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Adotar Amar Viver

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Somos uma família católica que investe no tempo de família, aprendendo e ensinando, amando e vivendo com simplicidade. Somos o Álvaro e a Olívia, a Margarida, a Maria e a Lúcia!

Adotar Amar Viver

09
Jan17

O brilho do Natal


Olívia

Não desaparece porque termina o tempo das festas. Não desaparece porque esse brilho das luzes bonitas e dos alegres cânticos lhe foi dado pela Páscoa. É por ela que somos diferentes. Em cada dia, em cada momento, em cada dúvida e em cada dificuldade... eu sei quem me acompanha sempre. Sempre.

 

Feitos de chão, de chuva e sonho
fora do tempo
despedaçado o que fica de nós
nas batalhas sentidas cá dentro
por isso é que eu sigo esse brilho da noite
que é estrela ou chama
olhar ou mar
e vou procurar essa luz
mas só quero lá chegar contigo

 

 

Não é fácil recomeçar ano após ano, com novos ideais, novas metas, os mesmos problemas e as mesmas limitações... começar com entusiasmo e às primeiras quedas o desânimo faz recuar mais passos do que aqueles que avanço... estou a ser exigente de mais? Estou a fazer de mim uma tabela de verificação constante?

 

feitos de tempo em mil pedaços
de escuro e luar
há uma noite que é escolhida pra ser
essa noite que se há-de guardar
por isso é que eu sigo esse brilho ou calor
que é estrela ou chama
ou tu em mim
e vou pra poder descobrir
quem é que ainda sou contigo."

 

Onde está a alegria das pequenas coisas? A surpresa do inesperado? O sentido do sacrifício? Porque é que me acontece a mim? Porque não me há de acontecer a mim? Dia após dia, o sol volta a nascer, noite após noite a lua volta a acordar... queda após queda volto a recomeçar!

 

dispo o cansaço e recomeço
mais uma vez
há um sorriso que nos salva do frio
e recolhe o que a vida desfez
se me desarmo noutro feitiço
num outro olhar
há um abrigo que não deixa morrer
quem nós somos e o que temos pra dar
por isso é que eu sigo esse brilho da noite
que és tu em mim
ou quem eu fui
e vou pra poder descobrir
quem é que ainda sou contigo"

 

A vida é um dom que me foi oferecido. A minha escolha é vivê-la à luz da Palavra de Deus, sim, continuo a ser pecadora, sim, continuo a ser pior do que muitos que não são crentes... mas só assim a minha vida faz sentido!

 

---

Letra: "Escuro e luar" de Mafalda Veiga, 1999.

a ilustrar simbolicamente a escolha de ter sempre Deus presente na minha vida. A luz que me guia na noite. O calor que aquece a minha alma gelada.

 

 

 

08
Ago16

Reconstruir


Olívia

Estamos neste momento a reconstruir a nossa relação familiar, durante algum tempo fomos ignorando aquilo que tínhamos como valores fundamentais aqui em casa, fomos deixando de "olhar" para a nossa declaração de missão.

 

Aos poucos fui descurando muitas das coisas que deveriam sempre estar na tal lista de prioridades... uma grande chatice esta lista e não dei conta de que algo se estava a passar aqui em casa, mesmo debaixo do meu nariz.

 

Não é fácil parar e perceber que de tanto querer fazer bem as coisas, estava realmente cega e só aquilo que eu achava importante é que me interessava... fui egoísta e sim, negligente nalgumas coisas.

 

É tempo de repensar e de me colocar novamente na rota. Não abandonarei os vários projetos, mas terei de abdicar de muitas outras coisas.

 

Quero agradecer a todos os comentários, as mensagens e orações, podem parecer-vos pouca coisa, mas dão-me algum alento para não cair no desânimo total.

 

Deus é bom e deu-me amigos e conhecidos para além deste blogue que me estimam e a quem eu muito estimo também.

 

Terei força e coragem agora, nesta grande tribulação. 

 

E a tempestade um dia acalmará, sei que sim.

