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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!


Quarta-feira, 21.12.16

A quatro dias do Natal

E tanto que já sinto a alegria dos reencontros, das palavras sentidas de boas festas, a alegria das partilhas ainda que simples. De facto o Advento aproxima-se do final. E, para meu espanto, consegui fazer uma preparação interior muito maior do que aquela que alguma vez imaginei no primeiro dia de caminhada.

 

Não existiu nenhuma fórmula mágica, nenhuma grande lista ou conjunto de tarefas obrigatórias. Apenas três coisas:

  • Estar disponível colocando-me ao serviço 
  • Focar-me no essencial desta quadra
  • Voltar a fazer algo diferente e inesperado 

 

Estar disponível hoje em dia é uma coisa praticamente impensável com tanta coisa para fazer... mas procurei não me dispersar com muitas coisas, recolhi-me num silêncio interior e pedi muito a Deus que me dissesse o que fazer. Ele provavelmente já mo tinha dito, mas eu nem dei conta tal era o estado depressivo em que me encontrava... aos poucos fui aceitando o facto de a minha pequena cruz estar um bocado mais pesada e fui tentando carregá-la com alguma entrega. Descobri que existem acontecimentos na vida que nos deixam sem chão, mas que nos fortalecem dia após dia! Assim procurei ocupar bem o meu tempo, desligando as redes sociais o maior número de horas possível e dedicando as minhas horas de almoço às cartas da Palavra Partilhada, que deverão começar a chegar pouco a pouco a vossas casas!

 

Depois de um tempo de organização mental e das minhas coisas lá de casa, precisei de me focar no essencial, fazer uma caminhada em família rumo à celebração do nascimento do Salvador, pouco me importa que Jesus não tenha nascido exatamente neste dia, o mais importante é que Ele nasceu e morreu por mim. Por ti. Por si. Por nós. Mesmo e principalmente pelos que não acreditam. E tem sido assim o nosso caminho: passo a passo, com pequenos gestos, sem grandes euforias. Até já temos as prendas embrulhadas e etiquetadas para partilhar com a família!

 

A última coisa que senti que devia recuperar era "fazer uma coisa inesperada", noutros anos fizemos recolha de presentes para a fundação, houve um ano em que liguei aos amigos na véspera de Natal, um a um, para conversarmos com calma (a possível nesse dia), num ano mandámos uns doces ao tio Zé que está na Escócia e este ano queria fazer qualquer coisa diferente... e assim surgiu a ideia de irmos ao norte no fim de semana passado. Largamos tudo, arranjámos as malas com o mínimo de coisas e fomos visitar parte da nossa família! O fim de semana foi uma maravilha. hei de contar tudo, mas não agora! Tenho trabalho para fazer!!!

 

 

 

 

 

 

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Sábado, 03.12.16

Atividades & Jogos Consoada

Canções de Natal

 

Poemas Natal

 

Encenação Nascimento de Jesus

 

Bolachinhas caseiras

 

Caça ao Tesouro (é usar a imaginação e criar pistas...)

 

Bingo de Natal

 

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(post em execução)

 

 

 

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por Olívia às 07:40

Sexta-feira, 02.12.16

Missão Simplex #2

O tempo de família por excelência não depende das coisas, mas das memórias que criamos passando mais tempo juntos em atividades simples como fazer a Árvore de Natal e o Presépio, decorar o Canto de Oração ou fazer bolachinhas e postais de Natal.

 

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Sexta-feira, 14.10.16

Filme da semana #3

Num destes domingos, mais uma vez tivemos cinema em casa (Netflix) com direito a pipocas bem doces a acompanhar. Desta vez o filme escolhido foi "Full Out".

 

Esta é a história verídica de uma ginasta chamada Ariana Berlin que ambicionava ir ao jogos olímpicos e que sofre um acidente de automóvel ficando com graves danos num joelho e a quem o médico diz que nunca mais voltará a fazer ginástica. Depois de um longo período de revolta, com a ajuda de uma fisioterapeuta fora do vulgar descobre na dança (hip-hop) uma outra forma de se sentir útil e aos poucos recupera a alegria de viver.

