel, ou cronómetro)
  5. Seguir a lista, sem parar, fazendo o máximo que conseguirmos durante essa hora.

 

Podemos usar esta técnica por exemplo para:

  • organizar uma única divisão (escritório, cozinha)
  • Recolher e arrumar tudo o que esteja fora do sítio em toda a casa
  • escolher (lixo, guardar, dar) brinquedos, roupas...

 

Hoje farei a minha primeira Power hour para dar uma geral na casa!

 

Depois conto como foi!

 

 

 

 

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Quinta-feira, 22.06.17

Agradecimento a quem participou no questionário

Gostaria de agradecer às 33 pessoas que dedicaram um bocadinho do seu tempo a responder ao questionário que aqui deixei no dia 14. Vou deixá-lo ativo por mais uns dias para o caso de mais alguém querer participar.

 

Quando resolvi perguntar por que motivo vêm aqui, apenas queria saber que tipo de textos são os que vocês mais gostam de ler, quais são os assuntos que despertam mais a vossa atenção, mas fiquei com uma boa ideia de que as pessoas que aqui vêm periodicamente já nos vêem como família!

 

Aqui ficam os resultados:

 

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 Obrigada

 

 

 

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por Olívia às 11:07

Quarta-feira, 21.06.17

Colinho

Um destes dias estava a ver uma amiga com o seu bebé ao colo. Depois de o alimentar, recostou-o aninhando-o bem junto a si e embalou-o suavemente. O bebé olhava atento ao que o rodeava, mas logo os seus olhos se começaram a fechar. Um bocadinho de embalo, no colo e adormeceu. 

 

Nesse preciso momento senti inveja desta mãe. Nunca tive um bebé que adormecesse assim embalado no meu colo. A Maria chorava horrores para dormir e era uma grande aflição e um grande desespero para adormecê-la. Com a Lúcia, nos primeiros tempos, no hospital, dava-lhe o leite e colocava-a logo na cama. Em casa também foi assim. Houve uma semana de cólicas em que a adormeci ao colo deitando-a de barriga para baixo massajando a barriga, mas depois disso voltei a deitá-la na cama para que adormecesse sozinha. Tinha de ser, pensava eu. Numa loja com um bebé, não podia dar-me ao luxo de andar a embala-la a toda a hora. Foi uma semana complicada porque ela chorava lá na sua cama, eu ia lá aconchegar a roupa, dar um beijinho e depois vinha embora. Ela choramingava e adormecia. Quando acordava, eu não ia logo lá. Ela ficava a brincar e a "conversar". 

 

As clientes da loja achavam isto estranho, mas era a única forma de poder ter a porta aberta e cuidar de um bebé com um mês... com seis meses... com um ano... com um ano e meio.

 

Continua a ser assim. Agora fui deitar a Lúcia e ela está rabugenta... não quer dormir, ou não consegue por causa do calor, na maioria das vezes acaba por adormecer, uma ou outra vez, acabo por a ir buscar e ela não dorme. Claro que depois pago caro, porque tenho de arranjar maneira de a deitar jantada e com banho tomado às sete e meia da tarde!

 

Quando vamos a algum lado é sempre um problema para ela adormecer, está de tal forma habituada à cama que, por exemplo não dorme nas grandes viagens de carro que fazemos: é capaz de ir três horas no carro sem adormecer, a não ser que esteja de facto muito, muito cansada! Foi bom termos levado a cama de viagem para o campismo, era  a cama dela e as noites correram bem... mas dei comigo a ver muitas mães com os seus meninos ao colo... a embalá-los calmamente... e voltou este sentimento de inveja. 

 

Às vezes queria poder embalar a Lúcia e senti-la adormecer ao meu colo.

 

(Adormeceu. Sem colo.)

 

 

 

 

