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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

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Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

«Eu não gosto da minha mãe»

Escutei esta frase dita numa conversa entre adolescentes, sem repararem que alguém escutava a conversa (eu, cusca me acuso). A resposta do outro lado foi «a minha mãe é a minha mãe, mas a minha tia é mais fixe».

 

A idade da adolescência tem destas coisas. Os pais são "chatos", "embirrantes", "exigentes" e muito mais, enquanto que a tia, a madrinha ou a vizinha é "fixe".

 

E porquê? 

 

Pois talvez seja porque estas pessoas apenas passam algum tempo com eles e nesse tempo são manifestamente mais brandos e mais tolerantes com todo o tipo de "cenas".

 

Já me aconteceu, por exemplo com a Margarida, quando ia frequentemente a casa de uma pessoa amiga achava que a vida era só aquilo, faz o que queres, quando queres, come o que queres, pizza ao lanche, bolos a toda a hora... roupas novas de oferta todas as semanas, enfim coisas que lá em casa não acontecem. 

 

É difícil para uma mãe/pai competir com estas coisas, é muito complicado ser sempre a má, a chata, a que não pode comprar tudo... mas a vida é mesmo assim. 

 

Parece-me que muitas vezes estas outras pessoas não o fazem conscientemente, "mimam" porque acham que estão a fazer bem. E de vez em quando sabe bem um gesto diferente, é bom, não o nego.

 

Mas por vezes dá-me a sensação que começam a competir à séria com os pais, sabendo que os miúdos preferem ir para a sua casa do que ficar em casa dos pais onde têm tarefas, deveres e regras...

 

Mas será que se as minhas filhas vivessem com estas pessoas fixes, digamos que dois meses, elas continuavam a ser fixes? Será que as minhas filhas continuavam a fazer tudo e a ter tudo o que queriam?

 

Pois, não me parece!

 

Educar é mimar, mas mimar também é saber colocar limites... as excepções devem continuar a ser excepções... e as regras devem continuar a ser regras...

 

 ... não sei, parece-me!

 

 

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