 

Esta história é realmente muito bonita pois mostra os dois lados no sofrimento:

  • ficar a lamentar-se e a chorar com pena de si própria o resto da vida
  • avançar e fazer tudo, tudo para ultrapassar os problemas

 

E, ainda que todos lhe digam que nunca poderá competir outra vez... muito menos nos jogos olímpicos ela não desiste!

 

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Nota:

(Todos os filmes que escolho para vermos em família faço questão de os ver primeiro, preciso de ter a certeza de que são filmes para toda a família - dos 8 aos 38 anos - a Lúcia não conta que normalmente está a dormir a sesta!!!)

 

 

 

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Terça-feira, 27.09.16

Filme da semana

Como já tinha escrito algures por aqui começámos a ver um filme em família aos domingos. Assim, vou registar aqui o nome do filme e o que achámos. Por enquanto estamos a esgotar os que estão disponíveis no Netflix.

 

Neste domingo trocámos o filme por desenhos animados. 

 

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O Gang do Parque é realmente divertido (a julgar pelas gargalhadas que ouvia), eu não consegui acompanhar metade porque estive a dar assistência à Lúcia que se entreteve a organizar a nossa biblioteca. Nunca vi mãos tão rápidas e tanto livro espalhado no chão!!!

 

Voltando aos filmes, na outra semana vimos o filme "Hotel para cães".

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Eu já conhecia e devo dizer que é um excelente filme para toda a família. É um filme que nos toca bem no coração ou as duas personagens principais não fossem dois irmãos órfãos entregues a uma família que apenas os quer pelo dinheiro, no entanto mantêm-se unidos e não deixam o seu amigo de quatro patas... esta é uma história de amizade, de conquista, de imaginação e de muitas gargalhadas acompanhadas de uma lágrima ao canto do olho de vez em quando! 

 

Acho que está na altura de fazer um upgrade e na próxima semana vou comprar pipocas para acompanhar!

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Segunda-feira, 19.09.16

A dois

Já não me recordo da última vez que tínhamos feito um programa a dois. Sem ser de trabalho, claro. Mas, neste domingo resolvemos sair para ir namorar e ir ao cinema. E assim foi, com as três manas entregues aos avós saímos por volta do almoço em direção a Lisboa onde almoçámos calmamente. A sensação de sair do carro sem a mochila das tralhas da Lúcia, o silêncio toda a viagem tirando a nossa conversa animada, o facto de ter calçado uns sapatos com um bocado de salto e poder andar para lá e para cá de mão dada com o meu marido sem a preocupação dos filhos foi de facto impressionante!

 

Eu nã sou adepta das marcações obrigatórias de uma saída a dois de x em x tempo, passar algum tempo a dois é mais do que uma obrigação... quando nos começamos a distanciar é bom que um ou os dois se manifestem no sentido de passar algum tempo juntos. E foi o que aconteceu.

 

Desde o último retiro das Famílias de Caná que nos apercebemos o quanto temos passado pouco tempo só os dois enquanto casal... desde então tenho tirado um pouco do meu dia - aos fins de semana - para vermos um filme juntos ou um episódio daqueles programas de remodelações de casas que ambos gostamos.

 

Ora desta vez fomos almoçar a um daqueles espaços no Colombo onde fazem grelhados, que eu não sou de comidas gourmet e essas coisas, gosto de comer bem e uns grelhados são sempre uma boa escolha.

 

Depois tivemos de escolher o filme, apesar de serem imensas salas não havia muita coisa que me apetecesse ver, mas eu até nem sou muito esquisita e ambos sugerimos o mesmo filme, e ainda bem que o escolhemos.

 

Fomos então ver o filme "Sully" - milagre no rio Hudson.

 

 

Digam o que disserem eu adorei o filme. Mesmo sabendo o fim da história, o filme prendeu-me em cada minuto, a comoção tomou conta de mim várias vezes ao longo das várias cenas marcantes, como telefonemas, pensamentos, diálogos entre o casal. Só o facto de ser uma história verídica já era suficiente para eu ter gostado, mas juntando o extra de saber que mais uma vez tentaram denegrir a imagem de uma pessoa a fim de prevalecerem os interesses das "grandes empresas" e foram mal sucedidos foi a cereja no topo do bolo.

