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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!



Quinta-feira, 16.10.14

As datas - Resumo do início da nossa história -

Margarida

 

Instauração Processo judicial promoção e protecção menores - 06-12-2007

 

Audiência no tribunal (n/ comparência voluntária) - 06-12-2007

 

Entega de candidatura Segurança Social - 13-12-2007

 

Debate judicial - Março 2008 (entre o tribunal e as famílias biológica e "adoptiva")

 

Sentença Tribunal - 24-04-2008 (Gui confiada à instituição p/futura adopção)

 

Sentença transitou em julgado - 05-05-2008 (ninguém apresentou recursos)

 

Ida para nossa casa - 20 Junho 2008 (sem conclusão do processo)

 

Seleccionados como candidatos à adopção p/ Segurança Social - 17-09-2008

 

Confiada p/ adopção - 17-09-2008

 

Aceitação da adopção plena - 13-05-2009 (fim da pré-adopção 6 meses)

 

Petição - 17-06-2009

 

Audição Final - 11-09-2009

 

Sentença Tribunal - 06-10-2009

 

Registo Civil - Outubro 2009 (Mudança de nome e sobrenomes - novo registo - nova cidadã)

 

 

****

 

Maria

 

Gravidez - 10-2007

 

Parto - 07-07-2008

 

Registo Civil - 11-07-2008

 

 

Que diferença!!!!!

 

------ update-----

 

Lúcia

 

- Gravidez - Fevereiro 2015 

- Prato Parto - 5 de Novembro 2015

- Registo - 10 de Novembro 2015

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Olívia às 18:05


8 comentários

De Mamã a 23.09.2014 às 14:03

Acho que é por isso que muitas famílias nem consideram adoptar. As que pensam fazê-lo depois de um longo processo de tentativas de ter filhos biológicos são aquelas que, penso, mais cedo descartam a adopção.
Seria apenas mais um processo doloroso de espera e desespera....

De Olívia a 17.10.2014 às 15:35

Pode até ser, mas vale a pena, isso garanto eu!

De ana santos a 17.10.2014 às 22:52

Com as nossas foi bastante mais fácil:
- 17 setembro 2007 - 1ª reunião na segurança social
- 17 março 2008 - aceites como casal adotante ( 6 meses de lei )
- 11 novembro 2008 - primeiro encontro com as nossas filhas
- julho 2009 - adoção definitiva.
Agora quando penso... uma grande diferença é a falta de privacidade... em todos os passos há muitas pessoas envolvidas, e não só o pai e a mãe, em privado.
Mas, vale definitivamente a pena!!!!

De ana santos a 17.10.2014 às 22:57

E outra coisa, talvez a longa espera, durante os exames, tratamentos,etc, nos dê uma maior capacidade para esperar, sem desesperar, e no entretanto vamos amadurecendo, crescendo...

De Bruxa Mimi a 05.06.2016 às 08:39

Como sabes, estou cá desde o início e já li tudinho. Vim aqui, a este post, de propósito para ver se já incluía a Lúcia (calculava que sim!). Acertei, mas... então a Lúcia porta-se tão bem e tu começas por dizer que "parte a loiça toda"? Está bem que para sair e os primeiros dias cá fora foram muito complicados, mas não é preciso dizer isso! OK, tu não disseste NADA disso, eu é que estou a brincar por causa de estar "prato" em vez de "parto"... Desculpa a infantilidade!  (Cala-te, boca)

De Olívia a 05.06.2016 às 14:18

Cada vez mais me convenço de que estou dislexica...

De Bruxa Mimi a 05.06.2016 às 20:40

Eu também não devo andar bem... Então não é que reparei no "prato" (ainda não mudaste!) e não reparei (agora reparei!) que diz 2016 no parto e no registo?

De Olívia a 05.06.2016 às 23:45

(Andei o dia todo na passeata!!! Emendei agora, tudo de uma vez!)

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