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«Sou diferente, e depois?!»

Descobri há dias (através de um comentário na página da FEM) uma página na internet com textos muito interessantes, hoje quero aqui partilhar este:

 

Sou diferente, e depois?!

Marta Arrais (17-06-2015)
 
 
 
«Ser diferente é uma responsabilidade muito grande.
 
 
Ser diferente dá muito trabalho. É muito difícil. Mais fácil é ser peixe confundido em cardume. Ser onda da mesma maré. Gomo da mesma laranja.
 
 
É tão fácil ser mais uma carta do baralho que a simples ideia de permanecer incógnito no meio de uma multidão chega a atrair. A diferença faz pensar, faz querer ser melhor, faz lutar contra o rebanho que é o mundo.
 
 
E a verdade é que somos verdadeiramente diferentes uns dos outros. Por vezes, as diferenças vivem dentro dos meandros das nossas emoções e ninguém as vê. As doenças das emoções e da mente são as mais duras de aceitar.
 
 
Ninguém as vê mas sabemos que estão lá. Condicionam-nos. Fazem-nos sentir amputados. Fazem-nos nunca pertencer a lugar nenhum. Arrumamos o que achamos que os outros condenarão e fazemo-nos passar por ovelhas de um mesmo rebanho. Mas não somos.
 
 
Somos pássaros com asas de lã de ovelha e quando nos virem voar vão perceber que, afinal, somos diferentes.
 
 
Depois, temos as doenças do corpo. Algumas fazem-nos perder o cabelo, mudar de cor. Outras fazem-nos ficar presos a uma máquina durante aqueles que seriam os melhores anos da nossa vida. Outras mancham a nossa pele e semeiam nela cores ou cicatrizes que chamam a atenção.
 
 
Todas as diferenças nos fazem viver a vida a olhar para baixo. Somos pouco. Somos menos. Vivemos iludidos. Vivemos reféns daquilo que achamos que é a normalidade, a banalidade. E queremos viver mergulhados num mar onde temos sempre pé. A vida não é nada disto.
 
 
Vamos perder o pé algumas vezes. Engolir umas golfadas de água com sal e de ventos frios. Mas a minha avó sempre me disse que a água do mar era boa para curar feridas. Que venha ela.
 
 
Ser diferente é bom. Ser diferente é o que nos define. O que nos faz apaixonar por aquela pessoa e não pela outra. Ser diferente é o que nos faz arriscar.
 
 
Viver tudo hoje porque amanhã pode já não haver dia. Ser diferente é ser de Jesus. Que foi o mais diferente de todos e nem por isso deixou de ser o melhor. O único que arriscou ser diferente antes de todos os outros.
 
 
Os outros quiseram continuar a ser banais. Iguaizinhos ao que sempre tinham sido. Conheces aquele senhor que é diferente dos outros todos? Não. Disseram eles. Conheço lá agora.
 
 
Ser diferente custa muito.
 
 
A Jesus custou-lhe a vida.
 
 
E a ti, o que é que te custa ser diferente?!»

 

 

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