 

Este filme conta acima de tudo o que sentem e vivem as pessoas envolvidas numa aterragem forçada de um avião no meio de um rio. Pessoas essas que sobrevivem, que ainda hoje - nove anos depois - escrevem postais de agradecimento ao piloto "Sully".

 

Eu gosto de finais felizes, a sério que sim.

 

Gostei do filme, gostei da nossa tarde a dois, gostei do fim do dia em família.

E agora, bem vinda semana de trabalho e de escola!

 

 

 

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Segunda-feira, 29.08.16

A brincadeira no trabalho

Entreter uma criança pequena durante um dia inteiro não é tarefa fácil, desenganem-se aqueles que ainda pensam que a casa/espaço continuará "depois dos filhos" a ser igual ao "antes dos filhos".

 

Mostrem-me uma casa de uma família feliz - com filhos - e que não tenha brinquedos, livros infantis um pouco por todo o lado e aí eu até posso mudar de opinião! No entanto continuo com a minha. As crianças precisam de se entreter. Sem computadores, tablet ou telemóveis de preferência (pelo menos na maioria do tempo).

 

Nesta fase, a Lúcia está a tornar-se um pequeno Indiana Jones, quer explorar e de preferência os locais mais altos, mais escondidos e com mais perigo. Quando vem para a loja, tem vários pequenos espaços onde pode circular, nunca sem perigo pois isto é uma retrosaria e tem muita coisa por todo o lado...

 

Temos um parque para quando preciso de medir e cortar e sei que vou demorar:

 

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Temos uma zona perto de mim atrás do balcão:

 

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A zona da entrada (estamos a ensiná-la que não deve sair da porta para fora, a porta está sempre aberta)

 

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E temos ainda uma sala onde ela dorme e brinca na hora do almoço.

 

Quanto aos brinquedos... pois... os brinquedos são a desilusão da criançada! No outro dia esteve aqui uma menina de dois anos e meio, ao ver o meu telemóvel tratou de me pedir para ver uma foto; eu mostrei a inicial, mas ela com o dedo clicou na "galeria" e basicamente foi correndo com o dedo a ver as fotos. Eu tirei o telefone da mão dela e ela chorou, a mãe tentou consolar a pequena, mas sem sucesso ao que eu digo:

"Podes brincar com os brinquedos da Lúcia!" Ela adorou a ideia, mas quando os viu amuou...

 

Ora aqui ficam eles:

 

Caixas e mais caixas com fitas...

 

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... nem o carro de luxo a convenceu!!!

 

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Boa semana!!!

 

 

 

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por Olívia às 15:50

Sexta-feira, 12.08.16

Quero o 1º prémio

Não sei em que fase vai o concurso de fotografias: "termómetros a marcar altas temperaturas", mas aqui fica a nossa contribuição.

 

Hoje, 12 de agosto de 2016 pelas 13.53 horas.

 

Numa aldeia perdida no Ribatejo.

 

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por Olívia às 14:47

Quarta-feira, 13.07.16

Novas rotinas

Passaram oito meses desde que a Lúcia nasceu, não sei bem como é que o tempo passou tão depressa... mas a verdade é que nestes meses tenho tido um horário "privilegiado" no trabalho, sim que no comércio tradicional trabalhamos de segunda a sexta das 9 às 19h e ao sábado das 9 às 13h, acontece que há sete meses atrás o horário ficou reduzido e tenho saído às 16.30/17h.

 

Mas, muitas outras coisas aconteceram nestes últimos tempos: as férias grandes chegaram, a Lúcia já gatinha e só quer estar de pé... foi tudo muito rápido e eu não contava com isso... na melhor das hipóteses pensava que ela só ia andar depois do 1º aniversário e iria então para a creche... afinal não a posso ter presa dias a fio! Assim, terei de a ir inscrever para começar em setembro, a ver se consigo uma vaga!

 

Os nossos dias têm sido mistos: segundas, quartas e sextas tenho as três filhas comigo na loja, terças, quintas e sábados ficam com a minha mãe. Ô horário também se alargou e agora fecho a loja às 18.30h, chegando assim a casa pelas sete horas. Depois é o corre-corre... uma toma banho, depois a outra, eu dou a sopa à Lúcia e faço o jantar, às sete e meia jantamos, rezamos o terço logo a seguir para ir dar banho à Lúcia pelas oito e pouco enquanto as irmãs arrumam a cozinha... segue-se o leitinho e cama!

