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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

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A adoção e o batismo

A propósito de podermos destacar três textos no nosso blogue (são aqueles três que estão mesmo aqui em cima do título do texto de hoje) escolhi colocar lá o texto do batismo da nossa afilhada por considerá-lo um momento marcante na nossa vida, ontem recebi um comentário bastante pertinente, sei que escrevi sobre isso aqui no blogue, há bastante tempo mas, sabendo que é uma questão em que podemos responder na primeira pessoa, e sabendo que para nós o batismo é muito importante, resolvi fazer este pequeno "post".

 

Diz o comentário:

«Tenho umas dúvidas sobre o baptismo da sua filha mais velha... Ela já era baptizada quando a adoptaram? E como têm a certeza disso? Há fotografias? Ela conhece os padrinhos? Desculpe a curiosidade, mas é difícil perceber como se lida com essa situação quando a criança é adoptada, e parece-me que a Olívia é quem saberá melhor...»

 

Como se sabe a Margarida já era crescida quando a conhecemos, e iria frequentar o 3º ano de catequese, ano esse em que se faz a primeira comunhão. Nessa altura ainda não era nossa filha a não ser no nosso coração e no coração de Deus, mas já a acompanhávamos na sua caminhada de educação cristã. Fomos convidados para a sua primeira comunhão que aconteceu em maio de 2008 e uns meses mais tarde estava a viver connosco.

 

Sabendo que a Primeira comunhão estava feita, não haveria dúvidas de que era batizada, afinal essa era a ideia que todos tinham na instituição onde ela esteve.

 

O tempo foi passando e a nossa família começou a dar uma maior importância às questões da fé, aos sacramentos e à vida cristã. Daí a minha tristeza por não sabermos a data do seu batismo. Nessa altura liguei para a instituição e falei com as pessoas responsáveis, com quem mantemos uma relação de proximidade e amizade desde há muitos anos. Foi-me confirmado que ela teria sido batizada ou não teria feito a comunhão, mas as provas, as datas essas não existiam.

 

Na catequese aproximava-se a data da sua Profissão de Fé, e o que seria esse momento sem se saber ao certo se houve batismo ou não? Perante esta dúvida cada vez mais intensa resolvi pedir o conselho do nosso pároco.

 

Na opinião dele: «se não se sabe, se não existem provas, a criança deve ser batizada. Não se deve negar esse direito a ninguém que o queira de coração, muito menos a uma criança.»

 

Perante isto, resolvi propor-lhe que nos auxiliasse numa missão de investigação caso não chegássemos a nenhuma conclusão decidiríamos prepará-la para o batismo, e ele aceitou, pesquisei as paróquias próximas do local onde ela nasceu e viveu em pequena e o pároco escreveu a solicitar a confirmação do batismo da menina (ainda com o nome antigo, claro).

 

A primeira para onde se escreveu respondeu prontamente com a data do batismo. Ficámos assim a saber que efetivamente ela estava batizada e qual a data para celebrarmos a sua entrada na grande família da igreja! 

 

Um dia fará o Crisma, terá a sua madrinha (oficialmente), e professará a fé por ela própria, por agora vai crescendo e aprofundando em casa, na comunidade e na igreja a grande graça de ser chamada Filha de Deus!

 

 

 

 

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