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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

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Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Quando a tristeza nos inunda o coração

Não acredito que alguém consiga ficar indiferente ao drama que vivemos na Europa. Numa Europa da qual fazemos parte, quer queiramos quer não o que se passa aqui ao lado afeta-nos. 

 

Não há palavras para descrever a tristeza que sinto quando penso naqueles milhares de pessoas... cansadas, abandonadas, perdidas, esfomeadas, desalojadas, desanimadas...

 

Podiam ser portugueses, podiam ser a minha família, a nossa família...

 

Que desespero pode fazer com que se rume contra uma morte adiada? Que desespero pode fazer com que se decida agarrar no nada que se tem e avançar na incerteza?

 

Mulheres grávidas, mulheres novas outras não tão novas assim... crianças, jovens, homens fortes e menos fortes fogem da tortura, fogem de casa... para onde? Para onde meu Deus? 

 

Bem sei que aqui no meu cantinho protegido e cheio de riquezas que tantas vezes desvalorizo nada posso fazer... bem sei que para a maioria das pessoas não há nada que possamos fazer, ainda assim e porque sou uma mãe católica com o coração partido por saber de tantas mães desesperadas peço a Deus a graça de que a bondade das pessoas venha ao de cima, para que os milhares de voluntários não desanimem, para que os altos governantes não virem as costas, porque mesmo sabendo que existem pessoas más e cruéis, sei também que existem Pessoas capazes de agir, capazes de dar a mão, capazes de colocar em prática a mais bela lição de amor:

 

O que fizeres a um destes pequeninos é a Mim que o fazeis"

 

 Bem sei que haveria muito mais a escrever, mas neste momento estou realmente em palavras...

 

 

E depois ao fim do dia leio esta notícia e sim, ainda acredito na bondade das pessoas!

 

 

 

Dezenas de pessoas estão a disponibilizar-se para acolher famílias ou crianças refugiadas, revela a presidente do Conselho Português para os Refugiados (CPR), que diz estar também a receber ofertas de empresas e outras instituições."

 

 

 

 

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