 

Tento ainda ler as leituras do dia com as mais velhas e contarmos (à vez) uma história da bíblia, pelas nove e pouco ambas vão para os seus quartos, a Margarida vai ler um bocado e pelas nove e meia a casa fica silenciosa. Normalmente aproveito para pôr a conversa em dia com o Álvaro (ao telefone ou ao vivo e a cores), se houver trabalho ou orçamentos também é nesta altura que os fazemos!

 

E depois descanso os meus quinze minutos para regressar às tarefas do dia: nuns dias contabilidade, noutros passar a ferro, noutros fazer sopas e fruta cozida, noutros trabalhar na Palavra partilhada e nos cartões da Arca do Tesouro.

 

Chego ao fim do dia muito cansada, mas tento ir dando continuidade ao plano bíblico, são mais dez minutos... e depois tenho de dormir...

 

O bom é que no dia seguinte recomeçamos tudo mais uma vez!

 

E dia a dia vamos caminhando, umas vezes mais animada outras mais cansada... uns dias com mais entusiasmo outros com menos. O importante é manter sempre o "foco" no mais importante:

 

"Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos"!

 

 

 

 

 

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por Olívia às 11:01

Sexta-feira, 08.07.16

Sim, tenho saudades de Mira (Aveiro... ok Coimbra)...

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Segunda-feira, 20.06.16

"Tens tempo, não tens?"

Perguntava-me o Álvaro depois de me pedir que fizesse duas ou três coisas amanhã... olhando-me com um sorriso...

 

 - Sim, tenho tempo.

 

Para aquilo que realmente importa, mesmo que não tenha, hei de arranjar forma de ter tempo. Isto do tempo é uma coisa terrível, às vezes parece que não tenho tempo para nada, depois algo acontece e uma pessoa larga tudo e encontra o tempo para certa coisa.

 

Este foi um fim de semana muito intenso, com pouco tempo, mas com muita vontade de o arranjar. E então, como é que uma pessoa arranja tempo? Boa pergunta. 

 

É muito fácil, há a interminável lista de coisas a fazer, sempre que aparece uma nova faço a seguinte pergunta a mim mesma "isto é mais ou menos importante do que a 1ª coisa da lista?" e conforme a resposta for sim ou não vou adaptando a lista. Pode parecer uma parvoíce, mas tenho fins de semana que a minha lista fica na mesma, no entanto fiz mil e uma outras coisas que apareceram e que considerei mais importantes.

 

Um exemplo simples: na tarde de sábado temos de arrumar a casa, apanhar os alperces que estão a amadurecer, lavar a roupa (na máquina) e estendê-la, apanhá-la, é preciso ainda fazer um orçamento e o pai tem os móveis de uma cozinha para montar. Toca o telefone, alguém muito próximo está a ser levado para o hospital de urgência. Prioridade: largar tudo, o pai segue para o hospital ver o que é preciso, e eu tomo conta do resto, mas não sem antes fazer algum tempo de oração, depois há que  fazer o jantar e tirar a roupa da máquina para não ficar enrolada até ter uma oportunidade de a estender... num espaço de poucos segundos tudo pode mudar na nossa vida... 

 

Nem sei quantas coisas deixei por fazer este fim de semana, não é altura para pensar nisso, sei que o que fiz foi prioritário, este texto por exemplo estou a escrevê-lo enquanto a Lúcia dorme a sesta, depois de termos ido à missa à tardinha, podia não o ter escrito, mas escrevi. Não sei como será esta semana, pouco importa. Momento a momento irei fazendo o que precisa de ser feito, com alegria e dedicação. 

 

Não sei bem quantas coisas estão pendentes na tal lista, mas também não vou enlouquecer por causa disso, uma coisa é certa: a autoridade tributária (finanças) não perdoa, por isso tenho coisas que não posso adiar, as coisas da contabilidade vão ser feitas, sim. As minhas filhas terão atenção, sim. O meu marido terá toda a minha dedicação e atenção quer a nível pessoal, quer a nível de trabalho (aqui gostamos desta mistura explosiva), a 2ª carta da Palavra Partilhada segue esta semana (pelo menos metade) e mais uma ou outra coisa que agora não posso contar para não estragar a surpresa também estão a ser feitas...

