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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Vamos também alimentar esta biblioteca*!

Quando o amor à leitura e a boa vontade se juntam muitas coisas boas podem acontecer. Às vezes penso que todas as pessoas têm as mesmas facilidades, esqueço-me que neste país nem todos têm acesso a coisas básicas como rede de águas e esgotos quanto mais acesso à leitura gratuita em bibliotecas locais. 

 

Há uns dias  a Elisabete teve a coragem de fazer chegar um pedido por email à Magda e ela publica-o no seu blogue:

 

Moro numa zona rural da madeira onde as pessoas não têm grande tempo para leituras e muito menos dinheiro para aquisição dos mesmos.
Com esforço formei um grupo de leitura e empresto os que tenho depois cada um fala do livro que leu ou está a ler.
Como neste momento estou desempregada não me posso dar ao luxo de comprar livros e pensei que talvez nos pudesses oferecer alguns ou até falar com alguns conhecidos que nos possam oferecer.

A zona tal como disse é rural, chama-se Faja da Ovelha e fica no concelho da Calheta. a freguesia tem se cerca de 700 pessoas em que 80% são idosos, porque os mais novos imigram devido á falta de emprego. No inverno o grupo tem cerca de 8/9 pessoas no verão não aparecem mais de 3, pois andam na agricultura até ao anoitecer. 

 

E parece-me que depois deste apelo a pequena localidade de Fajã da Ovelha nunca mais será a mesma!

Porque ainda tenho livros para dar (e lembrei-me agora que tenho um para enviar à Catarina) resolvi colaborarmos com esta iniciativa, alimentando assim um pouco esta biblioteca. 

 

Estes já seguiram viagem! Boas Leituras!

 

 

20161007_132714.jpg

 

*Quem quiser doar um livro pode fazê-lo para a seguinte morada:

 

 Junta de freguesia da Fajã da Ovelha 
A/C: Elisabete Lourenço 
Caminho de S. Lourenço,151
9370-362 Fajã da Ovelha

 

 

 

Férias em casa

Ora eu já andava com vontade de fazer um fim de semana diferente em casa pelo menos uma vez por ano, criando assim uma "tradição familiar". E este texto que esteve destacado no Sapo veio justamente dar algumas ideias e o incentivo que eu precisava para ir para a frente com a ideia.

 

Terei ainda de ver os aspetos práticos, que alimentar 5 implica loiça suja e tudo mais, mas hei de conseguir programar bem isto para de facto passarmos um fim de semana em casa como se estivessemos numa casa de turismo rural com aqueles pequenos almoços diferentes ou quem sabe não faremos um brunch?

 

Ás vezes nós adultos tendemos a complicar demais as coisas, e ter uns dias diferentes nem sequer implica gastar rios de dinheiro ou fazer grandes viagens. Parece-me que os nossos filhos recordarão um dia, não tanto os locais onde fomos, mas a forma como nos divertimos e as tolices que dissemos.

 

Estive a concluir - durante estas duas semanas - a 2ª metade do livro "Sete hábitos das famílias altamente eficazes" - hábito 5, 6 e 7 - e é engraçado ter escrito um texto sobre a mesa da cozinha ainda antes de ter chegado a essa parte, no fundo estamos no bom caminho. Mas ainda é preciso grandes ajustes lá por casa e acima de tudo grandes mudanças na minha maneira de ser e de agir.

 

Afinal estamos sempre a tempo de mudar, certo?

 

 

 

 

A Palavra Partilhada #2

E aqui fica em quase-primeira-mão o símbolo que já corre por esse mundo fora!

 

É verdade, depois de um serão e algumas tentativas falhadas penso que consegui representar numa imagem a ideia de que a Palavra pode ser lida, meditada, partilhada e vivida um pouco por todo o mundo. Algumas das cartas já seguiram, umas para perto outras para bem longe! 

 

palavrapartilhada.jpg

 

 

 

Quando abrirem a caixa do correio e virem esta imagem toscamente colada no verso do envelope chegou a vossa casa um pedacinho da Palavra que nunca, nunca nos deixa sem alento!

 

Quem ainda não se conseguiu inscrever, basta clicar ali ao lado (Palavra Partilhada)e preencher o formulário, assim que recebo a inscrição, junto ao próximo grupo de cartas que escreverei - estou a guardar pelo menos dois serões para o fazer - assim todos receberão uma carta num curto espaço de tempo, depois é uma questão de ir rodando para que os primeiros voltem a receber uma nova carta!

