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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

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Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

História XXV *entrevista*

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«Os primeiros dias depois do nascimento da Mimi foram muito cansativos, ela chorava a toda a hora, a Gui queria atenção, e a coisa complicou-se muito... foram as tradicionais noites sem dormir, os dias de correria para chegar a todo o lado... mas e como se isto não bastasse, as técnicas da Segurança Social souberam que eu já estava em casa e marcaram a reunião logo naquelas primeiras semanas...

Ora se uma pessoa grávida já está mais sensível, uma pessoas que acabou de ter uma criança está tudo menos com vontade de ir a uma reunião, mas o que tem de ser tem de ser e nós queríamos era despachar aquilo.

Levei a pequenita, as mil e uma tralhas que uma mãe precisa para uma manhã fora de casa com um bebé (e não são nada poucas) e lá fomos nós à última reunião do processo de adopção!

Quando chegámos fomos informados de que estariam um pouco atrasadas, claro que não havia problema, então nós só lá estávamos com um recém-nascido com 10 dias de idade por isso podíamos esperar...

Reunidas então as condições fomos chamados a uma sala com uma mesa redonda ou oval (que deu um jeitão, já explico porquê) e foram-nos feitas as perguntas da praxe sobre a bebé, escusado será dizer que elas não sabiam que a Gui já estava lá em casa... e mais uma vez alertámos para que as coisas avançassem pois sentíamos que ela deveria começar a escola já connosco.

A reunião demorou tanto tempo que dei de mamar, mudei fraldas (a mesa deu de facto muito jeito) pelo menos duas vezes... a Mimi chorou, riu, adormeceu, acordou voltou a chorar... e foi uma longa manhã!!! No final despedimo-nos muito cansados, cheios de fome e com vontade de as mandar trabalhar a toda a velocidade, mas apenas pedimos que não se esquecessem do nosso processo, agora que tinham lido a sentença, já sabiam o que o tribunal considerava o superior interesse da criança, faltava apenas que nós fossemos considerados aptos a adoptar.»

A Mãe