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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

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Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Onde está a castanha assada?

Com a chegada do Outono viramos mais uma página deste ano e recebemos com alegria as maravilhas desta estação, mas verdade seja dita é difícil deixar de pensar no Verão com temperaturas destas... era suposto arrumarmos os brinquedos do quintal, a mesa e as cadeiras do jardim, retomar a plantação de alfaces e ervas aromáticas na horta...

Apesar do Verão prolongado cá em casa já começou a pergunta típica: «quando é que fazes castanhas assadas?» pois ainda não foi esta semana, mas estará para breve -eu não gosto de castanhas assadas, mas o cheirinho é maravilhoso! - A lenha que o pai arrumou na garagem em pleno verão já está sequinha e pronta para vir para a lareira aquecer a nossa casa, sim que morar no campo é muito bom, mas o frio do inverno até faz bater o queixo!

Agora que a hora já mudou e os serões já estão maiores regressa a vontade de fazer assados no forno de lenha, pão caseiro, bolachinhas de canela e tarte de frutos secos!

Está na altura de retomar os bordados à noitinha, as costuras ao fim de semana (a ver se é desta que aprendo a cozer à máquina), já apetece ler um livro de mantinha nas pernas (agora parecia uma velhota a falar... mas eu adoro a manta) e claro, uma chávena de chá quentinho a acompanhar!

Esta mudança de horário demora a entranhar-se no meu organismo, mas apesar de tudo tentamos manter as rotinas de casa, os horários da brincadeira, das refeições, da oração! A paisagem essa... também vai demorar a ficar colorida com os tons de Outono...

DSCF0640.JPG

 

 

«Uma geração vai, outra geração vem,
mas a terra continua sempre a mesma.
O Sol nasce e depois esconde-se;
regressa cansado ao seu lugar,
para dali voltar a nascer.
O vento sopra para o sul e roda para o norte;
o vento gira e vira sem parar.
Todos os rios correm para o mar,
mas o mar nunca se enche.
Voltam para a sua origem
para retomarem o mesmo caminho.»
Eclesiastes 1, 4-7