 

 

 

02
Jul16

Misericórdia


Olívia

 

Sentir a miséria do outro verdadeiramente no nosso coração e prestar o nosso auxílio.

Sem julgamentos.

Sem opiniões.

Sem recriminações.

 

Separar a pessoa dos seus actos. 

Uma coisa é a pessoa em si outra coisa são os seus actos num qualquer momento da vida.

 

 

Bela lição de misericórdia... tanto dito em tão poucas palavras...

 

 

27
Jun16

Para mim, ou "para o outro"?


Olívia

Como é que uma pessoa faz a coisa certa, e o sentimento com que fica é de tristeza em vez de satisfação?

 

A resposta encontrei-a à bem pouco tempo. De facto há uns anos, eu pensava que devia fazer bem aos outros, para ser boa pessoa, para ser boa amiga. Assim, sempre que fazia alguma boa obra orgulhava-me de o ter feito e sentia uma enorme satisfação.

 

Por outro lado, nas coisas mais significativas  que fiz nunca em momento algum me senti " a maior". Ora a contradição de tudo isto fez com que aos poucos conseguisse ver a tal linha que separa a caridade da caridadezinha. Quantas vez eu fiz a segunda em vez da primeira? Muitas, infelizmente.

 

Cada vez que dei uma roupa que já não me servia a alguém, cada vez que dei o que me sobrava, cada vez que me senti orgulhosa de contribuir para alguma "causa". Uma série de vezes, portanto.

 

Poucas foram as vezes em que, desprendida de orgulhos e munida de humildade ofereci aquilo que me fazia falta, ou fui ao encontro de alguém quando pecisava desse tempo para outras coisas, quando foi então que fiz alguma coisa e senti, no final, uma dor tão forte no coração em vez de uma alegria imensa?

 

É um bom exercício que tenho feito: considerar zero tudo o que faço só para me sentir bem, afinal não o estou a fazer pelo "outro", mas para mim mesma! Não estou a fazer o bem, apenas a alimentar o meu ego...

 

Se imaginar duas caixas vazias - uma para a verdadeira caridade outra para a caridadezinha e, por cada "boa obra" que já fiz, me questionar se o fiz por mim ou pelo outro, qual a caixa que enche primeiro? Pois é, a verdade custa sempre muito a admitir... certamente que poucas foram as vezes em que aquilo que fiz foi totalmente desprovido daquela sensação de superioridade perante os outros e foi feito com dor e humildade...

 

Acho que já vai sendo altura de deixar de falsos moralismos e falsas obras de caridade... preciso de encher a minha caixa da caridade com verdadeiras obras em favor dos outros!

 

 

 

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Noutra ocasião estava Jesus sentado no templo, em frente da caixa das ofertas, e observava como o povo lá deitava dinheiro. Muitas pessoas ricas deixavam grandes esmolas. Nisto, chega uma viúva pobre e põe na caixa duas moedas de cobre com pouco valor. Jesus chamou os discípulos e disse-lhes: «Fiquem sabendo que esta viúva pobre deitou mais na caixa do que todos os outros. Eles deram do que lhes sobejava; ela, porém, na sua pobreza, deu tudo o que tinha para viver."    Mc 12 41:44

 

 

Boa semana!

 

 

 

15
Jun16

caminhar


Olívia

Terminaram na segunda feira as festas de Santo António lá na aldeia. Foram quatro dias de muita animação, conversas e música, mas foi também tempo de demonstrar publicamente que existe alguém a quem a nossa pequena comunidade vê como exemplo de vida, o nosso padroeiro.

 

Desde pequenina que me recordo destas festas, com músicos conhecidos a abrilhantar as noites, com pessoas vindas de toda a parte e também com a procissão que percorre várias das nossas ruas. 

 

Nos últimos tempos, a nossa família deixou de participar junta na procissão por causa do flagelo que se chama foguetes e que deixa a Maria num profundo pânico. Mas, este ano a Maria cresceu e, como valente que é, lutou contra o pavor aos ditos e resolveu que iria toda a procissão ao lado do nosso padre juntamente com a irmã Margarida, a Lúcia foi no carrinho empurrada pelo pai, claro! 