 

Agora vou aproveitar o resto da sesta da Lúcia para estender mais uma máquina de roupa, para fazer o jantar, para arranjar as coisas para amanhã, para comer qualquer coisa... sim, que não há Rosa Mota que bata em velocidade uma mãe com uma lista de coisas a fazer enquanto o bebé dorme, certo?

 

(...)

 

Ok, acho que é altura de rever as prioridades da lista... já estou a ouvir ali uma conversa de bebé... agora vou mudar para o "modo filhas acordadas", mais logo pelas 21:00 volto ao "modo filhas a dormir" e continuo a fazer mais qualquer coisa!!!

 

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Só consigo aceitar que as coisas fogem ao meu controlo se acreditar desde logo que não sou eu que as controlo, caso contrário o mais certo é começar a enlouquecer cada vez que quero fazer isto ou aquilo e não consigo... na semana passada li este versículo e guardei-o na memória:

 

Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo."
Mateus 6:34

 

 

Boa semana!

 

 

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por Olívia às 06:30

Terça-feira, 07.06.16

Junho

O mês de junho, para a igreja católica, é o mês do Sagrado Coração de Jesus, coisa que me passou ao lado durante 32 anos. Mas, como mais vale tarde do que nunca, resolvemos aceitar o desafio proposto no blogue de Uma Família Católica e em 2014 fizemos também nós um coração, para colocar na nossa porta, sinal exterior visível da nossa vivência interior e familiar. 

 

Este coração foi feito em papel crepe, que com o passar dos longos dias de sol começou a ficar velho e descorado. No início de maio, decidida a que este ano teríamos um novo resolvi desfazer-me do outro.

 

O tempo foi passando e, como era de esperar, não consegui fazer um novo coração para a nossa porta. Nem no dia 1, nem no dia 2... primeiro porque não tinha material, depois porque sou muito boa nesta coisa horrível que se chama "adiar". O primeiro pensamento foi "deixa estar faço para o ano"...Uma vergonha! 

 

Entretanto no sábado vim trabalhar sem a minha bebé e quando saí fui a uma loja de utilidades para a casa e vi lá um lindo pé de rosas vermelhas, estava decidido, dessa tarde não passava!

 

Com as flores, um pedaço de papel crepe amarelo, um bocado de uma espécie de esferovite, arame fino e dois pedaços de madeira e uns espinhos da coroa da semana Santa coloquei mãos à obra!

 

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E, ao final da tarde a nossa porta estava assim: 

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Também já revi o coração na porta da Teresa e o lindíssimo coração da família da Sónia! Na verdade, mais vale tarde do que nunca... toca a colocar o coração à porta!

 

 

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Quarta-feira, 26.08.15

Serões de Verão

Os serões de verão são bons para muita coisa, para conversar, para caminhar, para ler histórias, para brincar ao faz de conta... para fazer atividades em conjunto!

 

Num destes serões finalmente pudemos terminar os nossos colares de caricas!

 

A ideia que tirei da net era muito boa, mas para a fazer era preciso termos as ditas caricas... andámos a juntá-las durante muito tempo - ajudou termos feito um lanche no aniversário da Maria - e termos comprado garrafas com caricas... estive quase para fazer um peditório num café onde há muitas garrafas destas! Mas lá conseguimos juntar algumas...

 

O pai fez um furo com um berbequim em cada carica no "rebordo" para passar o fio...

 

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Depois foi só copiar as imagens e imprimir com o tamanho do centro da carica (2,50 cm)! Nós escolhemos fazer com a imagem da Nossa senhora Auxiliadora, Mãe de Caná e a pedido da Maria com a Minie e a Elsa do Frozen. Como não tenho jeito para fazer coisas em programas todos xpto, fiz no word, recortámos e colámos no fundo das caricas!

 

Podem tirar ideias daqui: 

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Arranjei um fio de algodão fino mas resistente e foi só atar! O resultado desta simples ideia é muito bonito e as meninas e meninos adoram!

