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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

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Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

A dois

Já não me recordo da última vez que tínhamos feito um programa a dois. Sem ser de trabalho, claro. Mas, neste domingo resolvemos sair para ir namorar e ir ao cinema. E assim foi, com as três manas entregues aos avós saímos por volta do almoço em direção a Lisboa onde almoçámos calmamente. A sensação de sair do carro sem a mochila das tralhas da Lúcia, o silêncio toda a viagem tirando a nossa conversa animada, o facto de ter calçado uns sapatos com um bocado de salto e poder andar para lá e para cá de mão dada com o meu marido sem a preocupação dos filhos foi de facto impressionante!

 

Eu nã sou adepta das marcações obrigatórias de uma saída a dois de x em x tempo, passar algum tempo a dois é mais do que uma obrigação... quando nos começamos a distanciar é bom que um ou os dois se manifestem no sentido de passar algum tempo juntos. E foi o que aconteceu.

 

Desde o último retiro das Famílias de Caná que nos apercebemos o quanto temos passado pouco tempo só os dois enquanto casal... desde então tenho tirado um pouco do meu dia - aos fins de semana - para vermos um filme juntos ou um episódio daqueles programas de remodelações de casas que ambos gostamos.

 

Ora desta vez fomos almoçar a um daqueles espaços no Colombo onde fazem grelhados, que eu não sou de comidas gourmet e essas coisas, gosto de comer bem e uns grelhados são sempre uma boa escolha.

 

Depois tivemos de escolher o filme, apesar de serem imensas salas não havia muita coisa que me apetecesse ver, mas eu até nem sou muito esquisita e ambos sugerimos o mesmo filme, e ainda bem que o escolhemos.

 

Fomos então ver o filme "Sully" - milagre no rio Hudson.

 

 

Digam o que disserem eu adorei o filme. Mesmo sabendo o fim da história, o filme prendeu-me em cada minuto, a comoção tomou conta de mim várias vezes ao longo das várias cenas marcantes, como telefonemas, pensamentos, diálogos entre o casal. Só o facto de ser uma história verídica já era suficiente para eu ter gostado, mas juntando o extra de saber que mais uma vez tentaram denegrir a imagem de uma pessoa a fim de prevalecerem os interesses das "grandes empresas" e foram mal sucedidos foi a cereja no topo do bolo.

 

Este filme conta acima de tudo o que sentem e vivem as pessoas envolvidas numa aterragem forçada de um avião no meio de um rio. Pessoas essas que sobrevivem, que ainda hoje - nove anos depois - escrevem postais de agradecimento ao piloto "Sully".

 

Eu gosto de finais felizes, a sério que sim.

 

Gostei do filme, gostei da nossa tarde a dois, gostei do fim do dia em família.

E agora, bem vinda semana de trabalho e de escola!

 

 

 

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