 

E, num clima de simplicidade e de calma pois estava rodeada da família percorri rua a rua caminhando devagar. Desta vez aproveitei, não para rezar o terço como tento fazer nos outros anos, mas para observar, recordar e agradecer tudo quanto temos ao nosso redor.

 

Assim, no final da missa campal, as imagens dos santos que temos na igreja são colocadas aos ombros da rapaziada nova - mais nova do que eu - que ainda há pouco tempo éram uns miúdos que iam vestidos como o Santo António e hoje já têm altura e força para carregar durante cerca de duas horas os andores tão bem ornamentados.

 

A cruz vai sempre na frente, levantada bem alta, indicando o caminho e todos seguimos atrás dela. 

 

Descemos a "ladeira" e aproximamo-nos da nossa escola primária, hoje fechada, mas que em tempos nos acolheu, onde iniciámos os nossos estudos, à frente dezenas e dezenas de degraus que subíamos a toda a velocidade, são degraus mais pequenos do que o normal, na altura eram à medida dos nossos pequenos pés... hoje parecem mesmo pequenos... do outro lado a casa da senhora Quitéria, que foi a cozinheira lá na cantina, substituiu a senhora Natália que já não aguentava por causa da idade... mas fazia umas comidas... naquele tempo ainda não havia empresas de comida para escolas, a comida era feita ali, e sabia ao mesmo que comíamos em casa!

 

Mais abaixo, o jardim pequenino que tinha um repuxo para bebermos água e que acho que já não funciona... os bancos de cimento ainda são os mesmos mas a vida que lhe dávamos quando vínhamos a correr da escola desapareceu...

 

Desapareceu também o talho e a loja do senhor Augusto e da senhora Vitorina... às sextas feiras o talho era concorrido e a minha mãe mandava-me apanhar vez, eu levava o recado num papel e ela aparecia mais tarde para pagar a conta! O senhor Augusto já morreu, atropelado na berma da estrada nacional, a senhora Vitorina vejo-a no lar onde está a tia Adelaide, ela porém já não me pode ver, os diabetes roubaram-lhe a vista há muito tempo...

 

Nesta estrada nacional que atravessa a aldeia agora temos semáforos e uma passadeira para passar "em segurança", mas quando éramos pequenos passávamos a correr sempre que alguém mais crescido nos dizia "passa agora", era alguém que estava na loja do senhor Joaquim, agora aloja é da filha e bem sei que as pessoas de mais idade continuam a desafiar a segurança passando à estrada mesmo ao lado da passadeira - onde sempre se passou!

 

Na rua de baixo as casas são pequeninas, uma delas ruiu este inverno, nunca vi lá morar ninguém, aliás nem sei de quem é aquilo, foi uma sorte não ter caído em cima de ninguém! Este ano não vamos pela rua onde mora a minha mãe, como nos anos anteriores, vamos dar uma volta maior, passamos pelas hortas que desde sempre são utilizadas por quem quiser cultivar, foi a duquesa que as ofereceu à freguesia... pelo caminho consigo ver lágrimas nos olhos de quem espera à porta de casa ou à janela... pessoas a quem a saúde já falta, mas que não querem deixar de homenagear o nosso querido Santo António, fazem uma oração em silêncio e choram de emoção!

 

Estamos quase a chegar a nossa casa, onde terei de ficar para cuidar da Lúcia, ao longe vejo a procissão seguir o seu caminho ao som da banda marcial... fico um pouco à porta a ver desaparecer todo o cortejo, mais uma ano e a tradição permanece... assim que fecho a porta ouço os sinos a tocar a toda a força, a procissão está já a chegar a casa... e sei que no final todos ficarão voltados para a frente, os três andores, os meninos, os colaboradores, o estandarte e claro a cruz. Sei que no final o nosso padre vai dizer mais umas palavras agradecendo todo o esforço e dedicação, sei que no final serão lançados muitos, muitos foguetes... sei eu e sabem todas as pessoas da terra, porque é assim que os nossos avós faziam, os nossos pais continuaram a fazer e agora seremos nós a dar continuidade a esta manifestação de fé.

