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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

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Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Momentos de cumplicidade

Numa família não faltam momentos de cumplicidade, são olhares trocados, meias palavras, sorrisos inesperados, piadas que mais ninguém entende... são assim frações de segundo em que, nos encontramos unidos. Quanto mais a nossa família se for "separando" ao longo do dia, menos momentos destes temos.

 

Estamos a recomeçar mais um ano letivo, a exigência dos horários escolares não deixará muito espaço para que a família - toda - se junte ao longo do dia. Não quer isto dizer que agora vai ser uma tragédia e que a beleza da flexibilidade das férias desapareça, mas a verdade é que os dias vão começar a ser menos quentes, o sol vai andar menos tempo a iluminar-nos e as tarefas vão ser muitas mais.

 

É aqui que tem de entrar a criatividade. A rotina tem de ter espaço para coisas imprevistas, para brincadeiras, para unir a família, mesmo que sejam poucos momentos, que estes momentos sejam significativos.

 

Um dos momentos em que juntamos a família toda na mesma divisão é a hora do jantar. Teremos de a adaptar para que consigamos sentar-nos todos à mesma hora em volta da mesa. Ainda não sei bem como, mas havemos de o conseguir. Depois do jantar, sendo a Lúcia pequenina e que ainda precisa que lhe dê banho e o leitinho da noite, temos ainda de adaptar um outro grande momento: a oração familiar.

 

Talvez não seja muito longa, talvez não seja sempre organizada e perfeita, mas é preciso que aconteça. Nos últimos tempos temos feito a oração logo depois do jantar, muitas vezes ainda com a mesa cheia de pratos e copos, descobrimos que é bem mais fácil porque já estamos todos juntos. Além disso como entretanto mudámos o nossa canto de oração para junto da mesa, conseguimos assim juntar estes dois momentos. A refeição e a oração. 

 

Durante a refeição vamos conversando, combinado coisas para o dia seguinte e logo depois começamos com uma canção fácil e que todos sabemos - até a Lúcia começa logo a bater palmas - e iniciamos assim a oração, uma oração muito simples, mas sentida.

 

Claro que no final é um corre-corre, uns arrumam a cozinha, há a Lúcia para tratar, mais as mochilas da escola, os lanches, as refeições do dia seguinte... e convém dizer que não há formulas mágicas e fixas (esta é para mim), cada dia é um dia, havemos de adaptar a nossa vida às situações específicas de cada momento, mas o essencial está lá. E não, não temos tempo para tudo, por isso temos de fazer escolhas, e viver com elas!

 

Esta é a nossa forma de viver a 4ª bilha - a oração familiar. Se precisa de ser melhorada? Sim. Mas, com pequenos passos vamos seguindo caminho!

 

 

 

 

 

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