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Terça-feira, 20.06.17

Tudo o que se perde

Nos últimos dias tenho procurado reduzir a procura de mais e mais informação sobre a catástrofe que e abateu neste país em que vivo, acompanho algumas publicações aqui no Sapo, outras no facebook, mas não vejo televisão. Não consigo. Três dias de luto nacional se calhar é muito pouco - eu nem sei bem para que serve o luto nacional - vejo imensas mensagens de condolências, bandeiras a meia haste, espetáculos cancelados (outros agendados). Mas o luto, esse vive-se no coração de quem tudo perdeu. Não me parece que existam muitas pessoas a quem tudo isto lhes passe ao lado. A vida segue o seu curso. Aqui, lá, em todo o lado. Aqui eu percebo. Estamos longe, não temos amigos entre as vítimas, não conhecemos ninguém a quem a tragédia bateu à porta, hoje é dia de consulta no médico, dia de escola, tenho de fazer o jantar como de costume. E mesmo assim, dói. Dói no coração, e mais fundo ainda. Não sei, nem imagino o sofrimento de quem não sabe dos seus, de quem espera, de quem só vê destruição. Perante uma tragédia destas os dias parecem-me diferentes, mais tristes, mais dolorosos. Lá, onde o fogo continua a arder o que sentirão aquelas pessoas, como conseguirão continuar com a vida depois disto? O tempo vai passar, será que nos continuaremos a lembrar de cada uma das vidas que se perderam? Será que alguém terá um dia coragem para mudar o que está errado? Nós vivemos nesta Terra, somos cuidadores dela, tudo o que temos é emprestado, para gerirmos com a melhor capacidade, perguntam sempre onde está Deus no meio da tragédia, sempre. Misturam sempre palavras "castigo", "justiça", "deuses". Deus não quer o mal. Deus deu-nos a capacidade de sermos livres pelas escolhas que fazemos, desde aquilo que queremos comer, àquilo em que transformamos cada milímetro quadrado da Terra. O ser humano é inteligente. É autónomo. É responsável.

 

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Segunda-feira, 19.06.17

Tenho tanto para contar...

mas neste momento nem sei o que escrever. Desligar do mundo durante 95% do tempo e quando se liga um rádio, se visita um site só se vê e ouve notícias tão terríveis como o que aconteceu deixam-me verdadeiramente angustiada. 

 

Penso no terror que aquelas pessoas sentiram, no desespero, e se fosse eu? E se fosse a minha família?

 

Que Deus lhes dê coragem, que não falte a força a quem combate estes monstros que são os incêndios dia e noite, que quem puder ajudar ajude, eu tentarei fazer o que me for possível, não sei ainda como, mas vou procurar saber.

 

A todos os que vivem nestas zonas afetadas, que não percam a esperança. As nossas orações estão convosco.

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por Olívia às 09:47

Quarta-feira, 14.06.17

Questionário

Enquanto vamos ali descansar* um bocadinho e voltamos, deixo aqui uma pergunta para responderem... se puderem, claro!

 

Obrigada!

 

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* era bom, era!!!

 

 

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por Olívia às 12:26

Quarta-feira, 14.06.17

O que é "ir de férias"?

Estamos a entrar na época preferida para ir de férias. Por todo o lado já se vêem anúncios com apartamentos, hotéis, e todas essas coisas. Tenho amigos que já marcaram férias e estão desejosos de fazer essa pausa para carregar as baterias, saírem do local onde estão e aproveitarem mais o tempo em família. Até eu este ano falo em férias porque ao que tudo indica os três ou quatro dias que vamos tirar de vez em quando são para nós férias.

 

Mas, férias de quê exatamente, se é preciso cuidarmos uns dos outros? Se é preciso arranjar algumas refeições, manter as coisas minimamente arrumadas... já nem vou falar da pilha de roupa que devo ter para lavar nos dias seguintes!

 

Eu costumava dizer que para mim ir de férias era estar num hotel com tudo incluído e não fazer nada de nada! Ah...que vida boa! Sem horários, sem complicações, sem tarefas... sem a família junta a fazer uns grelhados, sem brigas por causa da falta de espaço na mesa pequena de piquenique, sem corridas pelos campos, sem poder rir e cantar à vontade... sem poder jogar à bola no quarto... jogas às cartas ao ar livre... enfim... se calhar nesta fase da vida ainda não estou preparada para umas férias assim...

 

Se calhar ir de férias é mesmo fazer uma pausa do trabalho, percorrer caminhos que não o mesmo que fazemos todos os dias, beber um café num sítio que não conhecemos, guardar folhas de árvores grandes e pequenos malmequeres espalmados nas folhas de um livro, contar histórias e recordar aventuras de infância, ver o pôr do sol, contar as estrelas que brilham no céu. É ter tempo privilegiado em família.

 

Sem pressas.

 

Sem distrações. 

 

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Assuntos Importantes:

Terça-feira, 13.06.17

Sim, estou com muito medo

Pois estou!

 

Estamos já nos últimos preparativos para a nossa primeira experiência no campismo a cinco. As coisas que mais me atormentam são mesmo as sestas da Lúcia e as noites. Vamos acampar numa tenda, o IPMA diz que as temperaturas devem rondar os 40º lá para os lados de Penamacor!

 

Estamos a reduzir ao mínimo as coisas que vamos levar, existe a grande possibilidade de me estar a esquecer de alguma coisa... ou de levar coisas que não precisamos e deixar outras que afinal nos fariam mais falta.

 

Bem sei que estes quatro dias que se aproximam (de 15 a 18 deste mês) têm tudo para correr bem, nós precisamos desta pausa pois temos passado alguns tempos complicados... mas não estamos acostumados a sair da nossa zona de conforto!

 

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