 

Caso haja algum acontecimento especial, alguma data marcante, algum problema específico basta indicar lá no questionário e terei em atenção a isso na carta que enviarei. 

 

É que uma coisa é escrevermos a pessoas que conhecemos, outra é encontrar a inspiração para escrever a alguém de quem só conhecemos o nome! 

 

 

A Palavra Partilhada

Como já aqui escrevi em tempos eu gostaria realmente de fazer parte das pessoas que iriam enviar as cartas do movimento "jesusmail" acontece que existe um grupo já formado e eu não faço parte dele... o que faz com das duas uma: ou esquecia a ideia, ou partia para uma nova ideia totalmente baseada nesta, e começava aqui um movimento novo. 

 

Depois de deixar repousar esta dúvida e ter pensado muito, escutado o que me diz o coração, vou seguir em frente. A Palavra será Partilhada em português, para quem a quiser receber (ou em inglês para quem é de fora), basta para isso preencher o questionário que já ali está ao lado, será confidencial e fará parte da minha lista de pessoas a enviar uma carta de vez em quando. 

 

A grande diferença é que a carta não será igual para toda a gente, mas sim uma carta personalizada, para isso basta dizerem se há algo que vos "perturba", que vos faça falta ler... 

 

Para escrever estas cartas conto com a grande ajuda da minha bíblia, através da qual procurarei encontrar as Palavras que irei partilhar.

 

As primeiras cartas saem hoje, daqui, via ctt. Em breve quem se inscreveu poderá parar um pouco. Ler, meditar, ganhar coragem e retomar a sua vida mais fortalecido, é esta a ideia base desta iniciativa. Podem inscrever até alguém que achassem que precisa, a inscrição é anónima, a carta não pressupõe que me respondam de volta, basta que a recebam e que, ao ler a mensagem, se sintam de alguma forma mais encorajados na caminhada da sua vida!

 

 Começa assim a #palavrapartilhada

 

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E agora?

No fim de semana passado comecei a ler a Amoris Laetitia - A alegria do amor - e na nossa catequese familiar dedicámo-nos a ler e interiorizar este pedaço de uma carta muito especial... o tema é o "Amor", palavra pequenina, mas que contém uma imensidão de ações... grande parte das pessoas queixa-se frequentemente que é "contra muitas coisas na igreja", é normal, se formos a ver bem a igreja é feita por pessoas, errantes como eu... no entanto era importante que nos dessem uma pequena oportunidade... de vez em quando...

 

Posto isto, lemos várias vezes e cada uma de nós escreveu-o numa folha para levar para o quarto, um ficou na sala.

 

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 (1Cor 13: 4-7)

 

Que bonito que é!

 

 

"O amor é paciente,

O amor é prestável,

Não é invejoso,

Não é arrogante nem é orgulhoso,

Nada faz de inconveniente,

Não procura o seu próprio interesse,

Não se irrita,

Nem guarda ressentimento

Não se alegra com uma injustiça

Mas rejubila com a verdade.

TTudo desculpa

Tudo crê

Tudo espera

Tudo suporta."

 

 

Parece-me a chave da perfeição e o caminho para a felicidade. Se todas as pessoas cá de casa (e não apenas uma) viverem de acordo com ele tudo se torna mais fácil.

 

Ora vamos à prática:

Em primeiro lugar: O amor é paciente, ou seja aceitar pacientemente as limitações, contrariedades... acho que viver assim, umas horas, uns dias, não é assim tão difícil... umas semanas, uns meses, não sei... talvez...uns anos ?!? Como, meu Deus, como?...

 

Na verdade, ao fim de uns dias começamos a falhar... pior, sabemos que estamos a falhar... conseguimos identificar logo no momento em que falhamos... e nem saí da primeira linha, da primeira! 

 

Ora a pergunta que se impõe é: E agora?

 

Vale a pena continuar a tentar mesmo que já sabemos que nunca conseguiremos viver verdadeiramente assim?

 

Provavelmente vale, nem que seja pelo esforço constante em ser melhor a cada dia que passa.

 

Esta "reflexão" embora frquinha de conteúdo ajudou-me a entender que, não importa quantas vezes falho, posso sempre recomeçar.

 

Por isso, hoje, não só irei ser mais paciente, como perdoar uma grande mágoa, que guardo no coração.