 

Sim, os santos não são Deus, mas estão muito mais perto Dele do que nós certamente estamos, é com eles que aprendemos o caminho, sempre seguindo a cruz ao longo desta caminhada aqui na terra e, se a muitos faz confusão o facto de olharmos com carinho para as imagens, como quem olha os seus queridos amigos e as pessoas de quem gosta, a mim tranquiliza-me saber que não estamos sós, antes de nós muitos viveram um caminho rumo à santidade, cabe-nos agora pedir-lhes que intercedam por nós, pelo Filho, junto do Pai!

 

 

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20
Mai16

A Palavra Partilhada #2


Olívia

E aqui fica em quase-primeira-mão o símbolo que já corre por esse mundo fora!

 

É verdade, depois de um serão e algumas tentativas falhadas penso que consegui representar numa imagem a ideia de que a Palavra pode ser lida, meditada, partilhada e vivida um pouco por todo o mundo. Algumas das cartas já seguiram, umas para perto outras para bem longe! 

 

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Quando abrirem a caixa do correio e virem esta imagem toscamente colada no verso do envelope chegou a vossa casa um pedacinho da Palavra que nunca, nunca nos deixa sem alento!

 

Quem ainda não se conseguiu inscrever, basta clicar ali ao lado (Palavra Partilhada)e preencher o formulário, assim que recebo a inscrição, junto ao próximo grupo de cartas que escreverei - estou a guardar pelo menos dois serões para o fazer - assim todos receberão uma carta num curto espaço de tempo, depois é uma questão de ir rodando para que os primeiros voltem a receber uma nova carta!

 

Caso haja algum acontecimento especial, alguma data marcante, algum problema específico basta indicar lá no questionário e terei em atenção a isso na carta que enviarei. 

 

É que uma coisa é escrevermos a pessoas que conhecemos, outra é encontrar a inspiração para escrever a alguém de quem só conhecemos o nome! 

 

 

16
Mai16

A Palavra Partilhada


Olívia

Como já aqui escrevi em tempos eu gostaria realmente de fazer parte das pessoas que iriam enviar as cartas do movimento "jesusmail" acontece que existe um grupo já formado e eu não faço parte dele... o que faz com das duas uma: ou esquecia a ideia, ou partia para uma nova ideia totalmente baseada nesta, e começava aqui um movimento novo. 

 

Depois de deixar repousar esta dúvida e ter pensado muito, escutado o que me diz o coração, vou seguir em frente. A Palavra será Partilhada em português, para quem a quiser receber (ou em inglês para quem é de fora), basta para isso preencher o questionário que já ali está ao lado, será confidencial e fará parte da minha lista de pessoas a enviar uma carta de vez em quando. 

 

A grande diferença é que a carta não será igual para toda a gente, mas sim uma carta personalizada, para isso basta dizerem se há algo que vos "perturba", que vos faça falta ler... 

 

Para escrever estas cartas conto com a grande ajuda da minha bíblia, através da qual procurarei encontrar as Palavras que irei partilhar.

 

As primeiras cartas saem hoje, daqui, via ctt. Em breve quem se inscreveu poderá parar um pouco. Ler, meditar, ganhar coragem e retomar a sua vida mais fortalecido, é esta a ideia base desta iniciativa. Podem inscrever até alguém que achassem que precisa, a inscrição é anónima, a carta não pressupõe que me respondam de volta, basta que a recebam e que, ao ler a mensagem, se sintam de alguma forma mais encorajados na caminhada da sua vida!

 

 Começa assim a #palavrapartilhada

 

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22
Abr16

E agora?