 

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Muitas vezes ouço as mães dizerem que os filhos não se entretêm a fazer nada, eu fico feliz por passar um bocadinho de tempo a fazer coisas destas, elas vão aprendendo como se faz e começam a tomar o gosto por fazer pequenos trabalhos "artísticos", muitas vezes em folhas soltas que depois colocamos no canto de oração ou na porta do frigorífico, eu sei é feio ter o frigorífico cheio de tralha, mas quem resiste a um desenho ou a algumas frases dos filhos e dos amigos?

 

Não é verdade António? Obrigada pelo teu desenho eu bem disse que ia ficar giro no nosso frigorífico... ah e o passeio de moliceiro é mesmo muito divertido!

 

 

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Segunda-feira, 03.08.15

O quarto novo da Margarida

Cá em casa adoramos reciclar mobílias, aproveitar molduras, improvisar e de vez em quando gostamos de mudar as divisões, nem que seja a cor das paredes.

 

Com a chegada da mana Lúcia para daqui a 3 meses (sim, já só faltam 3 meses!!!) aproveitámos uma curta folga do pai e na sexta-feira houve reboliço lá em casa!

 

A Margarida e o pai ficaram então a trabalhar afincadamente no novo quarto mais ao estilo adolescente. Podia ter sido um quarto qualquer, mas escolhemos uma coisa diferente. E porquê? Para que ela perceba que crescer também é bom, que as crianças têm coisas engraçadas, mas que os jovens também as podem ter.

 

Achámos fundamental que ela participasse nos trabalhos, faz bem sentir o esforço na concretização de uma tarefa, faz com que se dê mais valor ao que se tem quando se luta por isso!

 

Aqui ficam umas fotos (daquelas horríveis que eu tiro com o telemóvel, mas se não fosse assim não havia nenhuma)

 

 

ANTES (o quarto era da Maria)

 

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Quando cheguei a casa à tardinha com a Maria isto foi o que encontrámos:

 

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No domingo começámos o dia cedo, pelas 8 horas já estávamos na missa e pelas 9 regressávamos a casa com bastante energia para as tarefas seguintes, escolher as roupas para guardar, para doar e para fazer esfregões... ou seja retirar as coisas da Margarida do seu antigo quarto para o novo!

 

 DEPOIS (O quarto já é da Margarida)

 

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(A Maria demorou 48h para aprender uma das mais belas lições de generosidade e amor: Nós ficamos felizes quando os que estão à nossa volta estão felizes! Sim que o quarto dela... fica para daqui a umas semanas!)

 

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Terça-feira, 28.07.15

Coisas de quem não tem muito para fazer...#2

Bem, na verdade eu até tenho sempre muito que fazer, mas também gosto de me distrair um bocadito das obrigações... por isso tenho feito ponto cruz!

 

E aqui estão os meus lindos bordados, com a costura maravilhosa da minha mãe, que eu e a máquina não nos entendemos... ainda!

 

Foram feitos com restos de turco (de toalhas) e com os bocadinhos de fitas que vão sobrando na loja)

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Muitas pessoas que vêm à loja normalmente são pessoas que trabalham diariamente com papeis, com letras e números... professoras esgotadas do dia-a-dia de aulas, médicas e profissionais da saúde com grande responsabilidade no seu trabalho, pessoas jovens e de meia idade... todas procuram uma ocupação para os seus serões!

 

Umas preferem costura, outras bordados, outras renda ou Arraiolos e ainda algumas gostam de ponto cruz como eu!

 

É muito bom poder distrair a cabeça com este género de "artes", enquanto estamos entretidas a bordar o tempo passa e nós descontraímos ficando com uma sensação de tranquilidade!

 

Muitos terapeutas e psicólogos aconselham a que as pessoas muito ansiosas tenham um passatempo dentro deste género de trabalhos manuais dependendo do que cada pessoa gosta mais de fazer, como me dizia uma senhora «mãos ocupadas, cabeça sã»!

 

E é tão bom podermos olhar no final de várias horas de "trabalho" as pequenas (e grandes) peças que vamos fazendo!

 

Pareço ou não pareço uma daquelas mães/donas de casa super prendadas?

 

 

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