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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

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Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Não, eu não entrei numa competição.

Parece mentira, mas não é. 

 

Quando resolvi ter filhos, o meu objetivo não era entrar numa competição desenfreada, para saber em que "nível" estão as minhas filhas na classificação geral das mães. Parece-me que Às vezes se exagera um bocadinho.

 

Quanto peso tem? está tão gordinha?

E anda aqui o dia todo?

Já faz isto, já come aquilo?

Veste-se sozinha? Já sabe as tabuadas? E as frações? E vai passar?

É tão magrinha coitadinha! E ajuda em casa? ...

 

 

Quando dou conta de que estou a entrar por este caminho verdadeiramente perigoso que é o da comparação, respiro fundo e começo a responder na brincadeira!

 

Está mais do que sabido, provado cientificamente, até, que cada criança tem o seu próprio ritmo, cada uma cresce e desenvolve as suas capacidades, não é preciso fazer disto uma competição.

 

Já nem vou falar nas questões mais corriqueiras como qual o tipo de escola, o tipo de amigos, o tipo de roupa, a marca da mochila, os ténis nãoseiquantos... que coisa!

 

Cada uma das minhas filhas é tão diferente entre si... e são tão diferentes em relação aos outros meninos das suas idades, e depois? A Lúcia porque é muito gordinha, a Margarida pela idade, a Maria pela cor do cabelo...

 

Qual será o problema em querer viver sem a ansiedade constante de saber se estão ou não aptas a ter nota máxima em tudo o que é requisito?

 

E se não tiverem nota máxima? E se se portarem mal? E se forem desastradas? E se tiverem uma deficiência? E se não forem as mais caladinhas? E se...?

 

Oh animem-se mães da blogosfera e arredores, existem bebés, crianças e jovens normais!!! Sim, daqueles que têm atitudes normais, gritam, fazem birras, andam às turras, riem à gargalhada, vestem fatos de princesa sem ser no carnaval, trocam os talheres na mesa, deixam tralha espalhada no chão, acordam cedo aos fins de semana e querem é dormir mais nos dias de semana, comem os doces todos que apanham e comiam frango assado todos os dias se houvesse...

 

 

E é tão bom que sejam assim... que cresçam, que aprendam, que errem e voltem a tentar, que caiam e aprendam a levantar-se, que se superem em cada dia porque se sentem capazes e não porque os outros querem, ou porque os outros não querem...

 

 

... é bom que vivam!

 

 

 

 

 

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