Olívia

No fim de semana passado comecei a ler a Amoris Laetitia - A alegria do amor - e na nossa catequese familiar dedicámo-nos a ler e interiorizar este pedaço de uma carta muito especial... o tema é o "Amor", palavra pequenina, mas que contém uma imensidão de ações... grande parte das pessoas queixa-se frequentemente que é "contra muitas coisas na igreja", é normal, se formos a ver bem a igreja é feita por pessoas, errantes como eu... no entanto era importante que nos dessem uma pequena oportunidade... de vez em quando...

 

Posto isto, lemos várias vezes e cada uma de nós escreveu-o numa folha para levar para o quarto, um ficou na sala.

 

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 (1Cor 13: 4-7)

 

Que bonito que é!

 

 

"O amor é paciente,

O amor é prestável,

Não é invejoso,

Não é arrogante nem é orgulhoso,

Nada faz de inconveniente,

Não procura o seu próprio interesse,

Não se irrita,

Nem guarda ressentimento

Não se alegra com uma injustiça

Mas rejubila com a verdade.

TTudo desculpa

Tudo crê

Tudo espera

Tudo suporta."

 

 

Parece-me a chave da perfeição e o caminho para a felicidade. Se todas as pessoas cá de casa (e não apenas uma) viverem de acordo com ele tudo se torna mais fácil.

 

Ora vamos à prática:

Em primeiro lugar: O amor é paciente, ou seja aceitar pacientemente as limitações, contrariedades... acho que viver assim, umas horas, uns dias, não é assim tão difícil... umas semanas, uns meses, não sei... talvez...uns anos ?!? Como, meu Deus, como?...

 

Na verdade, ao fim de uns dias começamos a falhar... pior, sabemos que estamos a falhar... conseguimos identificar logo no momento em que falhamos... e nem saí da primeira linha, da primeira! 

 

Ora a pergunta que se impõe é: E agora?

 

Vale a pena continuar a tentar mesmo que já sabemos que nunca conseguiremos viver verdadeiramente assim?

 

Provavelmente vale, nem que seja pelo esforço constante em ser melhor a cada dia que passa.

 

Esta "reflexão" embora frquinha de conteúdo ajudou-me a entender que, não importa quantas vezes falho, posso sempre recomeçar.

 

Por isso, hoje, não só irei ser mais paciente, como perdoar uma grande mágoa, que guardo no coração.

 

 

30
Mar16

Tríduo Pascal


Olívia

Ora como deu para perceber estive um bocadinho ausente na semana passada, é difícil uma pessoa concentrar-se como deve ser no que está a viver e andar a toda a hora a escrever textos para o blogue, sabendo que a família ocupa também uma boa parte do tempo. Assim optei por ir fazendo umas imagens com passagens bíblicas (que fui registando na aplicação onde estou a fazer o plano bíblico). 

 

Nem sempre é fácil encontrar a imagem certa para a frase ou a frase para a imagem, mas eu tenho cá para mim, que quando as coisas estão certas aparecem mesmo sem querermos. Então, de vez em quando vejo uma imagem e penso logo numa das passagens que li e que gostei... outras vezes ando que nem uma louca à procura nas centenas de fotos da Margarida uma que fique bem naquela passagem... junto tudo e guardo!

 

Mas aqui fica um pouco do que foi o nosso Tríduo Pascal...

 

Uma belíssima Celebração da Palavra, muito simples e muito significativa, nela além de lermos as leituras pudemos ainda, neste que é o ano da misericórdia e nesse que foi também o dia da caridade, pudemos de forma simbólica lavar as nossas falhas e ficar com as mãos limpas e disponíveis para o bem.

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Depois, preparámos a igreja para a derradeira sexta-feira... tapámos todas as imagens, retirámos as flores, e foi assim que no dia seguinte a encontrámos.

 

Foi no silêncio de uma tarde cheia de emoção... aliás como em todos os anos, fico verdadeiramente emocionada com a vivência destes dias... que recordámos mais uma vez que o nosso Mestre morreu por nós!

 

O sábado santo foi um dia de silêncio que passámos pela primeira vez em retiro familiar, mas isso fica para amanhã!

 

 

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