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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

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Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Depósitos bancários

Tenho andado a ler o livro dos 7 hábitos das famílias altamente eficazes e tenho feito descobertas que nem uma super cientista das famílias! A grande descoberta da semana passada foi a conta bancária emocional, um conceito extremamente simples de compreender e que, posto em prática, é capaz de revolucionar as relações com quem nos rodeia. A ideia é de facto muito boa e muito simples: através de pequenos gestos, palavras e atitudes proactivos podemos ir fazendo depósitos na conta bancária emocional dos filhos, marido, pais... reforçando assim a confiança do outro. Por outro lado, por cada gesto, palavras e atitudes reactivas (explosivas) diminuímos o nível de confiança. Por exemplo o marido teve um dia mau, está aborrecido e responde "torto" é uma excelente oportunidade para fazermos um depósito de generosidade indo fazer um chocolate quente ao serão. Se um filho nos ofende com respostas azedas é um bom motivo para depositarmos o perdão na conta bancária sentimental do nosso filho, se alguém vem até nós para falar da nossa tia nas suas costas, é uma boa altura para fazer um depósito de lealdade na conta da tia não consentindo esse tipo de conversas, e por aí fora... são milhares de oportunidades que temos todos os dias.

Na fase da adolescência, em que os filhos tendem a distanciar-se de nós pais, podemos sempre melhorar a nossa relação uns com os outros. São pequenos gestos que, embora possam não ter o chamado efeito imediato, com o tempo farão a diferença nas nossas vidas. 

É certo que precisamos de ser humildes, pacientes e persistentes, mas certamente valerá a pena!

Se: em vez de diminuirmos alguém e agirmos de modo rude e descortês formos generosos;

Se: em vez de nunca pedirmos desculpa nos desculparmos com sinceridade;

Se: em vez de criticarmos e reclamarmos conseguirmos ser amáveis e leais;

Se: em vez de nunca prometermos ou não cumprirmos começarmos a cumprir o que prometemos;

Se: em vez de guardarmos rancor e alimentarmos a raiva conseguirmos perdoar;

Toda a nossa vida e a dos que nos rodeiam será certamente mais feliz!

Não, não é uma tarefa fácil, para fazer isto é preciso aperfeiçoarmo-nos a nós próprios, abandonarmos a postura crítica e amar incondicionalmente!

Será que estamos preparados para esta revolução?

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 «Que a Vossa presença brilhe diante de mim e ensinai-me as Vossas leis»

Sl.119

 

 

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